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quarta-feira

Crianças aprendem sobre bem-estar animal e ajudam gatos abandonados em Abu Dhabi


Após um aumento de casos de crueldade contra gatos em Abu Dhabi, capital dos Emirados Árabes Unidos, um programa de educação liderado por ativistas está tentando reverter a situação e educando crianças sobre o bem-estar animal.

Os membros do grupo Animal Welfare Abu Dhabi (Awad) perceberam um aumento nos maus-tratos contra animais e querem educar a geração jovem para evitar que isso se perpetue.

Grupos de assistência social em Dubai e Abu Dhabi relataram que gatos foram mortos ou mutilados nos últimos meses, sendo que alguns incidentes muito perturbadores foram filmados e postados nas mídias sociais.

A Al Rabeeh foi a escola na capital a se beneficiar das lições dadas por Susan Aylott, d Awad. As crianças também visitaram uma estação de alimentação próxima e ajudaram 15 gatos abandonados. Aylott estabeleceu várias estações de alimentação para gatos e trabalha com o município em seu programa de esterilização.

“À luz do que vem acontecendo recentemente, com alarmantes casos de abuso de animais, foi encorajador receber uma resposta positiva a este projeto. Com a escola a bordo, esperamos liderar o caminho para outros seguirem o exemplo. Mostramos às crianças que essas estações são importantes para que os gatos se tornem parte de uma colônia estável e saudável”, disse.

Professores e alunos receberam um pacote educativo da Fundação Internacional para o Bem-Estar Animal, com notas para os professores e um programa de trabalho de uma hora sobre o bem-estar animal. “O programa está disponível em inglês e árabe, é facilmente transferível para outras escolas”, disse Aylott.

Phil Yates, vice-diretor adjunto de Al Rabeeh, disse que os 850 alunos da instituição aproveitaram as aulas e gostaram de interagir com os gatos, segundo o The National.

“Sempre tivemos um grande número de animais abandonados ao redor das instalações da nossa escola e percebemos que a percepção de nossas crianças sobre os gatos não eram tão positivas como esperávamos”, afirmou.

“Nosso conselho estudantil e os líderes da escola têm apreciado o trabalho de manter a estação de alimentação até agora e de aprender a cuidar de gatos, respeitando os animais e seu ambiente. Esperamos que as crianças compartilhem suas experiências positivas e o que aprenderam com seus familiares e continuem a promover o bem-estar animal”, finalizou.

quinta-feira

Gatos vivendo em casa abandona no bairro Vila Isabel, no Rio de Janeiro precisam de ajuda

Vários gatos, adultos, filhotes e recém nascidos estão vivendo em situação de abandono, em uma casa desabitada, na Vila Isabel, no Rio de Janeiro. A pessoa que descobriu os felinos vivendo nessa situação pede ajuda para que os animais sejam resgatados. 
A pessoa relata que são muitos gatos são ariscos e fogem ao perceberem qualquer tentativa de aproximação humana. E constantemente, filhotes morrem atropelados. Os gatos precisam de resgate, cuidados, e serem castrados para depois conseguirem novos lares. Toda forma de socorro é bem-vinda, caso alguém possa ajudar, entre em contato.
Contato: André
(21) 98154-9959
andrervilaca@yahoo.com.br

segunda-feira

Criando gatinhos órfãos!


Achei um gatinho bebê, o que devo fazer? Essa é uma pergunta que muitas vezes me fazem.

Infelizmente a crueldade em tirar da mãe filhotes muito pequenos, bebês incapazes de sobreviver sozinhos, é coisa comum de acontecer. 
  
Por incrível que pareça, alguns humanos acham “uma maldade castrar seus animais”, mas não vêem maldade em abandonar à própria sorte ou até mesmo sacrificar, filhotes que não desejam. 

Por isso tantas pessoas encontram bebês gatos nas ruas.

Se isso acontecer, antes de tudo, não entre em pânico. 

Se você dispõe de paciência, tempo, amor e determinação, você está apto a realizar esta trabalhosa tarefa. E acredite, a recompensa pelo trabalho no final é imensa.

É trabalhoso sim, mas o período mais difícil, trinta dias iniciais de vida, é bem curto.

Passei por essa experiência antes de ser Veterinária. Por isso acho que conheço os dois lados do problema. 
  
Hoje existem produtos no mercado, como leite em pó para gatinhos e mamadeiras próprias, que facilitam bem a tarefa, coisa que na época não havia. Era na base do improviso.

