Mostrando postagens com marcador adoção. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador adoção. Mostrar todas as postagens

sexta-feira

Casal adota cachorro de 17 anos e dá exemplo de solidariedade


A solidariedade e o carinho de um casal dos Estados Unidos estão comovendo a internet. Eles adotaram Rocky, um cachorro de 17 anos já no fim da vida.

Os novos “pais” do cãozinho vovô resolveram dar a ele uma rotina tranquila e cheia de mimos. Olhem ele preparado para tirar uma soneca:


Como se todo esse amor já não bastasse para nos fazer chorar, a “mãe” de Rocky ainda escreveu uma cartinha super emocionante destinada a ele. Pegue um lencinho e leia a declaração.

“Te adotamos sabendo que teríamos de ter um cuidado extra contigo. Sabendo que um dia você não conseguiria esperar para passear e “usar o banheiro” e nós teríamos que limpar. Sabia que um dia teria de te carregar nas escadas quando você não tiver mais forças para fazer isso. Sabia que eventualmente você perderia a audição e a visão e nós teríamos que gastar dinheiro extra deixando a casa mais segura para você.

Eu sabia que um dia eu teria que me despedir de você. Mas até isso acontecer, você é o melhor presente que eu tive e estou triste porque não pude te dar os 17 anos que você merecia. Mas eu prometo que você vai ter uma vida maravilhosa a partir de agora até o dia em que eu tiver de dizer adeus!”


terça-feira

“Big Brother” é criado em Florianópolis para incentivar adoção de gatos


As unhadas que Carolina Demazi, 30, levou quando criança, cicatrizaram como trauma. Ela detestava gatos. Mesmo assim sua mãe adotou Nina há uma década. A gatinha chegou a trazer transtornos à família. Carolina ficou um ano sem aparecer na casa da mãe. Mas quando resolveu ceder e enfrentar o medo, viu que Nina não era traiçoeira, nem alheia ao seu afeto, como imaginava. Essa conquista, anos depois, foi o gatilho para abdicar de um emprego bem remunerado e do lazer para salvar gatos.

Seus avós e sua mãe venderam seus imóveis e compraram uma casa maior no centro de Florianópolis. Carolina foi morar com eles, reservou um espaço para abrigar os bichanos e dispensou o cargo como gerente de um badalado estúdio fotográfico. Assim nasceu, há dois anos, o projeto “Adote um Ronrom”.

Em outubro do ano passado, foi criado uma espécie de “Big Brother” felino para estimular ainda mais a adoção. Câmeras exibem ao vivo o dia a dia dos gatos. Até o momento é o único projeto social do Brasil a transmitir 24h o que ocorre dentro da casa. Já foram adotados 80 gatos, 120 foram resgatados e 28 recebem auxílio –nesse último caso, são gatos que vivem nas ruas e são ajudados pelo projeto.

Antes de idealizar o próprio empreendimento social, Carolina trabalhou em diversas ONGs que resgatam animais abandonados, Por essa experiência, quis que os gatos que abrigasse desfrutassem de um local limpo, espaçoso e confortável, o que muitas vezes é inviável nos abrigos. “Não queria ser a tia louca dos gatos. Que adota sem limites e os mantém confinados, sujos e comendo qualquer coisa”, disse.

Os gatos recolhidos da rua passam por triagens, exames veterinários, vacinações, tratamentos com vermífugos e castrações.

O projeto abriga 30 felinos. Em média, cada gatinho, se estiver saudável, custa R$ 120 por mês. No entanto, Carolina prioriza casos mais graves. Animais atropelados, doentes ou torturados, como Fênix, que foi queimado vivo.

Todas as despesas são pagas com doações, vendas de objetos da lojinha (canecas, chinelos e chaveiros) e através de assinaturas do Clube do Ronrom, que dá acesso ao portal de transmissão. Até o momento, há cem assinantes e 30 mil curtidas na página do projeto no Facebook.

Quase 40 voluntários trabalham no resgate, no tratamento e nas campanhas de adoções, mas apenas Carolina passou a receber um salário neste ano, por decisão do grupo.

Não é pouco o que ela faz pelos animais, além dos 30 gatos do projeto, cuida dos 19 gatos da família e de um cachorro. Todo o dia, limpa a sujeira de 50 animais.

Também há o desgaste emocional. A fanpage do projeto é bombardeada por pedidos de socorro, mas para garantir a qualidade de vida dos abrigados, ela precisa dizer não a outros gatos.

