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terça-feira

5 coisas que você nunca deve fazer com seu gato


Fazem séculos que os gatinhos optaram por estar junto aos seres humanos. No entanto, apesar do tempo transcorrido, algumas pessoas não conseguem entender essas criaturas maravilhosas. Por isso, hoje vamos falar sobre as coisas que você nunca deve fazer com seu gato.

Muita atenção: você jamais deve fazer estas coisas com seu gato

Sem dúvidas, o mundo mudou num ritmo frenético nos últimos anos. No caso dos gatinhos, está ficando para trás o conceito de que são seres absolutamente independentes, os quais podemos deixar vagando por telhados e jardins alheios.

E também está ultrapassada a ideia de que não é preciso se preocupar muito com sua alimentação porque, como bons caçadores que são, sabem procurá-lasem maiores problemas.

A realidade diz que, se você escolhe um gato como animal de estimação, deve ser tão responsável quanto com qualquer outro animalzinho de companhia. E isso significa que você tem que cuidar do seu bem-estar a partir de diferentes aspectos.

Assim que, tenha sempre em mente as coisas que você nunca deve fazer com seu gato.

Compartilhamos uma lista das coisas que jamais deve fazer com seu gato, se deseja conviver com um animal de estimação saudável e feliz.


1. Remover as unhas

Não existe rosa sem espinhos, já diz o ditado. E deveria ter adicionado também não existe gato sem unhas. Por isso, embora a prática de remover as garras dos gatinhos tenha tido – e ainda tenha certa popularidade em alguns lugares – nunca submeta o animal a esta tortura.

Sem dúvida, remover as unhas é uma forma de maltratar o felino. É que, além do desconforto físico que você provoca com isso, ao remover as unhas você está tirando a essência do gatinho. Eles são caçadores natos e gostam de escalar em diferentes lugares. Sem suas garras, essas e outras atividades são praticamente impossíveis de serem realizadas.

O mais provável é que os animaizinhos desenvolvam diferentes problemas de comportamento. Você pode, sem problemas, cortar um pouco as unhas para sofrer menos riscos e proteger seus móveis.


2. Vesti-lo ou enchê-lo de acessórios

A tendência de humanizar os animais de estimação segue em plena ascensão e o mercado a acompanha. Por exemplo, as ofertas de roupas e acessórios são abundantes. No entanto, se você insiste em vestir seu gato, além de sentir-se incomodado, ele pode começa a manifestar alguns comportamentos que indicam que algo não anda bem, como:

Apresentar problemas na pele
Perder mobilidade
Ficar preso em algum lugar ou se machucar
Não ser capaz de fazer sua assepsia corretamente

Nesta categoria, também entra o famoso sininho. Evite-o. O barulho causado por este elemento incomoda demais os gatinhos. Com o tempo, eles correm até mesmo o risco de ter perdas auditiva.


3. Fumar na frente dele e dentro da casa

Se apesar das advertências médicas você ainda é uma dessas pessoas que não querem ou não podem deixar o cigarro, lembre-se que o fato de você fumar em seu lar é absolutamente prejudicial aos animais de estimação.

Assim que, se não fizer por você, faça pelo seu amigo peludo e deixe esse vício de lado. Se você fuma, não afetará apenas os pulmões do seu peludo com a fumaça. Como são animais que se lambem com frequência para se limpar, se compartilham sua vida com um fumante, arrastarão com sua língua todas as partículas tóxicas que provêm do cigarro.


4. Assustá-lo

Existem pessoas que acham divertido assustar seu gatinho para observar as reações que ele tem. Muitas pessoas até mesmo gravam e colocam os vídeos na internet. Mas você tem que saber que esse item deve ocupar os primeiros lugares na lista de coisas que jamais deve fazer com seu gato.

A verdade é que esses animaizinhos são muito sensíveis. Se insistir nessa prática, conseguirá apenas um animal de estimação amedrontado e desconfiado, que passa seus dias encolhido em um canto.


5. Permitir que ele vague sem controle

Embora tenhamos conhecimento de sobra que os gatos são animais apaixonados por explorar seu entorno, a realidade diz que nesse mundo amplo e maravilhoso, existem milhares de perigos a serem descobertos. Entre eles:
Humanos agressivos ou que envenenam alimentos
Carros que passam em alta velocidade
Gatos os cães com os quais podem ocorrer brigas
Risco de contrair diferentes tipos de doenças

E sempre existe a possibilidade de que o animalzinho se perca e não consiga voltar para casa.

Então, o melhor que você pode fazer é procurar um lugar protegido para seu amigo felino, para que explore todo seu espaço. Se você tem um jardim, varanda ou terraço, deve prepará-lo com algum tipo de proteção para que o gatinho não escape. Se não possui esses ambientes, uma janela é sempre bem-vinda. Você também deve comprar, ou fazer você mesmo, brinquedos diversos. Ou construir uma “árvore” de papelão. Seu animal de estimação irá se deliciar.

quarta-feira

CINCO COISAS QUE FAZEM UM GATO SER FELIZ


Quando decidimos deixar um animal fazer parte de nossa família, é claro que procuramos fazer o melhor por ele. Donos responsáveis devem estar sempre atentos às necessidades e cuidados específicos de cada bicho de estimação. Por isso, hoje daremos algumas dicas para deixar um gato feliz.