Em março de 1986, encontrei 3 gatinhos, irmãos de ninhada, abandonados na rua dentro de um saco de papel. Acredito que tinham por volta de 15 dias.

Foi muito trabalhoso, mas como recompensa ganhei o amor incondicional de meus “filhos gatos” Tara Elvis, Sheeba e Docinho. 

Eles já não estão mais entre nós, fisicamente. Docinho se foi com 11 anos. Tara e Sheeba com 15. O amor, lealdade e companheirismo são inesquecíveis e continuam comigo eternamente. Por isso digo que vale a pena!

Se você encontrou um bebê gato, a primeira coisa a fazer é levá-lo a um veterinário assim que for possível. Ele irá examiná-lo, ver seu estado de saúde, calcular sua idade e orientar você a respeito dos cuidados, vacinas, etc.

Se notar que o gatinho está muito desidratado, não responde a estímulos, debilitado por não se alimentar há muito tempo, você pode dar Pedialyte sem sabor, que se compra em qualquer farmácia, ou passar glucose de milho (Karo) na sua gengiva para elevar o nível de açúcar no sangue. Com isso você ganhará um tempo precioso para conseguir chegar ao veterinário mais próximo. 

Se você já tiver outros gatos em casa, o gatinho deverá ficar de quarentena. Isso evitará que ele passe, caso tenha, alguma doença para os gatos já existentes.

A separação também evitará acidentes, já que ele é pequeno e indefeso. Os mais velhos podem considerá-lo uma ameaça, um estranho que invadiu seu território. É necessário um tempo de exposição lento e gradual, sob supervisão, para que se acostumem uns aos outros. Mas não nessa fase do pequeno.

Providencie uma caixa de papelão forte. Se estiver em época de frio, forre com bastante jornal, toalhas velhas mas macias, cobertores velhos, etc. para deixá-lo aquecido. Isso é muito importante. O frio pode matar um filhote em pouco tempo. Se no lugar onde você mora faz muito frio, será necessário algum tipo de aquecimento, como uma bolsa de água quente colocada debaixo de toalhas. Mas por favor CUIDADO, não é para assar os pequenos, mas sim aquecê-los. Cuidado com a temperatura. Calor em excesso também pode ser fatal.


A caixa dos gatinhos deve ficar em local protegido de correntes de ar, calmo e com pouco barulho. Você pode colocar uma tolha por cima da caixa, deixando, é claro, uma abertura para a passagem e renovação de ar. A tolha manterá a caixa aquecida e no escuro, ajudando os pequenos a dormir.

Se você tiver algum bichinho de pelúcia ou algodão, lavável, pode colocá-lo na caixa. Assim eles terão a sensação de estarem com a mãe e ficarão mais tranquilos

Procure num bom Pet Shop por leite em pó específico para gatos e mamadeira. Em caso de emergência, até conseguir comprar o necessário, você pode improvisar com conta-gotas ou mesmo pequenas mamadeiras para bebês (chucas) tomarem chá ou remédio. Use leite para bebês, como o Nanon ou mesmo leite de vaca, mas isso por muito pouco tempo, já que esses tipos de leite causam diarreia. 


Se onde você está não existe leite para gatinhos, você pode utilizar uma receita especial de sucedâneo:

Receita do Sucedâneo: 

1 litro de leite Integral
2 gemas
2 colheres de sopa de creme de leite
1 colher sopa de açúcar
1 pitada de sal 


Modo de Preparo: Bata as gemas, acrescente o leite e coloque a ferver.Quando estiver fervendo, coloque os demais ingredientes. Deixe esfriar.

Dar a mamadeira a filhotes tão pequenos pode ser um grande desafio. Mas tenha calma e paciência. É tudo uma questão de tempo, prática e adequação para ambas as partes.

O importante é que o filhote se sinta estimulado a mamar. No início não vai ser fácil, já que ele não irá reconhecer naquela coisa de borracha as tetas de sua mãe. Mas a fome e o instinto de sobrevivência sempre falam mais alto. Para que ele não desista de sugar o bico da mamadeira, o tamanho do furo é muito importante. Se for muito pequeno ele se cansará logo e desistirá de mamar. Mas também não pode ser tão grande que ele se engasgue.

Se o gatinho se recusar a mamar, tente mudar a posição da mamadeira, do bico na boca, mude a posição do gatinho, até descobrir a forma que dá mais certo. A minha Docinho só mamava de barriga pra cima, em qualquer outra posição ela se recusava a mamar.

