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terça-feira

5 coisas que você nunca deve fazer com seu gato


Fazem séculos que os gatinhos optaram por estar junto aos seres humanos. No entanto, apesar do tempo transcorrido, algumas pessoas não conseguem entender essas criaturas maravilhosas. Por isso, hoje vamos falar sobre as coisas que você nunca deve fazer com seu gato.

Muita atenção: você jamais deve fazer estas coisas com seu gato

Sem dúvidas, o mundo mudou num ritmo frenético nos últimos anos. No caso dos gatinhos, está ficando para trás o conceito de que são seres absolutamente independentes, os quais podemos deixar vagando por telhados e jardins alheios.

E também está ultrapassada a ideia de que não é preciso se preocupar muito com sua alimentação porque, como bons caçadores que são, sabem procurá-lasem maiores problemas.

A realidade diz que, se você escolhe um gato como animal de estimação, deve ser tão responsável quanto com qualquer outro animalzinho de companhia. E isso significa que você tem que cuidar do seu bem-estar a partir de diferentes aspectos.

Assim que, tenha sempre em mente as coisas que você nunca deve fazer com seu gato.

Compartilhamos uma lista das coisas que jamais deve fazer com seu gato, se deseja conviver com um animal de estimação saudável e feliz.


1. Remover as unhas

Não existe rosa sem espinhos, já diz o ditado. E deveria ter adicionado também não existe gato sem unhas. Por isso, embora a prática de remover as garras dos gatinhos tenha tido – e ainda tenha certa popularidade em alguns lugares – nunca submeta o animal a esta tortura.

Sem dúvida, remover as unhas é uma forma de maltratar o felino. É que, além do desconforto físico que você provoca com isso, ao remover as unhas você está tirando a essência do gatinho. Eles são caçadores natos e gostam de escalar em diferentes lugares. Sem suas garras, essas e outras atividades são praticamente impossíveis de serem realizadas.

O mais provável é que os animaizinhos desenvolvam diferentes problemas de comportamento. Você pode, sem problemas, cortar um pouco as unhas para sofrer menos riscos e proteger seus móveis.


2. Vesti-lo ou enchê-lo de acessórios

A tendência de humanizar os animais de estimação segue em plena ascensão e o mercado a acompanha. Por exemplo, as ofertas de roupas e acessórios são abundantes. No entanto, se você insiste em vestir seu gato, além de sentir-se incomodado, ele pode começa a manifestar alguns comportamentos que indicam que algo não anda bem, como:

Apresentar problemas na pele
Perder mobilidade
Ficar preso em algum lugar ou se machucar
Não ser capaz de fazer sua assepsia corretamente

Nesta categoria, também entra o famoso sininho. Evite-o. O barulho causado por este elemento incomoda demais os gatinhos. Com o tempo, eles correm até mesmo o risco de ter perdas auditiva.


3. Fumar na frente dele e dentro da casa

Se apesar das advertências médicas você ainda é uma dessas pessoas que não querem ou não podem deixar o cigarro, lembre-se que o fato de você fumar em seu lar é absolutamente prejudicial aos animais de estimação.

Assim que, se não fizer por você, faça pelo seu amigo peludo e deixe esse vício de lado. Se você fuma, não afetará apenas os pulmões do seu peludo com a fumaça. Como são animais que se lambem com frequência para se limpar, se compartilham sua vida com um fumante, arrastarão com sua língua todas as partículas tóxicas que provêm do cigarro.


4. Assustá-lo

Existem pessoas que acham divertido assustar seu gatinho para observar as reações que ele tem. Muitas pessoas até mesmo gravam e colocam os vídeos na internet. Mas você tem que saber que esse item deve ocupar os primeiros lugares na lista de coisas que jamais deve fazer com seu gato.

A verdade é que esses animaizinhos são muito sensíveis. Se insistir nessa prática, conseguirá apenas um animal de estimação amedrontado e desconfiado, que passa seus dias encolhido em um canto.


5. Permitir que ele vague sem controle

Embora tenhamos conhecimento de sobra que os gatos são animais apaixonados por explorar seu entorno, a realidade diz que nesse mundo amplo e maravilhoso, existem milhares de perigos a serem descobertos. Entre eles:
Humanos agressivos ou que envenenam alimentos
Carros que passam em alta velocidade
Gatos os cães com os quais podem ocorrer brigas
Risco de contrair diferentes tipos de doenças

E sempre existe a possibilidade de que o animalzinho se perca e não consiga voltar para casa.