Quando um amigo ronronante chega em seu novo lar, é claro que ficará um pouco cauteloso no primeiro momento. Mas logo ficará habituado aos diferentes espaços e muitas vezes nos fará duvidar sobre quem é o verdadeiro dono da casa.

Entretanto, estas adoráveis criaturas logo conquistarão nossos corações. E, por esse motivo, embarcaremos na apaixonante tarefa de buscar mil e uma maneiras de deixá-los confortáveis e contentes. Assim, anote algumas dicas que ajudarão o seu bichano a esbanjar felicidade.

*1. Adequar a casa às suas necessidades*

Para que um felino fique contente, é preciso oferecer, entre outras coisas:

- Arranhadores para que mantenha as unhas em forma (e para que não destruam os móveis)
- Espaços adequados para que ele durma confortavelmente e se sinta seguro
- Lugares para se esconder (nada o deixará mais feliz que uma caixa)
- Superfícies onde ele possa subir e contemplar o mundo de diferentes alturas
- Brinquedos que possam ser “caçados”
- Uma caixa de areia localizada em um lugar discreto

*2. Permitir que ele acesse o exterior*

- Embora os gatos caseiros e castrados sejam perfeitamente capazes de viver dentro de uma casa, estes animaizinhos adoram explorar ao ar livre. Assim, se houve uma possibilidade, não o prive do acesso ao jardim, à cobertura ou à varanda. Se isso não for possível, uma janela com vista para o exterior também é uma boa opção. Mas claro, tenha cuidado para que o animal não escape e corra perigo de se perder ou sofrer acidentes.

*3. Brincadeiras e carinhos*

Estes charmosos felinos amam brincar e ser acariciados. 
Mas são eles próprios que determinam o momento adequado para estas atividades. E também deixam muito claro quando é o momento certo de parar. Além disso, os felinos aceitam carinho apenas em determinadas partes de seus corpos, que podem variar de animal para animal. 
Então, com observação, paciência e muita tentativa e erro, você aprenderá como fazer um gato feliz na hora da brincadeira e dos carinhos.

*4. Um companheiro felino*

Embora em algumas situações possa haver problemas de cio ou adaptação, principalmente se forem animais adultos, o ideal é ter mais de um gato em casa. Além de fazerem companhia para o outro e se higienizarem juntos, os bichanos também se divertirão muito. E farão a alegria de seus donos. Presenciar o espetáculo que são dois felinos brincando juntos é uma das melhores coisas da vida.

*5. Alimentação adequada e petiscos*

Uma alimentação equilibrada, de acordo com as recomendações do veterinário e das características do animal, ajuda a manter uma boa saúde. E um felino saudável é também um felino feliz. Mas se você quer deixar o seu gato feliz de verdade, recompense-o com alguma comida que ele gosta muito. Sempre na medida exata e sem colocar em risco a sua dieta, não deixe de mimar o seu bicho de estimação com algum petisco. Se tiver qualquer dúvida, converse com um profissional de sua confiança.

*Outros conselhos para cuidar do seu gato*

Além de todos estes detalhes, que farão com que seu amigo feliz seja um animal que vive contente, não esqueça de outras responsabilidades que contribuem para o seu bem-estar:

- Visitas regulares ao veterinário
- Vacinas
- Desparasitação interna e externa
- Portanto, cuide e ame muito o seu gatinho. Você verá como além de ter um animal feliz, você também será uma pessoa muito mais alegre.

terça-feira

Idosa dedica vida ao cuidado de gatos com necessidades especiais


Com 12 gatos resgatados - todos com deficiência – a residência de Suellen Duga, de 72 anos, é um santuário para felinos em necessidade. Há Julie, que tem hiperplasia cerebral, Roo, que não pode caminhar com as pernas dianteiras, Buddy, que é cego, e Cory que possui um quadril deslocado.

Vários felinos requerem medicação regular e visitas ao veterinário. Cada gato possui uma necessidade especial única, mas todos têm uma coisa em comum: encontraram um lar amoroso graças a ela.

Oferecer aos gatos um lugar para chamar de lar é algo que a idosa Suellen tem feito durante toda a vida.

Na década de 1970, Suellen encontrou gatinhos recém-nascidos fora de seu apartamento. Sem encontrar a mãe dos filhotes, ela estava determinada a ajudar.

Ela alimentou-os e se dedicou à sua sobrevivência, arriscando até mesmo seu trabalho pelo bem-estar deles.

“Eu não estava enganando ninguém na verdade, todos sabiam que eles estavam lá, mas ninguém me levou à gerência”, conta.

Os gatinhos não só sobreviveram, como ganharam lugares permanentes na casa e no coração de Suellen. “Claro que quando chegou a hora de adotá-los, eu não podia me separar com eles”, diz.

Ela os amou a vida toda e administrou uma loja local de alimentos naturais juntamente com seu marido durante 20 anos. Em 2007, ela estava pronta para uma mudança e começou a ser voluntária no Westfield Homeless Cat Project.



