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segunda-feira

Mulher arremessa gato pela janela de veículo e causa revolta em Piripiri (PI)


Uma mulher, ainda não identificada, foi vista arremessando uma gata pela janela de um carro, próximo à Agência Caixa Econômica Federal, no centro de Piripiri, localizado a 166 Km de Teresina.

Um senhor afirma que testemunhou o momento em que a mulher parou o carro e arremessou a gata pela janela do veículo.

A Associação Protetora dos Animais foi acionada e está tentando saber a identidade da mulher. Estão verificando se algum prédio nas imediações do local do ocorrido possui câmera que tenha registrado o ato que causou revolta em quem testemunhou o episódio.

Casal é detido por mutilar gatos indefesos em Palotina (PR)


A Polícia Militar de Palotina atendeu na manhã deste domingo (17), uma situação de maus-tratos a animais.

O caso aconteceu após os militares receberem uma denúncia de que em uma residência no Bairro Habita Bem, um cidadão estaria mutilando alguns felinos. No local os Policiais se deparam com seis gatos feridos, com as orelhas cortadas.

A equipe da Associação São Francisco de Assis (ASFA), foi avisada sobre o ocorrido e chamada para comparecer ao local recolher os animais.

Eles foram acolhidos em um Lar temporário e na sequência serão encaminhados para adoção, já os moradores da casa, um casal, foi apreendido e encaminhados a Delegacia da Polícia Civil para as devidas providências.

terça-feira

ONG denuncia amplo mercado de produtos de couro de cães e gatos‏

Peças semi finalizadas de couro de cães foram encontradas 
empilhadas em fábrica. Foto: PETA

Fazer escolhas de compras com uma consciência social nunca foi tão fácil. Atualmente, há uma infinidade de opções acessíveis ao consumidor preocupado com a ecologia e com os direitos animais. No entanto, apesar dessa facilidade, o uso de artigos de couro animal continua em alta, e as espécies animais cujos corpos estão sendo usados confecção de artefatos de couro são cada vez mais variadas e improváveis.

A produção de couro é um negócio tradicionalmente grande na China e, nos últimos dois anos, vieram à tona evidências de que o couro de cães tem sido amplamente manufaturado e vendido no mundo todo, inclusive nos Estados Unidos, de acordo com a ONG PETA da Ásia.

Embora a organização não tenha divulgado os nomes das marcas que vendem produtos à base de couro de cães, pode-se deduzir que o porte desse mercado não é pequeno: a título de escala, só em uma fábrica visitada pela ONG foram encontradas 30 mil peças de couro de cão semi finalizadas.

Em dezembro, alguns membros do congresso americano se manifestaram contra a prática subversiva: os parlamentares Steve Cohen, do Tennessee, Dina Titus, de Nevada, e Alcee L. Hastings, da Flórida, enviaram uma carta ao comissiário Gil Kerlikowske, do departamento de proteção alfandegária dos Estados Unidos (Customs and Border Protection – CBP), a respeito da questão. O trio instou o CBP a ajudar a “evitar que tais produtos sejam vendidos para empresários e consumidores americanos desavisados”, e para que o mesmo considere fazer verificações em amostragens aleatórias de artigos de couro importados.

A importação e a venda de couro e peles de cães e gatos são proibidas nos Estados Unidos desde o ano 2000 mas, segundo a reportagem do Refinery29, é praticamente impossível discernir esses materiais do couro de vacas ou porcos (especialmente se o material estiver sem etiqueta ou for falsamente etiquetado).


“Esses artigos nunca vêm com a etiqueta ‘couro de cão’, de modo que é impossível dizer o quanto tais produtos já possam estar nas prateleiras de lojas ou nos armários de pessoas”, disse a porta-voz do PETA à Refinery29 via email, acrescentando que a indústria de couro da China é extremamente desregulamentada.

Recentemente, o ator Joaquin Phoenix, que é vegano de longa data, gravou um vídeo manifestando-se contra a horrível prática:

“Na cultura americana, os cães são animais amados e fazem parte das famílias. Sendo assim, não faz sentido os cidadãos não levarem seus cães para passear usando uma luva feita de couro de cão, por exemplo”, disse a carta dos senadores.

Medidas preventivas podem levar o CBP a emitir um alerta sobre a situação, segundo o PETA. “O CBP lançou comunicados no passado, alertando aos consumidores quanto aos produtos potencialmente inseguros, e agora uma notificação para que os clientes evitassem comprar inadvertidamente couro de cães e gatos seria uma medida apropriada”, disse a organização (embora a mesma devesse defender uma orientação para que os clientes abrissem mão de qualquer artigo de couro).