Então, o melhor que você pode fazer é procurar um lugar protegido para seu amigo felino, para que explore todo seu espaço. Se você tem um jardim, varanda ou terraço, deve prepará-lo com algum tipo de proteção para que o gatinho não escape. Se não possui esses ambientes, uma janela é sempre bem-vinda. Você também deve comprar, ou fazer você mesmo, brinquedos diversos. Ou construir uma “árvore” de papelão. Seu animal de estimação irá se deliciar.

quarta-feira

CINCO COISAS QUE FAZEM UM GATO SER FELIZ


Quando decidimos deixar um animal fazer parte de nossa família, é claro que procuramos fazer o melhor por ele. Donos responsáveis devem estar sempre atentos às necessidades e cuidados específicos de cada bicho de estimação. Por isso, hoje daremos algumas dicas para deixar um gato feliz.

Quando um amigo ronronante chega em seu novo lar, é claro que ficará um pouco cauteloso no primeiro momento. Mas logo ficará habituado aos diferentes espaços e muitas vezes nos fará duvidar sobre quem é o verdadeiro dono da casa.

Entretanto, estas adoráveis criaturas logo conquistarão nossos corações. E, por esse motivo, embarcaremos na apaixonante tarefa de buscar mil e uma maneiras de deixá-los confortáveis e contentes. Assim, anote algumas dicas que ajudarão o seu bichano a esbanjar felicidade.

*1. Adequar a casa às suas necessidades*

Para que um felino fique contente, é preciso oferecer, entre outras coisas:

- Arranhadores para que mantenha as unhas em forma (e para que não destruam os móveis)
- Espaços adequados para que ele durma confortavelmente e se sinta seguro
- Lugares para se esconder (nada o deixará mais feliz que uma caixa)
- Superfícies onde ele possa subir e contemplar o mundo de diferentes alturas
- Brinquedos que possam ser “caçados”
- Uma caixa de areia localizada em um lugar discreto

*2. Permitir que ele acesse o exterior*

- Embora os gatos caseiros e castrados sejam perfeitamente capazes de viver dentro de uma casa, estes animaizinhos adoram explorar ao ar livre. Assim, se houve uma possibilidade, não o prive do acesso ao jardim, à cobertura ou à varanda. Se isso não for possível, uma janela com vista para o exterior também é uma boa opção. Mas claro, tenha cuidado para que o animal não escape e corra perigo de se perder ou sofrer acidentes.

*3. Brincadeiras e carinhos*

Estes charmosos felinos amam brincar e ser acariciados. 
Mas são eles próprios que determinam o momento adequado para estas atividades. E também deixam muito claro quando é o momento certo de parar. Além disso, os felinos aceitam carinho apenas em determinadas partes de seus corpos, que podem variar de animal para animal. 
Então, com observação, paciência e muita tentativa e erro, você aprenderá como fazer um gato feliz na hora da brincadeira e dos carinhos.

*4. Um companheiro felino*

Embora em algumas situações possa haver problemas de cio ou adaptação, principalmente se forem animais adultos, o ideal é ter mais de um gato em casa. Além de fazerem companhia para o outro e se higienizarem juntos, os bichanos também se divertirão muito. E farão a alegria de seus donos. Presenciar o espetáculo que são dois felinos brincando juntos é uma das melhores coisas da vida.

*5. Alimentação adequada e petiscos*

Uma alimentação equilibrada, de acordo com as recomendações do veterinário e das características do animal, ajuda a manter uma boa saúde. E um felino saudável é também um felino feliz. Mas se você quer deixar o seu gato feliz de verdade, recompense-o com alguma comida que ele gosta muito. Sempre na medida exata e sem colocar em risco a sua dieta, não deixe de mimar o seu bicho de estimação com algum petisco. Se tiver qualquer dúvida, converse com um profissional de sua confiança.

*Outros conselhos para cuidar do seu gato*

Além de todos estes detalhes, que farão com que seu amigo feliz seja um animal que vive contente, não esqueça de outras responsabilidades que contribuem para o seu bem-estar:

- Visitas regulares ao veterinário
- Vacinas
- Desparasitação interna e externa
- Portanto, cuide e ame muito o seu gatinho. Você verá como além de ter um animal feliz, você também será uma pessoa muito mais alegre.