“Havia gaiolas empilhadas umas nas outras no chão de concreto. Para uma mulher de 62 anos, ficar de joelhos em um chão de concreto frio não era a melhor maneira de fazer as coisas, mas eu queria muito ajudar os gatos”, explica.

Quando os gatinhos recém-nascidos precisaram ser alimentados com mamadeiras, ela nunca hesitou em acolhê-los.

“Eu sabia que a comunidade tinha apoiado minha loja por mais de 20 anos e senti a necessidade de retribuir. Parece corajoso, mas é assim que eu conduzo minha vida”, afirma ao I heart cats.

O trabalho duro e a dedicação de Suellen eventualmente lhe fizeram conquistar o cargo de coordenadora de adoção do abrigo. Ela facilitou inúmeras adoções de gatos, mas reserva um lugar especial no coração para os felinos com necessidades especiais.

Ela ressalta que os gatos deficientes do abrigo são muitas vezes ignorados pelos potenciais tutores. E, se eles são adotados, muitos são devolvidos ao local.

“Simplesmente não aguento que isso aconteça repetidamente”, desabafa.

Suellen começou a abrir sua residência para promover os animais com necessidades especiais.

Muitos dos 12 gatos que atualmente compartilham o lar da idosa são “adoções falhas”. Ela faz tudo o que pode por eles e transformou sua casa para acomodar suas necessidades.

A “parede de gato” é um lugar onde seus companheiros podem ir e “distanciar-se de tudo”.

A gata Julie, que não pode caminhar sem se inclinar, possui uma caixa de areia especial e a caixa de areia de Roo é equipada com uma rampa. Ela também possui uma gaiola sobre rodas que carrega de um quarto para o outro.


Suellen usa um vaporizador comercial, uma máquina especial de limpeza de piso, um aspirador de pó e seu “balde e esfregão antigos” para manter a casa limpa e os gatos saudáveis.

Quando ela não está cuidando de sua família felina, trabalha em um segundo emprego à noite para pagar as despesas com o veterinário. Ela também possui uma apólice de seguro de vida de US$ 5 mil para garantir que os felinos sejam bem cuidados caso faleça antes deles.

sábado

A Importância do Exercício Para os Gatos


Por que o exercício é importante para os gatos?

Muitas pessoas imaginam que gatos são animais que não precisam se exercitar e também não podem ir passear na rua. Na verdade sair na rua sozinho é bem perigoso, da mesma forma que é perigoso para um cachorro.

Os gatos ficaram famosos por saberem desfrutar de um bom momento de descanso e para eles não importa realmente qual o lugar. Mas apesar de sua reputação de dorminhocos, eles também necessitam esticar as pernas e fazer um pouco de exercício todos os dias. Felizmente para os proprietários de gatos não é preciso muito tempo ou energia para que seu gato consiga se exercitar.


A Obesidade Felina

Estima-se que entre 25 e 40% dos gatos acompanhados por veterinários estão acima do peso, com muitos chegando a ser considerados obesos. Um gato que está acima do peso pode ficar incapacitado de saltar e desta forma não consegue chegar em seus lugares favoritos e também não pode brincar mais como gostaria. A obesidade também está associada a diversos problemas de saúde, incluindo o aumento da chance de artrite, lesão nos ligamentos, diabetes mellitus, dificuldades respiratórias, problemas de fígado, risco cirúrgico e doença do trato urinário.

Embora a redução da ingestão de alimentos (pergunte ao seu veterinário sobre a forma mais segura de fazer isso) seja um caminho para combater a obesidade, aumentando o exercício você conseguirá resultados muito mais saudáveis e significativos. O exercício e deve fazer parte da rotina diária de todos os gatos. Como a maioria dos predadores, gatos naturalmente dormem muito, mas eles também têm explosões de atividade. Eles são velocistas, não maratonistas. Isto significa que você não tem que comprar uma esteira para seu gato ou levá-lo para caminhadas ou para fazer natação. Mas você não pode de forma alguma ignorar que os gatos precisa gastar energia algumas vezes por dia.



Fazendo seu gato se movimentar

Gatos que tem acesso a áreas externas estão mais predispostos a manter a forma. Ou caçando, ou escalando, ou mesmo investigando o mundo a sua volta, mas os perigos inerentes ao permitir que os gatos possam passear, geralmente fazem com que seja impossível permitir uma vida de aventuras para nossos gatos. Uma ótima opção para quem tem condições e mora em casa, é construir passeios para seu gato na área externa.

Se o seu gato vive dentro de casa, você precisa assumir o papel de treinador e encorajá-lo a exercitar-se. gatos que vivem sozinhos com seus donos, sem crianças ou outro gato em casa costumam ser mais preguiçosos, uma boa ideia para quem tem um gatinho paradão em casa é adquirir um novo amiguinho para ele, esta pode ser uma das maneiras mais fáceis de fazer seu gato se exercitar naturalmente. Mas se você não pode ter um segundo gato, terá que incentivá-lo você mesmo a se exercitar. Gatos adoram arranhadores e escalar, você poderia proporcionar uma árvore de gatos e uma diversificada parede de escalada para que ele possa se empoleirar.