A reportagem comenta que, embora os nomes nesta carta representem uma parcela minúscula dos 435 membros do Congresso, esse pode ser o começo de um amplo diálogo a respeito da prática e da ética nebulosa do que se compra e do que se usa, estendendo o caso a uma reflexão sobre o uso de couro de qualquer espécie animal


"CENAS FORTES"

quarta-feira

Cuidadora acusa vizinhos de matarem 66 gatos na Bahia: “Estão matando meus animais”


Tatiana Santos é cuidadora de animais e vive em uma casa de cinco cômodos com 50 cachorro, em Arembepe, no município de Camaçari, região metropolitana de Salvador. A mulher afirma que está sofrendo com a intolerância dos vizinhos que estão matando seus animais

Há 17 anos, Tatiana acolhe animais abandonados e vítimas de maus tratos.

“Eu pego da rua, acolho e ‘boto’ aqui para colocar para adoção. Só que SRD ninguém pega”.

Ela também cuida de gatos, mas os felinos foram vítimas de envenenamento. Tatiana conta que jogaram carne com chumbinho no quintal do imóvel e 66 gatos morreram.

“Eu sei que essa ‘zuada’ incomoda, mas isso não dá o direito de assassinarem meus animais”.

Há dois anos os animais vivem na casa em Arembepe, em uma via residencial e os vizinhos reclamam do barulho feito pelos cães. Além disso, o mau cheiro também incomoda.

Tatiana reconhece que não pode criar tantos animais assim dentro de casa. Mas afirma que não vai abandonar os animais e o jeito é abrir para adoção.

Outros cinco cães também morreram envenenados. Tatiana registrou boletim de ocorrência, mas nenhuma providência foi tomada.

terça-feira

Facebook mantém no ar vídeo de gato sendo incendiado e revolta usuários


No vídeo de dois minutos, dois homens não
identificados aparecem torturando o filhote
O Facebook recusou-se a remover um vídeo que mostra um filhote de gato sendo incendiado depois de ser molhado com gasolina. Segundo a rede social, o conteúdo “não fere nenhuma de suas regras de comunidade”, mas usuários reclamaram sobre a exibição da cena violenta.

No vídeo de dois minutos, dois homens não identificados aparecem torturando o filhote, que é colocado dentro de um pequeno balde no qual é encharcado com o líquido inflamável. Na sequência, eles incendeiam o animal.
 
Originalmente, o post em espanhol diz: “Triste, ninguém tem coração para ver a dor originada da crueldade humana. Veja apenas se você tem coração forte.” Não é possível precisar se o vídeo é atual ou antigo.

Segundo o “Daily Mail”, mais de 14 mil usuários da rede social publicaram comentários no post que mostra o gato sendo maltratado. A grande maioria dos comentários repudia a prática e pede a remoção do vídeo.

Kieran Dunwel,
23, morador da cidade britânica de Tilbury, disse que tentou denunciar o conteúdo, mas seis horas depois o Facebook teria respondido que o vídeo não violava os “padrões de comunidade”. “Isso me deixou enojado e com raiva”, disse ao “Daily Mail”.

Um porta-voz do Facebook confirmou ao “Daily Mail” a decisão de manter o conteúdo na rede social, como forma de os usuários condenarem a violência mostrada e chamar a atenção para o problema da crueldade contra animais.

“Pessoas vêm ao Facebook para compartilhar suas experiências no mundo e, em algumas ocasiões, isso pode resultar em conteúdo que elas possam considerar perturbador”, informou.

“Embora conteúdos que encorajem violência não sejam permitidos, tentamos criar um ambiente balanceado para que as pessoas se expressem e, em alguns casos, condenem o que vejam”, completou.


"Tudo tem um propósito, até as máquinas...”

 
Imagem ilustrativa
"Hoje poderia ser um dia normal, como qualquer outro sábado chuvoso... Já havia escurecido quando eu e meu marido terminamos de passar em algumas lojas para comprar coisas para casa e comida para nossos três gatos. Foi então que meu sábado mudou. Ao sair do pet shop, exatamente na hora em que eu estava passando pela porta, uma senhora chegou com uma caixa que, em vão, tentou deixar aos cuidados de uma funcionária da loja, dizendo:

- Eles estavam na avenida, não podia deixá-los lá, pois iriam morrer. E não posso ficar com eles.