Se depois de tudo, ele continuar a se recusar, procure a ajuda de um veterinário.

Fique atento à quantidade que o gatinho mama e se perde peso. Eles devem mamar com intervalos regulares, que vão se espaçando a medida que crescem. Com 4 semanas, época do desmame, eles mamam apenas 2 vezes ao dia, já que comem papinha além da mamadeira.



Com 3 semanas você pode iniciar o processo de desmame. Geralmente não é difícil e os pequenos gostam de experimentar novos sabores. Acrescente ao leite, um pouco de sopa de bebê, batida no liquidificador.

Essa sopa é feita com legumes variados, carne branca de frango, um cereal (arroz, aveia, ou outro), um pouquinho de sal. Deixar cozinhar bem e depois de frio bater no liquidificador até ficar homogêneo. Ofereça morna.

Com 4 semanas ofereça a sopinha num pires, em pouca quantidade. Eles vão se sujar, mas estão aprendendo a comer sozinhos, e isso é ótimo pra você!

Após a festa, limpe-os com pano úmido em água morna, seque-os bem para que não sintam frio.

Outro ponto importante é a higiene. Você certamente não irá gostar, mas terá que substituir a mãe nessa tarefa também. Quando muito pequenos, os gatinhos só evacuam e urinam quando estimulados pelas lambidas da mãe, quando esta os lava após as mamadas. Calma, você não precisa lambê-los! Um algodão embebido em um pouquinho de água filtrada morna já faz o serviço. Aproveite para limpá-los de resíduos de leite, fezes e urina, para que o local onde dormem e passam todo o tempo esteja sempre limpinho. Troque regularmente toalhas, jornais, etc.

Até abrirem os olhos, por volta de 10 dias, os gatinhos costumam produzir muito pouca fezes. Mas se não fizerem nada por mais do que dois dias, procure a ajuda do veterinário.

Com 3 semanas de idade, você pode fazer aos pequenos a primeira apresentação a uma caixa sanitária. Utilize uma caixa baixa e pequena, coloque um pouco de granulado sanitário e deixe que explorem a caixa. Se puder coloque um pouquinho das “necessidades” na caixa, isso irá ajudar na aprendizagem. O instinto de enterrar na areia é natural e não precisa ser ensinado.

O período de 2 a 7 semanas é muito importante para a socialização. O contato positivo com humanos diferentes nessa fase, fará com que o gato cresça amistoso.


sábado

Gatos abandonados voltam a ser flagrados na Av. Beira Rio, no Recife (PE


Gatos abandonados podem estar voltando a ocupar a Avenida Beira Rio, no bairro da Madalena, na Zona Oeste do Recife. Dois meses depois de uma ação de retirada da prefeitura, os animais voltaram a ser flagrados na região nesta segunda-feira (28).

O NETV 1ª Edição mostrou que cinco gatos foram encontrados à esquerda da ponte da avenida. O vídeo foi enviado por um morador da região, via WhatsApp. As imagens mostram que comida e água já foram deixadas no local para alimentar os animais. Esse cuidado, no entanto, deixou a área cheia de bichanos, há dois meses.

Na época, a reportagem mostrou que dezenas de gatos doentes e abandonados ocupavam o gramado, as mesas e a pista de caminhada da Beira Rio. A situação só foi controlada depois que a prefeitura limpou o local, castrou os gatos e os encaminhou para adoção.

Através de nota, a Secretaria Executiva de Direitos Animais informou que está realizando a castração e microchipagem dos gatos da Beira Rio – cerca de sete animais por semana. “Os gatos estão sendo devolvidos ao local para serem adotados gradativamente, em concordância e acompanhamento da Associação Gatinhos da Beira Rio”, afirma o texto.

Ainda de acordo com a Secretaria, o número de animais no local “diminuiu drasticamente e não estão sendo depositadas novas ninhadas”.

Antes e depois de gatos que foram resgatados


A crueldade humana parece não ter limites e prova disso são as atrocidades que vemos todos os dias nos jornais e nas redes sociais. Gente que maltrata animais, ou será que podem ser chamadas de GENTE?

Felizmente ainda existe gente boa no mundo (espero que sejamos a maioria!) e essas boas almas que resgatam animais realmente transformam a vida desses bichinhos tão inocentes e indefesos.

Confira 13 fotos de antes e depois de gatos abandonados que foram resgatados por um ser humano de bom coração. ADOTE UM ANIMAL ABANDONADO!