Você pode colocar alguns petiscos (ou até mesmo uma pequena refeição de ração seca) em brinquedos interativos que exigem que o gato role o brinquedo para obter o alimento, estes brinquedos são chamados de brinquedos de forrageamento (forrageamento é a busca e a exploração de recursos alimentares. É uma habilidade particularmente importante pois afeta a aptidão do animal, influenciando diretamente a sobrevivência.), estes brinquedos são muito interessantes pois despertam os instintos primitivos do felino e estimulam suas habilidades de caça. Outra alternativa é esconder a comida em casa (lembre-se onde você colocou-a!), para que cada dia ele tenha que “caçar” a sua comida em um local diferente. Ou você pode jogá-la pedacinho por pedacinho para que seu gato corra para buscá-la. Existem diversos brinquedos interativos, como varinhas de pena, varinhas de pesca e ponteiros de luz que também podem proporcionar exercício para seu bichano. Vários brinquedos permitem que o seu gato brinque sozinho quando você estiver fora de casa, promovendo entretenimento e diversão.

Passeando de coleira com seu gato

Uma boa maneira de exercitar o seu gato é levá-lo para um passeio. A maneira mais segura de fazer isso é por andar com ele atrelado a uma coleira especial para gatos. É muito mais fácil ensinar um filhotinho de gato a andar de coleira do que é para um gato adulto, mas não é alguma coisa impossível de fazer com um gato mais velho. Além disso, seu gato depois de compreender que irá fazer companhia para você durante o dia, ficará bastante atraído pela ideia de passear. Inicialmente é possível que seja necessário atraí-lo passo a passo, utilizando petiscos para compensá-lo cada vez que andar um pouquinho, fazendo com que ele tenha mais interesse em seguir você. Deixe a coleira no pescoço de seu gato por algum tempo, para que ele se acostume com isso. Assim que seu gato se acostumar com a coleira e a guia, caminhe com ele durante a casa antes de se aventurar pela rua, quando forem se aventurar pela rua, certifique-se apenas de levá-lo para caminhar em locais seguros, para que ele não acabe cercado de cães por exemplo. E também é muito importante que seu gato esteja com todas as doses de vacina em dia, vermifugado e utilizando coleira ou pipetas preventivas para pulgas e carrapatos.


Mesmo que seu gatinho esteja gordo ele pode brincar e passear, inclusive é fundamental para gatos obesos, aliarem dietas a exercícios físicos. Gatos mais velhos, normalmente são mais preguiçosos e é muito importante que eles consigam se exercitar, respeitando seus limites. Mesmo para gatos com dificuldades de se movimentar é importante que você possa se esforçar para que ele tenha uma sessão de exercícios ao menos uma vez por dia. É importante que você observe seu gato a fim de reduzir a intensidade dos exercícios fazendo com ele possa fazer todos seus movimento com segurança, isso é realmente muito importante, principalmente no caso de gatos mais velhinhos que já tem alguns problemas ósseos e articulares..Você também pode consultar seu veterinário sobre suplementos comuns, medicamentos para a dor, ou outras coisas que possam ajudar seu gato a ficar mais confortável e disposto a se exercitar.


O exercício é importante para seu gato, não só para mantê-lo em forma e saudável, mas também porque ele precisa estimular sua mente. Gatos, especialmente os jovens, que costumam ficar longos períodos sozinhos durante todo o dia, sem nada para fazer, podem acabar usando coisas que você não gostaria a fim de criar seus próprios brinquedos. Esta pode não ser uma ideia muito apreciada por você, devido ao carinho que você tem pelos seus móveis e objetos de decoração, no entanto, o mais importante é compreender que isto também pode acabar sendo perigoso para seu bichano. Gatos são animais que gostam de se entreter sozinhos e é por este motivo que existem inúmeros brinquedos que foram desenvolvidos especialmente para entretê-los. No entanto, muitos gatos acabam ficando entediados e cabe a você promover entretenimento para seu amiguinho. Não esqueça que um gato que faz exercícios regularmente, certamente será um gato mais saudável e feliz, sem nenhuma tendência a obesidade e com menos predisposição a problemas de saúde.

Como Evitar Arranhões do Seu Gato


Gatos que arranham o tempo todo podem acabar machucando e estragando tudo que passar pela frente. Eles usam as garras para desgastá-las, para escalar, saltar, e na natureza até para se defender e marcar o território. Mas e agora, será que você sabe como evitar arranhões do seu gato?

O hábito de arranhar é saudável para qualquer gato, mas se isso se tornou um problema, chegou a hora de ajudar o seu gato a solucioná-lo. Se os seus móveis estão sendo usados como arranhadores e isso está causando um bom estrago nos seus carpetes sofás e cortinas, é possível que não haja arranhadores apropriados em quantidade suficiente na sua casa. 