A funcionária nem se mexeu. Então a senhora resolveu deixar a caixa na porta e saiu. Eu não poderia ver esta cena e simplesmente ir embora. Eu sei que a maioria das pessoas iria, mas eu não conseguiria fazer isso. Fui em direção à caixa com medo do que encontraria, temi que estivessem feridos. Mas com coragem a abri, eram dois gatinhos, tinham por volta de um mês de vida, com os olhinhos tristes e cansados. Eu estava com vários pacotes de comida pronta para filhotes, pois havia acabado de comprar para alimentar a filhotinha que resgatei da rua há quase um mês atrás. Não pensei duas vezes, abri a sacola e dei a eles comida, o que prontamente começaram a comer desesperados.

Enquanto eu alimentava os filhotes, algumas pessoas que entravam ou saíam da loja se aproximavam para ver o que havia na caixa, elas se compadeciam, mas ninguém queria se comprometer a cuidar deles. Depois de algum tempo que eu estava ali, apareceu um casal, eles pegaram os filhotes no colo e então eu perguntei se poderiam ficar com eles. Os dois se olharam e disseram que sim. 
Dei a eles vários pacotes de comida e os agradeci imensamente. Finalmente pude sair aliviada, pois com três gatos em casa não seria moleza levar mais dois! Mas em hipótese alguma eu poderia deixá-los alí sem socorro. Até porque só eu vi a cena (e a funcionária que nada fez), se eu não abrisse a caixa ninguém saberia o que havia dentro dela. Então, agora eu entendo que quando eu rezo e peço a Deus para que eu não veja animais sofrendo ou abandonados, ele simplesmente não pode me atender. Como uma amiga me falou um dia, “Deus sabe a quem pedir”... É a mais pura verdade!
Imagem ilustrativa
Depois que eu havia resolvido o principal, tive tempo de pensar na atitude da funcionária da loja. Quer dizer que uma loja imensa com comida, medicamentos, veterinário, dinheiro, não pode fazer nada por um animal abandonado? Acho que no mínimo a empresa já deveria ter criado procedimentos para estes casos. Penso que é uma questão de ética, de amor por aquilo que se faz. Todos os profissionais das mais diversas áreas deveriam ter esta ética. Como professora não nego ajuda a quem venha me procurar com uma dúvida ou pedindo conselho. Nenhum médico deveria negar atendimento à uma pessoa enferma. E nenhum pet shop poderia se eximir da responsabilidade de auxiliar um animal abandonado. Se isto virasse regra viveríamos num mundo maravilhoso, e o melhor, cada um faria um pouquinho, nada além do seu alcance, e ninguém ficaria sobrecarregado. Mas todo mundo só pensa em ganhar dinheiro. Resultado: pessoas vazias, sem amor e infelizes, pois nada vem "de graça", sem merecimento.

E meu sábado “normal” não parou por aí. Depois do alívio, resolvemos assistir ao filme “A Invenção de Hugo Cabret”, que, em minha opinião, mereceu cada prêmio que ganhou, pois, para dizer o mínimo, é um filme ENCANTADOR. Fala sobre amor, perda, família, livros, cinema. Mas o que é mais marcante no filme é o fato de ele deixar claro que tudo tem uma razão de ser. O personagem principal, Hugo, diz em uma das cenas mais belas do filme: 
“Tudo tem um propósito, até as máquinas. Os relógios dizem as horas, os trens levam a lugares... Por isso as máquinas quebradas me deixam triste, não servem aos seus propósitos. Talvez seja assim com as pessoas. Perder o nosso propósito é como estar quebrado...”
Imagem ilustrativa
“Quando eu era pequeno, imaginava que o mundo inteiro era uma grande máquina. As máquinas nunca vêm com peças sobressalentes, vêm sempre com a quantidade certa que precisam. Então entendi que se o mundo fosse uma grande máquina, eu não poderia ser uma peça sobressalente. Eu tinha que estar aqui por alguma razão...”