Tem quem não entenda. Não são poucas as ofensas que Carolina recebe.

“Ano passado fiquei deprimida. Abri mão da minha vida para cuidar deles. Fiquei sem dinheiro para nada. Não tinha nem para comida. Também me sentia cansada, por que não damos conta de suprir a necessidade de todos os animais. Por mais que a gente resgate sempre haverá animais na rua. Isso entristece. Mas cada gato que salvamos, tratamos e doamos recompensa todo o sofrimento”, disse.

Pós-adoção

Mais do que encontrar tutores, o “Adote um Ronrom” quer assegurar a qualidade de vida dos gatos, acompanhando também o período pós-adoção.

Há voluntários que trabalham apenas com essa missão. O resultado é bom, apenas três gatos foram devolvidos. Já Carolina realiza eventos com os adotantes, para saber se eles têm alguma necessidade.

Também há um movimentado grupo no WhatsApp, onde os tutores trocam fotos, vídeos e informações sobre os gatos. Muitos se encontram para que os amimais revejam os amigos.


Silvia Letiz é assídua no WhatsApp do grupo. Ela adotou o Carvão e o Joe, gatos pretos, que costumam ser rejeitados por crendices populares. Carvão foi atropelado, sofreu fraturas na pata, os voluntários o resgataram em um dia de chuva. Ele passou por um longo tratamento antes de conhecer Silvia. Fazia até sessões de acupuntura para sanar as dores.

“Sempre quis um animal, mas moro sozinha em um apartamento. Ficava com pena de deixar um animal me esperando o dia inteiro. Mas, eles se viram bem, cuidam um do outro, e quando chego do trabalho brincamos. Foi minha melhor escolha adotá-los”, conta Silvia.

Caso queira conhecer o projeto, acesse: 

sexta-feira

Campanha de adoção de cães e gatos será realizada nesse final de semana em Suzano (SP)


A ONG PAS (Projeto Adote Suzano) realiza neste final de semana uma campanha de adoção de cães e gatos no estacionamento do Suzano Shopping. Cerca de 50 animais, entre cães e gatos, adultos e filhotes, participam do evento. Todos animais são doados já castrados.

Segundo Lisandro Frederico, presidente da PAS, reforça a importância da adoção e a responsabilidade de castrar os animais. “Hoje em dia são milhares de animais que vivem nas ruas da cidade. A ONG promove esse tipo de evento para dar uma chance de vida digna para esses animais. Um ponto indispensável para o controle de animais nas ruas é a castração, por isso a PAS tem o cuidado de doar todos os animais já castrados”, destaca.

Alguns dos animais que participam do evento estão sob cuidados da ONG há mais de um ano, pois o desinteresse das pessoas em adotar alguns perfis de animais é grande. “Cães SRD (sem raça definida) adultos, animais pretos ou de grande porte são os que mais têm dificuldades para encontrar uma família. Quanto mais tempo um animal fica conosco, mais doloroso se torna a separação. Infelizmente não temos espaço para ficar com todos e dependemos das doações para abrigar novos” destaca Lisandro.

Quem deseja colaborar com a redução de animais nas ruas e dar um lar a um dos cães e gatos, deve procurar a campanha da ONG no estacionamento do Suzano Shopping neste final de semana (27 e 28) das 10h às 18h. Para adotar é necessário ter em mãos o RG, CPF e Comprovante de endereço.

No sábado um evento de adoção simultâneo acontece em Mogi das Cruzes, das 10h às 18h no Poli Pet – Av. Narciso Yague Guimarães, 1670 – Socorro

terça-feira

Mulher transforma casa em abrigo para mais de mil gatos abandonados


A americana Lynea Lattanzio, de 67 anos, afirma ter vivido com mais de 28 mil gatos nos últimos 24 anos. Depois de se divorciar e começar a conviver com os animais, a americana trocou sua casa por um trailer para que os bichanos pudessem ficar livres pelos cômodos da antiga residência.

“Acho que estou no topo da lista de senhora excêntricas com gatos. Não acredito que exista alguém que, em 24 anos, tenha vivido com 28 mil deles. Provavelmente é um recorde”, afirma ela em entrevista à Barcroft Media.


Lynea começou a criar os bichanos em 1992, quando chegou a abrigar 96 gatos até conseguir arranjar um lar definitivo para todos eles. Em 1993, ela tornou-se técnica em veterinária para cuidar da saúde dos animais e, assim, diminuir os custos com os cuidados e poder criar ainda mais animais. Nessa época, a mulher usava apenas o próprio dinheiro e precisou vender até o carro e seu anel de casamento para bancar o local.