Muitas vezes, um único arranhador não é capaz de entreter o seu gato por muito tempo, e em casos assim, é possível oferecer uma boa variedade de superfícies para que ele possa escolher. Procure oferecer a ele diferentes tipos de arranhadores, de diferentes materiais. Alguns gatos adoram arranhar papelão, tecidos e estofados, enquanto outros preferem os tapetes de sisal, madeira, carpetes e arranhadores de corda. Boa parte dos gatos também gostam dos postes verticais de corda.


Procure determinar quais são as superfícies que ele mais gosta, e distribua alguns arranhadores nos lugares onde ele costuma ficar. Se o arranhador escolhido for o poste vertical, certifique-se que seja firme e resistente, e que não caia quando ele estiver brincando. A altura do poste também é importante, pois os gatos adoram os postes altos o suficiente para que eles possam se espreguiçar, esticando o corpo totalmente. Veja abaixo as dicas de como ajudar o seu gato a manter suas garras aparadas, o que certamente será um fator positivo para evitar arranhões do seu gato.

Incentive o seu gato a investigar o arranhador deixando-os com cheiro de catnip. Isso pode ser feito, por exemplo, pendurando um brinquedo com catnip sobre o arranhador.


Apare as unhas do seu gato regularmente. Se você não sabe como fazê-lo, saiba como lendo o artigo Como aparar as unhas do gato.

Desencoraje o seu gato a arranhar os móveis e outros locais indesejados. Cubra os sofás com capas ou colchas, coloque as caixas de som viradas para a parede e procure colocar um arranhador em cada um desses locais, como alternativa.


Jamais force o seu gato a utilizar o arranhador. Nunca segure-o na frente do arranhador e não esfregue suas patas nele na tentativa de ensiná-lo. Isso pode assustar o seu gato, o que pode fazer com que ele passe a temer o arranhador e evitá-lo totalmente.

Não jogue fora o arranhador favorito do seu gato só porque ele está velho e desgastado. Os gatos gostam de objetos arranhados e gastos, com os quais já estão familiarizados. Mesmo quando gastos, esses objetos continuam sendo estimulantes para ele.


Quando aparar as unhas do gato?

Outra dica importante para evitar arranhões do seu gato é que muita gente não sabe que as unhas dos gatos podem ser aparadas. Em geral, as unhas dos gatos podem ser aparadas a cada 10 dias ou a cada duas semanas. Alguns proprietários optam até mesmo por aparar as unhas toda semana. Para isso, o seu gato precisa estar relaxado a ponto de se sentir tranquilo, nunca assustado ou irritado. Se o seu gato fica agitado e demonstra estar desconfortável quanto a manipulação das patas, procure acostumá-lo aos poucos. Se o problema persistir, considere solicitar a ajuda de um veterinário ou um especialista em comportamento animal.

quarta-feira

Gatos cegos resgatados de acumuladora aguardam por ajuda em São Paulo (SP)

Vários animais estão vivendo em condições insalubres na casa de uma acumuladora no Capão Redondo, em São Paulo. Em um cenário de holocausto, cães e gatos dividem o pouco espaço com lixo e entulhos. Muito acabam doentes, debilitados e brigando por comida.

Entre os animais, sete gatinhos precisam de ajuda urgente para sair dessas condições. Cinco gatinhos estão cegos, e passam os dias em cima de uma tábua, sem ter como descer e se alimentar. Os animais estão recebendo ajuda de uma protetora, mas a mesma não tem condições de manter todos os cuidados que os gatinhos necessitam. Ela precisa de doações de ração, areia, medicamentos e auxílio para conseguir atendimento veterinário.
Apesar das limitações, os gatinhos merecem uma chance de ter uma vida tranquila em um ambiente limpo, onde possam se alimentar normalmente e se sentir em segurança.

Caso alguém possa ajudar a protetora oferecendo lar temporário, doações ou queira adotar um gatinho, entre em contato. Outros animais também aguardam por resgate, mas devido a condições críticas em que os gatos estão, eles precisam de uma vida nova, antes que sofram outras atrocidades devido a falta de cuidados.


Cãozinho órfão é acolhido por família de gatinhos


Há quem diga que os cães e os gatos não podem viver juntos em paz. Mas o que aconteceu na Michigan Humane Society provou exatamente o contrário.

Um filhote de cachorro de apenas 2 dias de idade perdeu sua mãe em um acidente de carro. Então eles tiveram uma ideia, mas não tinham certeza se ela daria certo.

Eles resolveram colocar o filhote junto a uma gatinha que tinha acabado de dar a luz à seus filhotes. E esperavam que ela aceitasse esse filhote como um dos seus e pudesse dar todo o aconchego que ele precisava… E deu certo!

A mãe não só aceitou o filhote, mas também cuidou como se fosse um dos seus. E os outros filhotes também o aceitaram como irmão. O vídeo a seguir mostra um pouco mais sobre essa belíssima


domingo

Gatos Agressivos : Motivos e Soluções


Segundo Daniela Ramos,Médica Veterinária,em boa parte dos casos, os gatos agressivos apresentam esse tipo de comportamento em função de algum tipo de medo, incômodo ou até querendo brincar – e é necessário identificar o que causa a agressividade do animal para que seja possível contornar a situação e modificar o comportamento; condicionando o felino a um tipo de atitude mais tranquila diante de alguma ocorrência que não lhe agrade.