E é assim que, em um dia que tinha tudo para ser absolutamente normal, eu aprendi ou confirmei uma ideia que já andava pairando faz tempo sobre a minha cabeça, que as coisas mais importantes da vida são as mais simples e as mais urgentes, e que não existe outra forma de sermos felizes ou plenos senão praticando o bem por toda a parte. Se cada ser vivo ou coisa tem seu propósito de ser, é nossa responsabilidade buscar dentro de nós aquilo que temos para oferecer de melhor e doar isto de coração. Pra mim nada é mais importante do que proteger uma vida, seja ela qual for. E nenhuma vida é mais ou menos importante do que a outra. E com isso claro, agradeço pelo dia de hoje e por tudo que tenho, principalmente por aquilo que é invisível aos olhos..." 
Por: Mariana Medina Rodrigues de Lima
Formada em Letras pela USP
Professora de Educação Infantil da Prefeitura do Município de São Paulo
Defensora da causa animal

quarta-feira

Denuncie maus tratos em animais!


"Tome partido. Neutralidade ajuda o opressor, nunca a vítima. 
Silêncio encoraja o torturador, nunca o torturado."

_Elie Wiesel_

Família é mantida presa como refém pelo próprio gato de estimação e chama a polícia de dentro do banheiro

Animal havia se tornado agressivo – Pais, bebê e cão ficaram presos no cômodo até que agentes os “libertaram”.

Uma família que vive em Portland, no estado do Oregon (Estados Unidos), chamou a polícia depois de terem sido feitos de “refém” pelo próprio gato. O felino havia acabado de atacar o bebê do casal.

Teresa Barker disse que castigou o gato de 4 anos, chamado “Lux”, depois que ele avançou no filho. O animal começou então a ter um comportamento agressivo, e, com medo, Tersa e o marido se esconderam no banheiro, junto do bebê e do cachorro da família.
Eles então ligaram para o controle de animais e, como não obtiveram resposta, chamaram a polícia. Os agentes “libertaram” a família, que não sabe ainda se ficará com o gato.

sexta-feira

Mulher cozinha gato vivo em micro-ondas na Inglaterra



Uma mulher de 23 anos está sendo processada na Inglaterra após ter matado um gato no micro-ondas. De acordo com o Daily Mail, a mulher cozinhou o gato vivo, após o animal ter tentado comer o peixinho dourado doméstico da acusada.

Laura Cunliffe, 23, da cidade de Hoyland, colocou o gato de apenas quatro meses no aparelho e o deixou cozinhando por cinco minutos. O gatinho saiu vivo do aparelho, mas não resistiu e morreu em seguida.

A mulher se declarou culpada por causar sofrimento desnecessário ao felino. A sentença deve ser proferida no dia 13.

A foto mostra a acusada e o estado em que ficaram as patinhas do bichano após a maldade.

quinta-feira

Filhote de gato é atirado de carro em ativistas de direitos animais

Little Ric morreu minutos depois de ser atirado do carro.
Foto: Reprodução

A polícia está tentando identificar um indivíduo que atirou um filhote de gato da janela de um carro em um grupo de ativistas de direitos animais na semana passada. O fato aconteceu na Carolina do Norte e as informações são do Huffington Post.

O pequeno gato de 6 a 10 semanas de idade teve a perna fraturada ao bater no pavimento e morreu minutos depois. O animal foi arremessado da janela de um carro Hyundai Sonata “prateado” ou “perolado” no dia 1 de Setembro, em ativistas que participavam de ação da Campanha Dolphin Project contra a matança de golfinhos no Japão, segundo reportagem da WSOC-TV.

“Eu acho que eles consideraram isso engraçado, ou quiseram provocar pessoas que estavam trabalhando para tentar ajudar animais e lidar com seres necessitados e feridos, o que, para mim, torna essa atitude ainda pior”, disse Bruce Pinckney, organizador do evento, à estação de TV.

Um veterinário determinou que o filhote morreu de hemorragia interna, de acordo com o The Charlotte Observer.

Pinckney disse ao Digital Journal que “a reação da polícia foi fantástica” e que o oficial “ficou tão desapontado com o fato como nós”.

A Animal Legal Defense Fund (ALDF) anunciou na sexta-feira que estão oferecendo uma recompensa de 2 mil dólares a quem fornecer informações que levem à prisão e condenação da pessoa responsável pelo crime.

Stephen Wells, diretor da ALDF, declarou em um press release que o evento indica que há “uma personalidade extremamente perigosa à solta”, apontando que a pessoa que fez isso representa uma ameaça não só a animais não-humanos como também às outras pessoas.

“Abusadores quase sempre repetem a violência contra animais indefesos e vitimizam humanos da mesma forma”, acrescentou, citando algo muito repetido por inúmeros especialistas com relação a tal tipo de personalidade estúpida e atroz.

