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terça-feira

Como saber se meu gato está com verme



Muitas vezes um animal pode ter vermes mesmo que você não veja qualquer evidência disso. Lombrigas (ascarídeos) tem vários centímetros de comprimento, parecem um espaguete, e podem, ocasionalmente, serem vistos nas fezes ou vômito de um animal infectado; normalmente, porém, você não os verá.

Ancilóstomos e vermes nematódeos são muito pequenos e, praticamente, impossível de serem vistos nas fezes ou vômito.

Os segmentos da tênia podem ser visto; eles parecem com segmentos retangulares se movimentando ao redor da área anal do animal, ou como arroz branco ou sementes pepino ao redor do ânus.

Por isso, basicamente, exceto as tênias, a melhor forma de diagnosticar os vermes em um animal de estimação é fazer um exame de fezes realizado pelo seu veterinário. 

Em um exame fecal, procuramos os ovos dos vermes no microscópicos. Os ovos não estão sempre presentes nas fezes, mesmo assim o animal pode está com vermes. É por isso que a desparasitação regular é realizada, mesmo que as evidências dos vermes não estejam presentes. 

Exames fecais ainda devem ser realizados regularmente para detectar a presença de espécies de vermes parasitas, que não podem ser mortos por nossos parasiticidas normais.



sexta-feira

Doenças Cardíacas dos Felinos


Assim como os cães, os gatos apresentam doenças cardíacas graves. Porém diferente dos cães, os gatos não costumam manifestar sinais clínicos que indiquem a presença de doenças. Normalmente, a descoberta da doença cardíaca nos gatos é tardia e com lesões irreversíveis.

Alguns sinais observados, geralmente quando a doença já está muito avançada, incluem dificuldade respiratória, aumento na freqüência respiratória, fraqueza, apatia, anorexia, paralisia ou paresia dos membros posteriores e morte súbita.

Em virtude da demora na apresentação dos sinais de doença, estas geralmente são descobertas pelo médico veterinário durante os exames de rotina. A ausculta de um sopro ou arritmia cardíaca em um gato é motivo para uma avaliação cardiocirculatória do paciente. Por isso, é muito importante que os felinos com até 8 anos de idade sejam levados ao veterinário pelo menos uma vez ao ano para check up, e aqueles maiores de 8 anos, duas vezes ao ano.

Alguns exames estão disponíveis para auxiliar na detecção dessas doenças, como eletrocardiograma (ECG), ecocardiografia e raio X. As doenças cardíacas não têm cura, porém, a partir do diagnóstico, é possível fazer o controle da doença e ajudar a prolongar a vida dos nossos gatos.

A alteração mais comuns é a cardiomiopatia hipertrófica, mas encontra-se também a cardiomiopatia dilatada e a restritiva. Todas causam problemas a médio e longo prazo.

A causa das doenças ainda não é conhecida, porém a substituição nos últimos anos de comida caseira por ração industrializada, fez com que houvesse diminuição nas doenças cardíacas decorrentes da deficiência de taurina, pois nos alimentos comerciais há a suplementação desse aminoácido. As doenças cardíacas também podem estar relacionadas a quadros de hipertireoidismo e hipertensão.

Estar sempre atento às mudanças de comportamento, oferecer ração de qualidade e fazer exames de rotina são cuidados que permitem prolongar e melhorar a vida dos felinos, proporcionando que possam aproveitar da vida familiar por mais tempo em companhia do dono, de maneira saudável.

sábado

Descubra todos os benefícios da ultrassonografia em cães e gatos


A medicina veterinária de pequenos animais vem a cada ano, se aprimorando em busca dos melhores diagnósticos e tratamentos de moléstias que podem acometer os indivíduos. Assim, a ultrassonografia vem como ferramenta fundamental de diagnóstico complementar, é um método não invasivo e que permite a avaliação morfológica de diversos órgãos.

A ultrassonografia é um método de exame de imagem que utiliza ondas sonoras de alta frequência, os quais após atravessarem os tecidos dos órgãos estudados, retornam em forma de ecos fornecendo imagens instantâneas durante o procedimento de avaliação. O diagnóstico pela imagem se torna fundamental, pois através dele é possível um diagnóstico mais preciso da patologia que acomete o animal, possibilitando uma melhor indicação de tratamento.

Para uma interpretação precisa dos achados ultrassonográficos, o médico veterinário deve considerar outras informações como o histórico, sintomatologia clínica, exame físico e laboratorial. O exame é simples, não necessitando nenhum tipo de preparação prévia e normalmente não é necessária à sedação do animal.

Fonte: CPT Cursos Presenciais
Adaptação: Revista Veterinária