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sábado

Gato obeso é resgatado após ficar preso em portinhola nos EUA


Sobreviver na natureza pode ser um grande desafio para gatos acostumados desde pequenos às facilidades da vida doméstica. Mas um gato gigante que sempre teve um lar de repente se viu na rua, e não só conseguiu sobreviver, como também manter sua forma de nada menos de 20kg.

Goliath ficou famoso na internet em 2007, após ser resgatado ao ficar preso na portinha de cachorro da casa onde se alimentava escondido. Goliath conseguiu manter seu peso exatamente por isso, porque comia a comida do cachorro. Ao ficar preso na portinha, a dona da casa pediu ajuda da OHS, que foi até lá para resgatá-lo e o levou para o abrigo.

Após chegar no abrigo, ele ganhou o nome Goliath e na mesma noite, ficou famoso após aparecer no noticiário local.

“Não é sempre que temos um gato desse tamanho”, contou Barbara Baugnon, da OHS, “Ele é um bom garoto, e ama atenção e comida! Eu não sei bem por que, mas ele se tornou uma sensação aqui em Portland, as pessoas aqui parecem amar gatos gordos”.

“Quando seu tutor chegou, descobrimos que seu nome de verdade era Hercules”, Disse Barbara, que também ficou sabendo da história por trás da separação de Hercules de seu lar.

Há seis meses, o tutor de Hercules precisou viajar ao Canadá para um transplante de pulmão. Enquanto estava fora, Hercules ficou sendo cuidado por uma pet sitter em casa, e acabou fugindo.

Apesar de Hércules ter ficado no abrigo por apenas uma noite, ele e seu tutor começaram a frequentar o local, dando palestras e participando de ações para alertar sobre a importância de ajudar os abrigos, e claro, de manter seu gato em forma.

Infelizmente, Hércules faleceu algum tempo depois, mas graças à internet, sua história será contada por muitos e muitos anos.

terça-feira

Diabetes em gatos: causas e características


A diabetes mellitus é um problema muito complicado e bastante comum em gatos mais velhos. Estima-se que ocorra em, aproximadamente, 1 em cada 400 gatos. A diabete é, às vezes, referida como “doença do açúcar” por causa da alteração do nível de açúcar no sangue de animais com a doença.

Como ocorre a diabetes mellitus?

No pâncreas, certas células chamadas de “células-beta” produzem insulina. A quantidade de insulina produzida é determinada pelo nível de glicose (açúcar) no sangue. Uma pequena área do cérebro denominada hipotálamo é responsável pelo regulamento da glicose e do apetite. A insulina é necessária para a glicose entrar nas células do corpo, incluindo as células do hipotálamo. Normalmente, quando o nível de glicose está elevado (como após uma refeição), a insulina é liberada, o que permite que mais glicose penetre nas células do hipotálamo, elas, por sua vez, respondem pela diminuição da sensação de fome. Como o nível de glicose do sangue diminui e as células do hipotálamo têm menos açúcar disponível, o hipotálamo sinaliza o corpo para sentir fome novamente.


Diabetes mellitus resulta de uma quantidade insuficiente de insulina a ser liberada pelo pâncreas, ou da liberação anormal de insulina em conjunto com uma resposta inadequada das células do corpo à ação da insulina. Em ambos os casos, a glicose no sangue não pode penetrar nas células do corpo. Na diabetes, embora o nível de glicose no sangue possa ser alto, as células do hipotálamo não recebem nenhuma glicose. As células do hipotálamo, então, continuam a enviar sinais ao corpo que está com fome. Portanto, o gato come mais, mas, mais uma vez, a glicose não consegue penetrar nas células e se acumula na corrente sanguínea, às vezes a um nível perigoso. Embora o gato possa comer mais e mais, a glicose não pode ser usada pelo corpo e o gato pode perder peso.

Danos às células beta podem ocorrer como resultado de uma substância proteica chamada amiloide, depositada em e ao redor das células. O amiloide em torno das células pode bloqueá-las de um bom suprimento de sangue, e a amiloide nas células pode prejudicar sua função e até mesmo causar a morte das células. Continuar as pesquisas sobre o papel que a amiloide desempenha no desenvolvimento do diabetes mellitus em gatos, nos fornecerá informações importantes em relação à previsão, prevenção e tratamento do diabetes em gatos.


Quais gatos são mais propensos a desenvolverem diabetes?

A causa exata da diabetes é desconhecida, mas sabemos que é mais comum na meia idade de gatos obesos. Os machos têm quase duas vezes mais probabilidades de desenvolverem diabetes do que as fêmeas. Doença prévia no pâncreas, genética, desequilíbrios hormonais, infecções e algumas medicações também podem desencadear o problema.