“Naquela época, eu estava solteira, não tinha filhos e comprei essa casa enorme e pensei no que estava fazendo”, relembra Lynea. “Eu fui de uma casa de cinco quartos com piscina, bar e a visão do rio para uma casa móvel de metal oxidado”.


A propriedade tornou-se o “Cat House On The Kings”, maior abrigo de gatos livres de gaiolas ou qualquer tipo de grades de toda a Califórnia (EUA). Hoje em dia, o abrigo conta com um grupo de voluntários que ajudam Lynea a cuidar dos 800 adultos e 300 filhotes que esperam por um novo lar.


sábado

Casal adota gata com três patas para a filha que perdeu um braço devido ao câncer


Um casal que vive em Trabuco Canyon, na Califórnia, adotou uma gatinha com apenas três patas para a filha de dois anos, que nasceu com um tipo raro de câncer e teve de amputar o braço esquerdo aos dez meses.

Simone Tipton, mãe da menina Scarlette, disse à ABC News que logo que viu a gatinha “percebeu imediatamente uma ligação especial entre as duas”.

A família Tipton conheceu a bichana de três meses por acaso. Matthew, o pai de Scarlette, estava assistindo às notícias locais pela televisão quando ficou sabendo que uma gatinha foi encontrada com uma pata machucada e levada ao abrigo de animais San Jacinto Valley Animal Campus, no dia 17 de dezembro.



Lá, os veterinários conseguiram salvar a vida da gata, mas precisaram amputar a pata direita.

A família viajou de carro por mais de duas horas para ir ao abrigo e adotar a bichana ainda antes do Natal.

Simone disse que assim que a gatinha chegou na casa da família, Scarlette percebeu os pontos e o tubo de drenagem no local onde foi feita a cirurgia. A mãe contou que a menina também passou pela mesma situação após a amputação do braço.

“Ela apontou para a gata e disse: ‘ela está sofrendo’”, afirmou Simone. Em seguida, a menina pôs a mão no seu próprio ombro esquerdo, onde houve a amputação.

Simone contou que quando Scarlette perdeu o braço, os médicos disseram que a menina teria dificuldade para engatinhar e ficar de pé, mas que com o tempo ela aprendeu a superar suas limitações. Agora, Simone diz notar a mesma força de vontade na gatinha

“Quando nós trouxemos a gata para casa, pensamos que ela teria dificuldade para pular no sofá e na cama, mas ela está saltando pela casa toda como se não tivesse nenhum problema”, afirmou.


A mãe também disse que no abrigo a gatinha foi batizada de Holly, mas eles vão mudar o nome da gatinha para Doc, personagem do desenho “Doutora Brinquedos”, que Scarlette e o irmão mais velho adoram.

A família de Scarlette tem uma página no Facebook para ajudar a arrecadar dinheiro para o tratamento da menina; Veja AQUI

segunda-feira

Gatos estão disponíveis para adoção no Rio de Janeiro (RJ)

Os filhotes da foto estão disponíveis para adoção no Rio de Janeiro, RJ. São cinco fêmeas e três machos, com dois meses de idade. A adoção poderá ser realizada por quem morar em apartamento telado ou casa sem fácil acesso à rua. Interessados ema adotá-los podem entrar em contato com a Carina através do e-mail disponibilizado abaixo. 
Contato: Carina
e-mail: carylebon@bol.com.br

sábado

Gatos precisam de ajuda no Rio de Janeiro (RJ)

A tutora dos gatinhos da foto faleceu. Agora não tem ninguém para cuidar dos animais, pois ela era sozinha. São 19 ao total. 
Quem pode ajudar? 
Contato: Dani Vasques, tel: 21 994928539

segunda-feira

Gatos vencem preconceitos e mostram sua capacidade de salvar vidas


Nem as crises de asma, controladas por medicamentos, foram suficientes para afastar Camila Martins dos bichanos. Só que ela confessa: antes de ter o primeiro, tinha preconceitos.

Eles já nasceram livres, mas não escaparam dos mitos e superstições. Historicamente discriminados, os felinos conquistam o posto de animal de estimação de muitas famílias. Em 10 anos, a população de bichanos será igual à de cães nas casas brasileiras.