Esse gatinho sem nome foi encontrado quase morto. 
Mas, um mês depois aprece que nada aconteceu! Que benção!

A pequena Cow foi encontrada toda molhada durante uma chuva no inverno.
Agora, ela tem uma casa e parece que nem passou por tanto sofrimento!

Rabbit foi encontrado com vários ferimentos pelo corpo após ser eletrocutado. 
Mas.. aí está ele alguns meses depois, nem parece o mesmo gato. Show!

Spyder foi encontrado em um bueiro por um anjo que lhe deu casa para sempre…
Que olhos lindos, não?

Gatinho sem nome que foi resgatado. 
Muito melhor depois que um anjo pareceu na sua vida, não é?

A Kitty estava muito mal com infeção no olho, mas depois.. 
veja que linda gata

Scout não parecia nada bem, mas depois de ser resgatado,
Um ano depois ganhou peso e seu pelo está incrível!

Quando foi resgatado Tyrion tinha uma grave infecção nos olhos, 
mas agora ele está uma fofura e muito saudável!!

O pequeno Stuart foi encontrado doente e quase sem pelos quando ainda
 era bebê. Hoje ele está saudável e parece bem feliz!

Dulce dos animais: freira de 87 anos cuida de 300 gatos na Barroquinha (BA)

Irmã Francisca, no barracão do gatil onde cuida de 300 gatos há cerca de três anos. Custo de R$ 3 mil por mês só em ração para os bichanos (Foto: Marina Silva)

Quando a voluntária Mariana Ribeiro, 56, sacode o saco plástico amarelo cheio de comida, os gatos se amontoam ao seu redor esperando que ela espalhe pelo chão pedaços de macarrão misturados com arroz, feijão e outros restos doados por um restaurante.

“Come também, bebê. Você só vai ficar olhando?”, diz ela para um gatinho acanhado, antes de depositar uma porção de comida na frente dele. Mariana ajuda Irmã Francisca, uma freira de 87 anos, a cuidar de 300 gatos do gatil criado pela religiosa há três anos, na Barroquinha.

A senhora baixinha, que anda com ajuda de uma bengala e os sapatos cobertos de pelos, cercou um terreno baldio com alambrado e transformou o local em um reino dos gatos. “Nem faço as contas de quantos já salvei. A minha luta é pela vida”, reflete a irmã.

Enquanto anda com dificuldade pelo terreno irregular, situado aos fundos de alguns prédios residenciais, vez ou outra a bengala esmaga o rabo de algum bichano, que sai do caminho miando. “Pretinho, Pintado, Zica e Treme-Treme. Todos atendem pelo nome”, conta ela. Todos os que têm nome, evidentemente, porque, segundo ela, todo dia chega gato por lá.
E assim como a entrada dos gatos, a taxa de mortalidade também é alta. “Todo dia, amanhece algum morto”, diz Irmã Francisca. Ao sentir um cheiro forte exalar de um dos pontos do gatil, Mariana complementa: “Tem algum gatinho morto por aqui, mas ainda não consegui encontrar”.

Dedicação

Irmã Francisca mora a alguns metros do gatil. E ela divide o apartamento de quarto e sala com 20 gatos. Todas as manhãs, por volta das 10h, a senhorinha sai de casa e se encaminha para o gatil com um carrinho de supermercado cheio de comida, medicamentos e outros utensílios utilizados nos cuidados dos animais. Tudo que dá para comprar com a aposentadoria de 1,5 salário mínimo.

A freira, que depois dos votos religiosos passou 20 anos em regime de clausura, resolveu sair do Convento da Lapa, onde vivia, para cuidar dos mais necessitados. “Faço um trabalho de evangelização com os sacizeiros, os mendigos e também os animais. As pessoas me chamam de Irmã Dulce dos Animais”, conta.

Nos últimos meses, a irmã tenta melhorar a estrutura do gatil, construindo um barracão de alvenaria, mas a Secretaria Municipal de Urbanismo (Sucom) esteve no local e impediu a continuidade da reforma. O órgão informou que vai analisar se a obra pode ser realizada.

Enquanto não faz as melhorias, um barracão de madeira e Eternit serve como abrigo dos animais para os dias de chuva. Lá também ficam os 18 potes de ração e quatro galões de dois litros, onde eles bebem água.

Nas paredes, um pequeno armário para guardar os remédios e algumas estantes. Os gatos estão por toda parte, a cada prateleira é possível ver o movimento repetitivo dos animais se lambendo.