 

Gato obeso morre após iniciar dieta nos EUA


Um gato que sofria de obesidade mórbida morreu – provavelmente de desgosto – no sábado (6), em Costa Mesa, Califórnia (EUA), depois que veterinários lhe prescreveram uma dieta rígida. Ele pesava 16,3 kg, três vezes o peso normal para a espécie.

Apelidado de Carinha (Little Dude) pelos funcionários do abrigo para animais onde vivia, o gato lutava contra a balança desde agosto do ano passado. “As mudanças pelas quais ele vinha passando, com reeducação alimentar e regime provocaram muito stress no Carinha”, afirmou Cortney Dorney, gerente do abrigo.

O gato, que quase não andava, ficou muito jururu com a dieta, e decidiu fazer greve de fome depois que os cuidadores cortaram a costelinha suína, o cupim assado e a tulipinha de frango do cardápio do Carinha. Para alimentá-lo os veterinários tinham que usar uma sonda.

quarta-feira

Obesidade felina exige tratamento especializado


Gatos, assim como os humanos, também podem sofrer com o excesso de peso. E por mais que um felino rechonchudo à la Garfield pareça uma gracinha para muita gente, é importante os proprietários ficarem alertas se observarem que o animal está engordando. A obesidade é uma doença e precisa de tratamento.

“Um sinal claro de que o gato está com sobrepeso é quando se torna difícil sentir suas costelas, sua cintura não é facilmente identificável, seu abdome é distendido e está presente uma bolsa de gordura abdominal”, orienta a médica veterinária da PremieR pet, Keila Regina de Godoy.

Segundo ela, considera-se sobrepeso quando o animal registra de 10% a 15% acima do peso ideal. Entre 15% e 30% acima do peso, considera-se um quadro de obesidade, enquanto acima dos 30% já é obesidade grave.

Na maioria dos casos, a obesidade do bichano é consequência do manejo alimentar inadequado. Por desinformação ou descuido, as pessoas acabam oferecendo uma superalimentação e o pet vai ganhando peso. Isso é particularmente prejudicial aos animais castrados, que possuem maior propensão ao sedentarismo e ao acúmulo de gordura corporal. Mas é algo que pode ser evitado com o uso de um alimento específico para gatos castrados em quantidades corretas.



O Que Fazer

Em situações de sobrepeso, é necessário introduzir uma dieta adequada de baixas calorias (o mercado oferece alimentos de alta qualidade para este fim e o médico veterinário pode recomendar), além de reduzir os petiscos e aumentar a atividade física. Essas medidas vão permitir que o felino volte ao peso ideal e mantenha sua saúde e qualidade de vida.

Já quando a obesidade está instalada, é importante contar não somente com a orientação, mas também com o acompanhamento do médico veterinário. “A obesidade por si só é uma doença e predispõe o gato a outros problemas de saúde, agravando quadros cardíacos, respiratórios e ortopédicos. Além disso o gato perde agilidade para brincar e para realizar sua higiene. Tudo isso compromete sua qualidade de vida e até sua longevidade, tornando imprescindível o tratamento especializado”, ressalta Keila.


E o tratamento da obesidade tem como ponto central a questão alimentar. O mercado já oferece produtos de nutrição clínica para gatos obesos e o médico veterinário é a única pessoa habilitada que pode orientar a conduta em cada etapa do tratamento. “É preciso garantir um emagrecimento efetivo e saudável, de modo a promover uma perda de peso gradativa, mantendo a massa magra e sem passar fome”. Estimular o gato a brincar e se exercitar também é fundamental”, esclarece Keila.


Após o processo de perda de peso é importante não descuidar. Existe uma fase de manutenção que faz parte do tratamento e ajuda a evitar o “efeito ioiô”. Em alguns casos, os gatos precisam receber alimentos light permanentemente, como prevenção. Mas essa orientação também cabe ao médico veterinário, pois pode variar em cada caso.



sexta-feira

Gatinho é abandonado por estar acima do peso



Algumas histórias envolvendo animais são simplesmente inacreditáveis.

O gato Biscuit, que vive em um abrigo em St. Charles, nos Estados Unidos, é protagonista de uma dessas histórias.

Ele foi abandonado há cerca de uma semana por estar acima do peso.

O felino gordinho logo virou xodó dos funcionários do abrigo.

Pesando cerca de 16 kg, Biscuit agora faz dieta e exercícios para poder encontrar um novo dono.

Teresa Gilley, chefe do centro animal, contou ao jornal The Daily Mail sobre a última dona de Biscuit.

— Ela não quis fazer mal a ele. Acho que ela só não sabia o que fazer.

Biscuit ainda não se acostumou com a nova dieta, mas já demonstra melhora em sua saúde.

Se antes ele mal conseguia andar, agora mostra que tem mais energia para brincar.

— Ele é muito doce e gentil. Se você falar com ele, ele responde.

Quem quiser adotar Biscuit terá que se comprometer a mantê-lo ativo e fazendo dieta, tudo pelo bem do gatinho.