“Os gatos, por natureza, já brincam de uma forma que pode ser considerada um pouco mais selvagem; e quando brincadeiras com as unhas e com mordidinhas são incentivado pelo dono do pet quando o felino ainda é filhote – e as unhadas e mordidas não machucam – isso pode se tornar um problema no futuro”, explica a especialista.

De acordo com ela, também há casos em que os tutores de gatos extremamente agressivos consideram esse tipo de comportamento muito normal – juntamente pelo fato de os felinos serem mais ‘selvagens’ por natureza – e acabam contribuindo para a violência do animal; já que nenhuma medida é tomada para amenizar ou acabar com o problema.

Em uma pesquisa específica feita com 107 proprietários que levaram seus gatos de estimação para consultas de rotina em clínicas veterinárias, 49,5% dos tutores afirmaram ter felinos agressivos em casa, sendo que as principais situações em que alguns tipos de violência foi apresentado são:


- Enquanto o gato é acariciado
- Enquanto o gato brinca
- Enquanto o gato está protegendo seu território ou comida
- Quando o gato está assustado ou entra em contato com um animal desconhecido
- Quando o felino entra em contato com uma pessoa desconhecida

Em função disso, uma série de testes foi feita para medir os níveis de estresse nos felinos que apresentavam esse tipo de atitude mais arisca, revelando que os gatos que toleravam carinhos por muito tempo sem atacar apresentavam índices altíssimos de estresse – ao passo que os felinos que atacavam quando incomodados pelos carinhos destacavam níveis inferiores nesse sentido.

“O gato é um animal semi-social, e não tem o mesmo repertório do cão para mostrar quando não quer contato, por exemplo. Proximidade demais é algo incompatível com muitos gatos, e a vida em espaços menores e mais fechados contribui para esse tipo de situação de agressividade; já que o felino é obrigado a conviver nesse ambiente e a desenvolver comportamentos sociais que não são naturais para ele, tornando-se agressivo”, esclarece Daniela.


Para resolver o problema, portanto, é fundamental que a complicação não seja subestimada e que o tutor do animal tenha a orientação adequada, estando aberto a mudanças e otimista em relação aos resultados dos seus esforços pra mudar o comportamento do pet.

“Muitas pessoas querem ter um cachorro e, em função da falta de espaço em casa, acabam adotando um gatinho para tratar como cão. Mas isso não é possível na grande maioria dos casos, até por que o tipo de contato que é adorado por um cachorro pode ser uma tortura para um gato”, explica a doutora veterinária.

Segundo ela, gatos agressivos demais também devem ter a possibilidade de doenças ou dores descartadas antes que se feche um diagnóstico de problema comportamental, pois, esse tipo de estado pode influenciar no comportamento do felino, tornando-o impaciente e violento – fazendo com que seja necessária uma visita a um especialista.

Diferenciando brincadeira de agressão



Para identificar se o comportamento de um felino é realmente agressivo ou é apenas uma forma de brincar que está sendo confundida, é preciso se atentar aos seguintes fatores:

Brincadeira


- A predação ou brincadeira direcionada de maneira errada (mordidas, unhadas, etc.)
- O animal segue a linha tocaia > perseguição > encurralamento > ataque; e está sempre quieto
- O animal vai atrás de tons agudos de vozes ou movimentos súbitos
- Há um reforço ou estímulo ao comportamento por parte do dono

De acordo com a especialista, é importante que os donos de um gato que se comporta de forma agressiva não ajam como uma presa nos momentos em que uma brincadeira se torna um pouco violenta, já que isso pode fazer com que o animal fique ainda mais animado com a situação e, consequentemente, continue com o comportamento.

“O ideal é que se conheça bem o animal e que se mude a forma de brincar, tornando-a mais adequada e menos agressiva. Brincar bastante com o felino de outras maneiras – com varinhas ou brinquedos apropriados, por exemplo - e fazer com que ele gaste sua energia também é uma ótima forma de mudar o comportamento”, comenta Daniela.


Agressão Ofensiva

- A postura do felino é inegavelmente ofensiva
- As orelhas do gato ficam para cima e para frente
- O corpo do animal fica elevado (‘como um touro’)
- A causa do gato fica inchada e rígida, balançando de um lado para o outro
- A postura do animal é mais segura
- Os pelos do felino ficam eriçados
- Os bigodes do animal permanecem normais



Agressão Defensiva

- As orelhas do gato ficam posicionadas para trás ou na lateral
- O corpo do animal fica encolhido
- O bigode do felino fica espalhado ou inclinado pra trás
- A cauda do gato fica ao redor do corpo

Identificando o tipo de agressão do felino

Os tipos mais frequentes de agressão felina podem ser divididos conforme exposto a seguir, e apresentam características distintas, conforme apresentado:

- Por medo ou ansiedade
- Por motivos territoriais
- Por frustração
- Induzido por carinhos


Lidando com a agressividade do felino

Embora sejam menos treináveis quando comparados aos cães, por exemplo, os felinos também podem ser condicionados a agir com menos desobediência, e o treinamento dos gatos nesse sentido deve ser focado no relaxamento e na aceitação de determinadas situações; permitindo que o animal não faça uso da violência durante ocorrências rotineiras em que isso costuma acontecer e sem a necessidade do uso de comandos específicos (como é usualmente feito no adestramento de cachorros).