Manifestantes que estavam presentes no evento decidiram chamar o gatinho assassinado de “Little Ric” em homenagem a Ric O’Barry, gerente da campanha The Dolphin Project.

sexta-feira

MAUS-TRATOS: Polícia resgata 17 gatos abandonados em casa de bairro nobre de Brasília


Os gatos ficarão juntos com outros seis, que foram resgatados por vizinhos. A expectativa é que em breve eles possam ser adotados (Foto: Reprodução/TV Record Brasília)

A Polícia Militar Ambiental retirou 17 gatos de uma casa da QI 7 do Lago Norte, região administrativa do Distrito Federal, nesta quinta-feira (5). Eles estavam presos e muitos deles, amontoados em gaiolas.

De acordo com o sargento Marcondes Guedes, o local onde os bichos estavam era sujo.

— Não tem como criar animal em uma residência desabitada. Não há nenhum residente no local.

Os vizinhos denunciaram o caso à polícia depois que os gatos foram vistos na rua, invadindo algumas casas. O cheiro forte que saía do local também incomodou os moradores da região.

Ninguém mora na casa, mas a Delegacia do Meio Ambiente identificou a responsável pelos animais. Ela vai responder por maus-tratos. Moradora da Asa Sul, área central de Brasília, e servidora pública, ela mantinha os gatos trancados na casa dos pais que morreram em 2006.

Segundo a polícia, a mulher teria transtornos psicológicos. Ela não quis falar com a imprensa. Conforme explicou a veterinária Cláudia Godoi, os 17 animais serão levados para o Hospital Veterinário, onde passarão por exames.

— São animais que estão extremamente assustados. Provavelmente, apresentando infecções, de origem principalmente respiratória e oftálmica, pode apresentar atrofia muscular. As vezes, até atrofia do próprio membro.

Os gatos ficarão juntos com outros seis, que foram resgatados por vizinhos. A expectativa é que em breve eles possam ser adotados.

domingo

Gatos de Rua

foto ilustrativa

Gente, PELO AMOR DE DEUS, vamos tentar despertar a consciência das pessoas com relação ao abandono de animais.

Falo porque estou vivenciando, há algum tempo, uma situação muito, muito triste na rua onde eu moro, aqui no interior da Bahia e, acredito que isto deva estar acontecendo em muitos outras cidades.

O abandono de animais é de doer no meu coração.

Há muitos gatos de rua aqui e muitos deles se alimentam no pátio da minha casa, onde coloco vasilhas com ração e com água. Muitas vezes eles costumam ensaiar uma briga mas uso da autoridade com carinho e consigo amainar os ânimos exaltados.

As gatinhas no cio são assediadas pelos machos diuturnamente e até copulam frente a tudo e a todos.

Não sei lidar com gatos porque nunca os tive. Sei lidar com cães, mas faço o que sei e posso. Coloco caixas de papelão para eles se protegerem do frio, travesseiros para aquecer porque o piso é muito frio, e vou levando....

Me apareceu um gatinho usando um cone, provavelmente fugiu de onde morava e o dono não o resgatou de volta. O bichinho está magrinho, hoje consegui me aproximar dele mas como não sei retirar o cone amanhã vou tentar com a funcionária da veterinária, aqui perto, para ver se ela o retira a fim de que ele possa se alimentar melhor. 

foto ilustrativa

Meu Deus! Não sei como existem pessoas tão insensíveis que não se incomodam com tantas barbaridades. Saber que o seu animal desapareceu usando um cone que, por certo, foi colocado por um veterinário para algum tratamento mas há que ser retirado em determinado tempo e não se incomodar em procurar o animal, é não ter alma.

Uma visitante do nosso pátio bebendo água.

No meu pátio nunca falta água , ração, caixas e travesseiros. Eles se alimentam bem e antes de dormir lá pela meia noite coloco a última porção de ração do dia, nos pratinhos, para que os noctívagos e os retardatários possam se alimentar,

O muro é baixinho, eles pulam no muro, passam por entre a grade e entram, onde se alimentam e se abrigam da chuva.

Honestamente, estou preocupada com a situação dos nossos animais no nosso planeta. Deus tenha misericórdia deles, que são obra da Sua vontade.

Vamos cooperar conscientizando!!

Alguns dos que ficam no pátio daqui de casa,
se aquecendo quando há mormaço

soninha

Gatos abandonados precisam de abrigo e carinho


O funcionário público Cássio Mascarenhas Tarcitani, de 40 anos, há um ano e três meses, dedica parte do seu tempo, em dias alternados, entre 17h e 18h, para alimentar quase 16 gatos abandonados em uma casa desocupada, no Jardim Santa Rosália. Desde que deparou-se com os bichinhos, sem amor e um prato de comida, o sorocabano não consegue deixá-los para trás: é como um pai para eles. 