“Gatos não são confiáveis.” “Gatos não gostam do dono, só se apegam à casa.” “Cruzar com gato preto dá azar.” “Cães e gatos não podem conviver.” Não são poucos nem novos os mitos — um tanto negativos — que cercam os felinos. Parte deles pode ser explicado pela história ou pela domesticação relativamente recente; outros, pelo temperamento dos bichanos. Dizer que o estigma está perto de acabar é um exagero, já que, ainda hoje, a cada sexta-feira 13, diversos gatos aparecem agredidos nos pontos de atendimento, segundo testemunha Christine Souza Martins, médica veterinária e professora da Universidade de Brasília. Apesar disso, é possível notar um fio puxado neste imenso novelo de maledicências: as pessoas estão se rendendo ao doce encanto dos bichanos.

O espírito livre deles, antes apontado como excesso, agora é característica ideal para quem tem pouco espaço e menos ainda tempo livre para se dedicar a cuidados com animais de estimação. “O gato é mais fácil de cuidar, fica mais tempo sozinho, não destrói a casa. É o animal ideal para quem tem menos tempo e, no período em que você está com ele, traz a mesma satisfação que qualquer outro pet”, explica Christine. Quanto ao espaço, se adaptam bem a apartamentos e também não fazem questão de passeios.

Esses são motivos apontados para o crescimento da escolha por gatos. De acordo com dados da Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet), a população atual de gatos no Brasil é de, aproximadamente, 21,3 milhões, segundo dados de 2012. Em relação ao ano anterior, houve um crescimento de 8,19% no número de gatos domiciliados. Apesar de ainda serem mais numerosos, o aumento gradual de cães se mostrou menor, o que revela uma mudança positiva na relação entre humanos e gatos. José Edson Galvão de França, presidente-executivo da Abinpet, acrescenta que, de acordo com as previsões do órgão, em cerca de 10 anos a população felina deve se igualar à canina.

Camila salvou um gatinho há seis anos: 
"Foi a melhor coisa que fiz na vida"

Uma grata surpresa

“Sempre tive preconceito, meu primeiro gato foi uma surpresa.” A frase da estudante Camila Martins, 20 anos, ilustra seu pensamento pelos bichanos antes de cair de amores por Chaminho. Acreditava que gatos eram antissociais e pouco confiáveis. Preferia os cães. Há seis anos, num dia chuvoso, percebeu um movimento estranho na rua. Era um filhote de gato, com apenas 1 dia de vida. Tinha uma ferida no pescoço e uma patinha bem machucada. Levou o bichano ao veterinário, pagou a conta e preparou-se para ir embora. Imaginava ter cumprido seu dever. 

A clínica, no entanto, disse que não podia ficar com o filhote. “Eu não podia fazer mais nada. Mesmo não sendo fã de gatos, levei para casa”, conta. A partir daí, adequou sua rotina para cuidar dele, o que incluía dar leite na boca, inclusive durante a madrugada. Como foi separado da mãe no nascimento, Camila teve de ensiná-lo a se limpar, simulando lambidas com um algodão úmido em água morna.

O inevitável aconteceu. A rotina de mamãe-gata mudou totalmente a forma de encarar os bichanos: “Hoje, acredito que os gatos são muito mais carinhosos do que os cachorros e mais inteligentes em vários sentidos”. Camila continua apaixonada por cães, mas se tornou capaz de entender a personalidade e a forma de demonstrar amor dos felinos.

Nem as crises de asma, controladas por medicamentos, foram suficientes para que ela se afastasse dos bichanos. Hoje, além de Chaminho, tem dois em casa, Gracinha e Curirim, e mais sete que vivem nas imediações do terreno. Cada um com suas peculiaridades, mas todos muitos sensíveis. “Eles ficam tristes e ressentidos quando não são tratados bem e oferecem carinho extra quando percebem que os donos estão precisando”, diz. 

Rosângela Ribeiro Gebara, gerente de Programas Veterinários da Sociedade Mundial de Proteção Animal (WSPA), explica que isso se deve ao forte vínculo que os felinos criam com seus donos. “Os gatos são espécies menos gregárias que o cão, vivem de maneira mais isolada e independente, geralmente consideram o ser humano como igual, como um parceiro de convívio em meio social”, explica a veterinária.

Para Camila, a pouca adesão de voluntários para cuidar de gatos é preocupante. Aos que têm dúvidas, ela aconselha: “A melhor coisa que eu fiz na vida foi pegar esse gatinho. Antes, eu tinha muito preconceito, mas o gato dá tanto amor quanto o cachorro”.