Independentemente do condicionamento do animal, também há uma série de medidas que pode ser tomada para ajudar no sucesso do processo, e o comprometimento dos tutores do pet é fundamental para a obtenção de bons resultados. Junto com isso, mudanças no ambiente também são chave nesse tipo de treinamento, e costumam incentivar respostas positivas e bastante rápidas por parte dos felinos.


Com isso em mente, confira, a seguir, algumas dicas da Médica Veterinária Daniela Ramos para lidar com a agressividade dos gatos em duas situações específicas e bastante comuns na vida de quem tem um felino nervoso em casa – lembrando que, além das mudanças ambientais e comportamentais, também há casos em que intervenções medicamentosas se fazem necessárias para ajudar no processo:
Agressão por frustração ou impulsividade Para modificar o comportamento agressivo de um gato que se descontrola em função de uma frustração ou da impulsividade, é preciso que seja feito o controle de impulsos do animal por meio de interações controladas (incluindo brincadeiras e treinamentos) iniciadas pelo tutor; que, neste processo, deve passar a ignorar as demandas do felino – sendo que a quebra de conexões diretas entre o tutor e os itens valiosos para o felino é uma das mudanças ambientais que podem ser feitas para esse tipo de caso.


Agressão induzida por carinho Neste caso, o contra-condicionamento e a dessensibilização são os grandes focos do treinamento; e é preciso deixar cientes os donos do pet de que este é um processo gradual e que deve ser direcionado de forma positiva – fazendo o uso de carinhos respeitando o nível de tolerância do animal e oferecendo muitas recompensas quando a iniciativa de receber afagos for do felino.

Independentemente do caso, é essencial lembrar que os donos do felino devem ter muita paciência nesse processo, evitando confrontos ou provocações com o animal e qualquer tipo de punição; fazendo o uso de reforços positivos para modificar o comportamento e o ambiente, conseguindo bons resultados no condicionamento do gato a ser menos violento.


segunda-feira

Gato com frio? Não nesse inverno

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Durante os meses mais frios do ano, os donos devem tomar cuidados especiais para manter os seus gatos saudáveis e confortáveis. A tolerância ao frio varia dependendo da raça e do gato. Algumas raças, principalmente as sem pelo, sofrem mais com o frio e precisam de cuidados especiais para se aquecerem no inverno. 

Para um gato com frio com donos distraídos, o quarto pode virar um lugar perigoso no inverno

Quando a temperatura cai, os gatos procuram lugares fechados e com bastante acolchoamento para se aquecerem. Vários encontram camas perfeitas nas gavetas e armários dos seus donos. Outros também se escondem atrás de almofadas ou entre os travesseiros da cama para se aquecerem. Se você não tomar cuidado, é fácil prender o gato no armário ou até sentar nele quando for utilizar o sofá. Antes de sair de casa, portanto, tome cuidado para não prender seu gato. 
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 Para evitar que os gatos optem sempre por uma gaveta quentinha e acabem deixando as roupas e lençóis cheias de pelo de gato, espaços atraentes devem ser criados para os gatos se aquecerem no inverno. Camas térmicas ou camas cobertas para gatos, que imitam uma toca, podem ser a solução.

Se você tem uma cama para gatos sem cobertura, alguns pequenos ajustes estruturais podem fazer uma grande diferença. Colocar um cobertor na cama, por exemplo, ajuda o gato a se aquecer. Similarmente, tirar a cama do chão e colocá-la em um espaço elevado é uma forma fácil e eficiente de manter o gato quentinho, dado que ele não perderá calor para o chão. O sol é um grande aliado na hora de manter o gato quentinho e confortável. Mudar a cama do gato de local e posicioná-la aonde o sol bate durante o dia também é uma boa ideia. 

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Gatos adultos e idosos sofrem mais durante o inverno 

Na maioria dos casos, os gatos idosos são os que mais sofrem com o frio. Para gatos com frio com artrite, principalmente, os músculos ficam mais tensos e eles têm dificuldades de subir em lugares altos ou até no sofá. Para não sentir dor, eles comumente optam por lugares mais baixos da casa, porém mais frios e menos confortáveis. Assim, os donos de gatos idosos devem ser mais cautelosos com seus felinos durante os meses frios. Ao perceber que o seu gato não está deitado nos espaços mais aconchegantes da casa, eles devem pegar o gato no colo gentilmente e posicioná-los em locais quentinhos e aconchegantes. 

 Chuva e banho reduzem o calor corporal do gato 

Quando o gato molha o seu pelo, ele tem mais dificuldade de manter o seu corpo aquecido. Gatos normalmente evitam água nos dias frios, mas em alguns caso, molhar o pelo é inevitável. Em dias frios, donos devem evitar deixar o gato do lado de fora aonde ele pode se molhar (ex. varanda) e também devem evitar dar banho em casa. Ao dar um banho no gato em dias frios, é necessário garantir que o pelo do felino está completamente seco. 
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 Roupinhas para gatos ajudam ou pioram o problema? 