Os gatinhos também contam com a ajuda de um senhor, que mora nas redondezas. "Eu levo comida e água num dia, no fim da tarde, e ele no outro. Faça chuva ou faça sol, estamos lá, mesmo que precise colocar a ração dentro de uma caixa de sapatos", comenta Cássio. Às vezes, o filho do funcionário público, Vinícius Tarcitani, de 14 anos, também separa algumas horas do dia para fazer companhia aos gatos. E, quando um dos três se atrasa para o encontro diário, os animais ficam inquietos e morrendo de fome. 

Parte dos bichinhos já foi castrada, mas ainda espera por uma nova família. "Consegui castração para 10 deles, que é o principal", lembra o cuidador. O problema é que, de acordo com ele, o proprietário da residência em que os gatos ficam pretende demoli-la para aproveitar o espaço, e os gatos vão ficar sem ter onde ficar. "Como ele vai a passar o trator, preciso abrigar os gatos e depois colocá-los para adoção." O próprio Cássio ficaria com todos eles, não fosse os quatro gatos que já moram em sua casa e dividem a sua companhia. 

É por isso que o funcionário público passou meses indo atrás de organizações não-governamentais que pudessem ficar com eles, mas não teve sucesso. "Todas as ONGs com que eu entrei em contato já estavam lotadas", explica. Com a Seção de Controle de Zoonoses, da Prefeitura de Sorocaba, tampouco fez algum progresso: não há mais vaga. E se há, confessa ele, ninguém entra em contato ou retorna as ligações para avisar. Sem ajuda, os bichinhos logo estarão sem um lugar para ficar. 

Mas, se você estiver interessado em levar um dos gatos para casa ou conhecer alguém que possa adotá-los, entre em contato com o Cássio pelos telefones (15) 9683-5371 ou 3327-7734. Deixe que o lado humano e solidário do funcionário público lhe contagie e, neste Mês dos Pais, seja um grande pai (ou mesmo mãe) para aqueles que não querem nada além de muito amor e carinho. 

Conscientize-se 

Antes de comprometer-se com os 14 bichinhos do Jardim Santa Rosália, Cássio costumava cuidar de alguns gatos abandonados que viviam em um cemitério da cidade. Quando pequeno, também teve o seu próprio gatinho, que acabou morrendo atropelado. O amor pelos animais sempre fez parte de sua vida. E, mais do que isso, a conscientização de que os bichinhos também merecem respeito sempre se fez presente. 

O problema hoje é, para ele, o número crescente de pessoas que compram ou adotam um animal de estimação sem se preocupar com as consequências. Quando percebem que é preciso alimentá-lo, mimá-lo e levá-lo ao veterinário com frequência, simplesmente abrem a porta do carro e o abandonam, indefeso, no meio da rua. "Não dá para criticar apenas o poder público, falta conscientização por parte da população que abandona, sem falar nos maus tratos que os animais sofrem nas mãos dos donos", ressalta.

O local onde os animais ficam será demolido e eles ficarão sem ter onde se abrigar


Aluno é acusado de agredir filhote de gato que perdeu o movimento de duas patas


Um jovem de 19 anos, aluno de um colégio estadual em Marechal Hermes, na Zona Norte do Rio de Janeiro, é acusado de agredir uma gatinha de apenas três meses. O caso ocorreu na noite desta quarta-feira e a denúncia, repassada para a ONG Anida (Associação Nacional de Implementação dos Direitos dos Animais). O gato foi recolhido e levado para o Centro de Referência Veterinária (CRV), na Barra da Tijuca, Zona Oeste. Exames de raios X constataram que uma lesão no nervo cervical que fez com que o gato perdesse os movimentos nas patas da frente.


O animal, uma fêmea jovem, permanece sob cuidados de veterinários. Ela recebeu o nome de Bruna, em homenagem ao funcionário Bruno, do CRV, que se emocionou com a história triste do animal. A esperança é de que a gata consiga recuperar os movimentos das patas.

A radiografia que mostra a lesão na cervical 
Foto: / Arquivo pessoal

Segundo Andréa Lambert, da ONG Anida, a gatinha pode ser adotada. Os interessados podem mandar um e-mail para andrealambertvet@gmail.com.