Cerca de 20 voluntárias do gatil auxiliam a irmã na tarefa de alimentar, cuidar da epidemia de gripe que assola o lugar e passar pomada cicatrizante ao redor dos olhos feridos da maioria dos gatos.

“Descobri esse lugar porque vim atrás de uma gatinha da minha rua que eu alimentava. Quando cheguei, encontrei a Irmã Francisca e ela desabou a chorar porque não tinha comida suficiente para os animais”, lembra a professora de Filosofia Maíra Motta, 37.

Feira e arrecadação

Maíra, então, pensou em uma forma de ajudar os gatos e criou uma página no Facebook
chamada Gatil Irmã Francisca, para divulgar a Feirinha Felina que acontece quinzenalmente no Campo Grande. A próxima está marcada para amanhã, entre 14h e 18h.

O estande vende roupas, artesanatos e doa gatos por R$ 30. Todo o valor arrecadado é convertido para o gatil, que se mantém através de doações e precisa de cerca de R$ 3 mil por mês só para a ração — um saco de 25 kg dura dois dias —, além do necessário para comprar remédios para tratar os bichos.

quarta-feira

Gatos pretos são 'descartados' na Inglaterra por não saírem bem em selfies

Um dia eles foram associados à má sorte, mas agora os gatos pretos estão sofrendo outro tipo de aversão em tempos de redes sociais. Segundo a RSPCA - Royal Society for the Prevention of Cruelty to Animals, na Inglaterra, existe um aumento do número de gatos pretos sendo abandonados por seus donos, pelo fato simples e cruel de eles não se saírem bem nas selfies em redes sociais.

Um porta-voz da ONG disse que mais de 70% dos mil gatos sob os cuidados da instituição são negros. "Há uma série de razões para que tenhamos tantos gatos pretos, incluindo o fato de que os animais negros tendem a não fotografar bem como outros gatos com marcas mais distintivas. Outros gatos também são mais fáceis de distinguir. Realmente estamos intrigados com esse acontecimento, porque gostaríamos de dizer às pessoas para olharem para a sua personalidade e não para a cor", disse o porta-voz.
O Centro de Resgate Millwood, em Londres, pegou nove gatinhos escuros só na última quinzena e cuida de cerca de 300 bichanos todos os anos e está com superlotação.

Segundo Ronnie McMillen, fundadora da entidade, o aumento de gatos pretos na entidade é notório. "As pessoas olham para eles e perguntam se temos mais alguma coisa. Os mais comuns são os 'ginger' (com rajadas em tons de bege), mas acredito que os pretos são lindos e fotografam bem". A estudante inglesa Gabriella Fletcher é dona da gata preta Susie e tira fotos regulares com seu animal de estimação. "É difícil conseguir uma boa foto dela que mostre o melhor ângulo, mas é muito triste as pessoas ignorarem só porque eles são pretos", disse Fletcher.

terça-feira

"Tudo tem um propósito, até as máquinas...”

 
Imagem ilustrativa
"Hoje poderia ser um dia normal, como qualquer outro sábado chuvoso... Já havia escurecido quando eu e meu marido terminamos de passar em algumas lojas para comprar coisas para casa e comida para nossos três gatos. Foi então que meu sábado mudou. Ao sair do pet shop, exatamente na hora em que eu estava passando pela porta, uma senhora chegou com uma caixa que, em vão, tentou deixar aos cuidados de uma funcionária da loja, dizendo:

- Eles estavam na avenida, não podia deixá-los lá, pois iriam morrer. E não posso ficar com eles.

A funcionária nem se mexeu. Então a senhora resolveu deixar a caixa na porta e saiu. Eu não poderia ver esta cena e simplesmente ir embora. Eu sei que a maioria das pessoas iria, mas eu não conseguiria fazer isso. Fui em direção à caixa com medo do que encontraria, temi que estivessem feridos. Mas com coragem a abri, eram dois gatinhos, tinham por volta de um mês de vida, com os olhinhos tristes e cansados. Eu estava com vários pacotes de comida pronta para filhotes, pois havia acabado de comprar para alimentar a filhotinha que resgatei da rua há quase um mês atrás. Não pensei duas vezes, abri a sacola e dei a eles comida, o que prontamente começaram a comer desesperados.