 Embora os gatos sintam frio, nem todos gostam de vestir roupas. Além de apresentar um certo desconforto, a roupa não deixa o gato se lamber para se limpar, algo bem natural e instintivo para eles. Porém, enquanto alguns não gostam, outros gatos não se importam de vestir roupas no inverno. Gatos sem pelo, por exemplo, sentem bastante frio no inverno e tendem a não se importar com as roupinhas. Também, existem diversos tipos de roupas para gatos e é possível que um gato que não goste de um certo tipo de roupa, se acostume com outro modelo. 

 A ração do gato impacta o quanto de frio ele sentirá no inverno Gatos precisam adequar a sua alimentação para se manter aquecido no inverno. Mas, dar muita comida ao gato no inverno pode significar um gato obeso no verão. Sendo assim, donos precisam conversar com os seus veterinários para verificar a necessidade de alterar a alimentação do gato nos meses frios.
 

As unhas dos gatos: o que fazer com elas?


Arranhões, móveis arranhados, marcas nas roupas; as unhas dos gatos podem ser uma verdadeira dor de cabeça. Muitas pessoas, por comodismo, optam por extrair cirurgicamente as garras do animal e, desta forma, acabar com o problema. No entanto, é desumano mutilar um animal só para solucionar algo que pode ser corrigido com um pouco de treino e paciência.

Antes de dar as recomendações sobre o que fazer para que as unhas não sejam um problema, vamos refletir sobre a importância delas para os gatos:

A unhas ajudam com o equilíbrio e a mobilidade;
Arranhar é um forma de demarcar território;
Ajuda na defesa;
Servem para escalar.

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A seguir, apresentamos algumas recomendações sobre as alternativas para solucionar os problemas de arranhões:

A forma mais fácil de evitar qualquer tipo de problema de comportamento é através da educação desde filhotinhos. A melhor maneira de evitar que um gato arranhe um lugar inadequado, é ensiná-lo desde pequeno, os lugares que ele pode arranhar.

Arranhar é natural para os gatos e é um comportamento benéfico, pois é uma das maneiras que usam para marcar seu território, a saúde mental dos gatos está profundamente ligada ao tempo que dedicam a este ato. Assim, o melhor que você pode fazer é manter um lugar para deixar seu gato arranhar, ensiná-lo a usar este lugar e recompensá-lo quando o usar.

Se você optar pela castração do seu gato, lembre-se de castrá-lo no tempo recomendado (entre os 7 e 10 meses), o que evitará, em partes, que o costume de marcar território seja desenvolvido.


Repelentes

Os repelentes para animais são substâncias projetadas para evitar que eles se aproximem de lugares dos quais você não quer que tenham contato. Os gatos tendem a marcar as mesmas zonas regularmente, portanto, o repelente pode ser usado nos objetos que seu gato costuma arranhar, o que vai afastá-lo sem a necessidade de usar um método violento.


Borrifar água

Outro método não violento para usar com seu gato é jogar um pouco de água com um spray enquanto estiver arranhando um lugar desapropriado. Este método é bastante eficaz para afastar os gatos, mas só funciona se for pego em flagrante, se usar depois, seu gato não entenderá por que está sendo repreendido. 

No entanto, os gatos  podem ser bastante apreensivos para aprender por meio de castigos, desta forma é melhor utilizar o método de recompensas.
Corte de unhas

Também é possível cortar  um pouco a ponta das unhas do gato com certa periodicidade, mas deve ser evitado o corte rente, pois os gatos têm uma veia dentro das unhas, portanto o corte pode causar hemorragia ou danos permanentes nas patas. Alguns preferem levar ao veterinário para realizar o processo, mas se você for cuidadoso não haverá maiores dificuldades.

Deve ser levado em conta se seu gato sai para a rua ou se permanece em casa, pois, ao cortar a ponta das unhas, o gato fica incapacitado de se defender ou de fazer coisas como escalar, por exemplo.
Realizar por ele a demarcação

Os gatos possuem diferentes métodos para demarcar o território, incluindo, obviamente, o uso de feromônios. Alguns veterinários recomendam passar um lenço pelo rosto e corpo do gato para impregnar com o óleo que eles produzem através de suas glândulas faciais e corporais. Os gatos usam esse óleo para marcar objetos como se fossem seus, portanto, se você esfregar seus móveis com o lenço impregnado, é possível evitar que o gato sinta a necessidade marcá-los, pois já estarão demarcados como dele.

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Cobrir os móveis

Alguns donos optam por cobrir os móveis com algum tipo de material duro que não permita que o gato passe por baixo e que cause incômodo ao tocar. Este método, porém, impede que você desfrute de seus móveis e também não faz com que o animal deixe de arranhá-los, pois ele o fará assim que tiver uma oportunidade. No entanto, você pode cobrir os móveis e usar algum outro método, assim você evitará danos enquanto seu pet passa pelo processo de educação e adaptação das normas do lar e faz o reconhecimento do espaço.