Enquanto eu alimentava os filhotes, algumas pessoas que entravam ou saíam da loja se aproximavam para ver o que havia na caixa, elas se compadeciam, mas ninguém queria se comprometer a cuidar deles. Depois de algum tempo que eu estava ali, apareceu um casal, eles pegaram os filhotes no colo e então eu perguntei se poderiam ficar com eles. Os dois se olharam e disseram que sim. 
Dei a eles vários pacotes de comida e os agradeci imensamente. Finalmente pude sair aliviada, pois com três gatos em casa não seria moleza levar mais dois! Mas em hipótese alguma eu poderia deixá-los alí sem socorro. Até porque só eu vi a cena (e a funcionária que nada fez), se eu não abrisse a caixa ninguém saberia o que havia dentro dela. Então, agora eu entendo que quando eu rezo e peço a Deus para que eu não veja animais sofrendo ou abandonados, ele simplesmente não pode me atender. Como uma amiga me falou um dia, “Deus sabe a quem pedir”... É a mais pura verdade!
Imagem ilustrativa
Depois que eu havia resolvido o principal, tive tempo de pensar na atitude da funcionária da loja. Quer dizer que uma loja imensa com comida, medicamentos, veterinário, dinheiro, não pode fazer nada por um animal abandonado? Acho que no mínimo a empresa já deveria ter criado procedimentos para estes casos. Penso que é uma questão de ética, de amor por aquilo que se faz. Todos os profissionais das mais diversas áreas deveriam ter esta ética. Como professora não nego ajuda a quem venha me procurar com uma dúvida ou pedindo conselho. Nenhum médico deveria negar atendimento à uma pessoa enferma. E nenhum pet shop poderia se eximir da responsabilidade de auxiliar um animal abandonado. Se isto virasse regra viveríamos num mundo maravilhoso, e o melhor, cada um faria um pouquinho, nada além do seu alcance, e ninguém ficaria sobrecarregado. Mas todo mundo só pensa em ganhar dinheiro. Resultado: pessoas vazias, sem amor e infelizes, pois nada vem "de graça", sem merecimento.

E meu sábado “normal” não parou por aí. Depois do alívio, resolvemos assistir ao filme “A Invenção de Hugo Cabret”, que, em minha opinião, mereceu cada prêmio que ganhou, pois, para dizer o mínimo, é um filme ENCANTADOR. Fala sobre amor, perda, família, livros, cinema. Mas o que é mais marcante no filme é o fato de ele deixar claro que tudo tem uma razão de ser. O personagem principal, Hugo, diz em uma das cenas mais belas do filme: 
“Tudo tem um propósito, até as máquinas. Os relógios dizem as horas, os trens levam a lugares... Por isso as máquinas quebradas me deixam triste, não servem aos seus propósitos. Talvez seja assim com as pessoas. Perder o nosso propósito é como estar quebrado...”
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“Quando eu era pequeno, imaginava que o mundo inteiro era uma grande máquina. As máquinas nunca vêm com peças sobressalentes, vêm sempre com a quantidade certa que precisam. Então entendi que se o mundo fosse uma grande máquina, eu não poderia ser uma peça sobressalente. Eu tinha que estar aqui por alguma razão...”

E é assim que, em um dia que tinha tudo para ser absolutamente normal, eu aprendi ou confirmei uma ideia que já andava pairando faz tempo sobre a minha cabeça, que as coisas mais importantes da vida são as mais simples e as mais urgentes, e que não existe outra forma de sermos felizes ou plenos senão praticando o bem por toda a parte. Se cada ser vivo ou coisa tem seu propósito de ser, é nossa responsabilidade buscar dentro de nós aquilo que temos para oferecer de melhor e doar isto de coração. Pra mim nada é mais importante do que proteger uma vida, seja ela qual for. E nenhuma vida é mais ou menos importante do que a outra. E com isso claro, agradeço pelo dia de hoje e por tudo que tenho, principalmente por aquilo que é invisível aos olhos..." 
Por: Mariana Medina Rodrigues de Lima
Formada em Letras pela USP
Professora de Educação Infantil da Prefeitura do Município de São Paulo
Defensora da causa animal

sexta-feira

MAUS-TRATOS: Polícia resgata 17 gatos abandonados em casa de bairro nobre de Brasília


Os gatos ficarão juntos com outros seis, que foram resgatados por vizinhos. A expectativa é que em breve eles possam ser adotados (Foto: Reprodução/TV Record Brasília)

A Polícia Militar Ambiental retirou 17 gatos de uma casa da QI 7 do Lago Norte, região administrativa do Distrito Federal, nesta quinta-feira (5). Eles estavam presos e muitos deles, amontoados em gaiolas.

De acordo com o sargento Marcondes Guedes, o local onde os bichos estavam era sujo.

— Não tem como criar animal em uma residência desabitada. Não há nenhum residente no local.

Os vizinhos denunciaram o caso à polícia depois que os gatos foram vistos na rua, invadindo algumas casas. O cheiro forte que saía do local também incomodou os moradores da região.

Ninguém mora na casa, mas a Delegacia do Meio Ambiente identificou a responsável pelos animais. Ela vai responder por maus-tratos. Moradora da Asa Sul, área central de Brasília, e servidora pública, ela mantinha os gatos trancados na casa dos pais que morreram em 2006.

Segundo a polícia, a mulher teria transtornos psicológicos. Ela não quis falar com a imprensa. Conforme explicou a veterinária Cláudia Godoi, os 17 animais serão levados para o Hospital Veterinário, onde passarão por exames.

— São animais que estão extremamente assustados. Provavelmente, apresentando infecções, de origem principalmente respiratória e oftálmica, pode apresentar atrofia muscular. As vezes, até atrofia do próprio membro.

Os gatos ficarão juntos com outros seis, que foram resgatados por vizinhos. A expectativa é que em breve eles possam ser adotados.

domingo

Gatos de Rua

foto ilustrativa

Gente, PELO AMOR DE DEUS, vamos tentar despertar a consciência das pessoas com relação ao abandono de animais.

Falo porque estou vivenciando, há algum tempo, uma situação muito, muito triste na rua onde eu moro, aqui no interior da Bahia e, acredito que isto deva estar acontecendo em muitos outras cidades.

O abandono de animais é de doer no meu coração.

Há muitos gatos de rua aqui e muitos deles se alimentam no pátio da minha casa, onde coloco vasilhas com ração e com água. Muitas vezes eles costumam ensaiar uma briga mas uso da autoridade com carinho e consigo amainar os ânimos exaltados.

As gatinhas no cio são assediadas pelos machos diuturnamente e até copulam frente a tudo e a todos.

Não sei lidar com gatos porque nunca os tive. Sei lidar com cães, mas faço o que sei e posso. Coloco caixas de papelão para eles se protegerem do frio, travesseiros para aquecer porque o piso é muito frio, e vou levando....

Me apareceu um gatinho usando um cone, provavelmente fugiu de onde morava e o dono não o resgatou de volta. O bichinho está magrinho, hoje consegui me aproximar dele mas como não sei retirar o cone amanhã vou tentar com a funcionária da veterinária, aqui perto, para ver se ela o retira a fim de que ele possa se alimentar melhor. 

foto ilustrativa

Meu Deus! Não sei como existem pessoas tão insensíveis que não se incomodam com tantas barbaridades. Saber que o seu animal desapareceu usando um cone que, por certo, foi colocado por um veterinário para algum tratamento mas há que ser retirado em determinado tempo e não se incomodar em procurar o animal, é não ter alma.

Uma visitante do nosso pátio bebendo água.

No meu pátio nunca falta água , ração, caixas e travesseiros. Eles se alimentam bem e antes de dormir lá pela meia noite coloco a última porção de ração do dia, nos pratinhos, para que os noctívagos e os retardatários possam se alimentar,

O muro é baixinho, eles pulam no muro, passam por entre a grade e entram, onde se alimentam e se abrigam da chuva.

Honestamente, estou preocupada com a situação dos nossos animais no nosso planeta. Deus tenha misericórdia deles, que são obra da Sua vontade.

Vamos cooperar conscientizando!!

Alguns dos que ficam no pátio daqui de casa,
se aquecendo quando há mormaço

soninha

Gatos abandonados precisam de abrigo e carinho


O funcionário público Cássio Mascarenhas Tarcitani, de 40 anos, há um ano e três meses, dedica parte do seu tempo, em dias alternados, entre 17h e 18h, para alimentar quase 16 gatos abandonados em uma casa desocupada, no Jardim Santa Rosália. Desde que deparou-se com os bichinhos, sem amor e um prato de comida, o sorocabano não consegue deixá-los para trás: é como um pai para eles. 

Os gatinhos também contam com a ajuda de um senhor, que mora nas redondezas. "Eu levo comida e água num dia, no fim da tarde, e ele no outro. Faça chuva ou faça sol, estamos lá, mesmo que precise colocar a ração dentro de uma caixa de sapatos", comenta Cássio. Às vezes, o filho do funcionário público, Vinícius Tarcitani, de 14 anos, também separa algumas horas do dia para fazer companhia aos gatos. E, quando um dos três se atrasa para o encontro diário, os animais ficam inquietos e morrendo de fome. 

Parte dos bichinhos já foi castrada, mas ainda espera por uma nova família. "Consegui castração para 10 deles, que é o principal", lembra o cuidador. O problema é que, de acordo com ele, o proprietário da residência em que os gatos ficam pretende demoli-la para aproveitar o espaço, e os gatos vão ficar sem ter onde ficar. "Como ele vai a passar o trator, preciso abrigar os gatos e depois colocá-los para adoção." O próprio Cássio ficaria com todos eles, não fosse os quatro gatos que já moram em sua casa e dividem a sua companhia. 

É por isso que o funcionário público passou meses indo atrás de organizações não-governamentais que pudessem ficar com eles, mas não teve sucesso. "Todas as ONGs com que eu entrei em contato já estavam lotadas", explica. Com a Seção de Controle de Zoonoses, da Prefeitura de Sorocaba, tampouco fez algum progresso: não há mais vaga. E se há, confessa ele, ninguém entra em contato ou retorna as ligações para avisar. Sem ajuda, os bichinhos logo estarão sem um lugar para ficar. 

Mas, se você estiver interessado em levar um dos gatos para casa ou conhecer alguém que possa adotá-los, entre em contato com o Cássio pelos telefones (15) 9683-5371 ou 3327-7734. Deixe que o lado humano e solidário do funcionário público lhe contagie e, neste Mês dos Pais, seja um grande pai (ou mesmo mãe) para aqueles que não querem nada além de muito amor e carinho. 

Conscientize-se 

Antes de comprometer-se com os 14 bichinhos do Jardim Santa Rosália, Cássio costumava cuidar de alguns gatos abandonados que viviam em um cemitério da cidade. Quando pequeno, também teve o seu próprio gatinho, que acabou morrendo atropelado. O amor pelos animais sempre fez parte de sua vida. E, mais do que isso, a conscientização de que os bichinhos também merecem respeito sempre se fez presente. 

O problema hoje é, para ele, o número crescente de pessoas que compram ou adotam um animal de estimação sem se preocupar com as consequências. Quando percebem que é preciso alimentá-lo, mimá-lo e levá-lo ao veterinário com frequência, simplesmente abrem a porta do carro e o abandonam, indefeso, no meio da rua. "Não dá para criticar apenas o poder público, falta conscientização por parte da população que abandona, sem falar nos maus tratos que os animais sofrem nas mãos dos donos", ressalta.

O local onde os animais ficam será demolido e eles ficarão sem ter onde se abrigar


sábado

Gatos de rua: DE PARTIR O CORAÇÃO!


Esta é a imagem dolorosa do abandono, do descaso público, da falta de amor e respeito pelos animais, que se repete em todas as cidades de todos os estados do nosso país. É uma lástima!! 

Não consigo ver isto sem que as lágrimas não me venham aos olhos e o meu coração aperta de dó!! 

Aqui na minha rua, frente a nossa casa era este o panorama, mas graças a uma vizinha e a mim, está mudando radicalmente. Ela mora um pouco acima e acolheu como "filhos do coração" muitos gatos , gatas e gatinhos, aos quais dá assistência como se dela fossem. Alguns têm acesso a sua casa, outros ficam num pátio de uma casa fechada próxima a dela. 

Eu, comecei depois dela, dou assistência no pátio da minha casa onde coloco água e ração e encaminho à veterinária que cuida dos meus poodles os casos que precisam de atendimento, e ela os atende por pura generosidade e amor aos animais. 

Observem que há alguns bonitos e aparentemente bem cuidados, são gatos que foram abandonados pelos donos porque estão envelhecendo. Quanta maldade!! 

Será que alguém gostaria de ser abandonado quando estivesse envelhecendo? 

Nós todos envelheceremos caso não morramos ainda jovens. 

Gente!! Tenham compaixão destas criaturinhas pois elas também são filhas de Deus. O inverno vai chegar logo...logo e eu já me preocupo desde então.Vamos ajudá-los, pelo amor de Deus!! 

Improvisem abrigos com caixas em locais livres de ventanias e chuvas, arranjem roupas velhas, papelões, o que seja, para aquecer o piso, usem a criatividade mas ajudem.

soninha