MOGGY, UMA GATINHA COM DUAS PATAS MUITO FELIZ


Existem histórias repletas de espírito de superação que nos tocam o coração e nos fazem aprender muito sobre os animais. Esse é o caso de Moggy, uma gatinha que tem apenas duas patas; sabe ir em frente sempre com alegria e desfrutando a vida. Hoje, vamos contar para você a história dela, com a qual todos podemos aprender muito.

Moggy é uma gatinha que vive na Tailândia. Certo dia, um terrível acidente aconteceu no lugar onde ela se encontrava, infelizmente. Uns cabos soltos provocaram uma descarga elétrica e, por má sorte, Moggy estava lá.

Por causa do acidente, essa gatinha perdeu duas patas e também a cauda. Mas ela estava disposta a não se render. A pesar das más premonições, já que os vizinhos pensaram que uma bomba tinha explodido, viram que um gatinho de rua, que encontraram uma semana depois do ocorrido, estava prestes a morrer.

Moggy estava gravemente ferida. Mas uma mulher a acolheu e lhe deu a ajuda veterinária que precisava. As patas dianteiras dela e sua cauda tinham desaparecido. A senhora lhe deu o nome de Moggy e nunca perdeu a esperança de que ela poderia se recuperar.

Com a força das consultas com o veterinário, a cicatrização das feridas dela e muito amor, Moggy chegou a ser a gatinha feliz que se conhece hoje.

*_Moggy se torna famosa na Internet_*

A pesar de hoje existirem próteses para o problema de Moggy, sua dona não quis pô-las nela. Isso porque essa gatinha de duas patas se desenvolve maravilhosamente com apenas as duas patas traseiras. As têm muito fortes e pode subir e descer escadas e da cama, saltar e fazer tudo o que precisa para ser feliz.

A história dela de superação não podia continuar escondida do mundo. Por isso, a dona de Moggy tornou pública nas redes sociais as vivências da gatinha, para que ajude a todos aqueles que estão passando por situações difíceis.

Logo a experiência dela ecoou na Internet e chegou a milhares de pessoas. A forma tão peculiar dela andar dela fez com que ganhasse o carinhoso apelido de *Dino Cat.* Esse apelido vem dos famosos Tiranossauros rex, que caminhavam sobre duas patas e, além disso, ela tem duas patinhas dianteiras muito pequenas e grudadas ao corpo.

*Dino Cat ou Moggy,* como a chamam aqueles que a conhecem de perto, é famosa na Internet. Mas estamos certos de que o que mais lhe alegra é ter encontrado um lar, onde ser feliz e no qual se sente querida e amada.

Crianças aprendem sobre bem-estar animal e ajudam gatos abandonados em Abu Dhabi


Após um aumento de casos de crueldade contra gatos em Abu Dhabi, capital dos Emirados Árabes Unidos, um programa de educação liderado por ativistas está tentando reverter a situação e educando crianças sobre o bem-estar animal.

Os membros do grupo Animal Welfare Abu Dhabi (Awad) perceberam um aumento nos maus-tratos contra animais e querem educar a geração jovem para evitar que isso se perpetue.

Grupos de assistência social em Dubai e Abu Dhabi relataram que gatos foram mortos ou mutilados nos últimos meses, sendo que alguns incidentes muito perturbadores foram filmados e postados nas mídias sociais.

A Al Rabeeh foi a escola na capital a se beneficiar das lições dadas por Susan Aylott, d Awad. As crianças também visitaram uma estação de alimentação próxima e ajudaram 15 gatos abandonados. Aylott estabeleceu várias estações de alimentação para gatos e trabalha com o município em seu programa de esterilização.

“À luz do que vem acontecendo recentemente, com alarmantes casos de abuso de animais, foi encorajador receber uma resposta positiva a este projeto. Com a escola a bordo, esperamos liderar o caminho para outros seguirem o exemplo. Mostramos às crianças que essas estações são importantes para que os gatos se tornem parte de uma colônia estável e saudável”, disse.

Professores e alunos receberam um pacote educativo da Fundação Internacional para o Bem-Estar Animal, com notas para os professores e um programa de trabalho de uma hora sobre o bem-estar animal. “O programa está disponível em inglês e árabe, é facilmente transferível para outras escolas”, disse Aylott.

Phil Yates, vice-diretor adjunto de Al Rabeeh, disse que os 850 alunos da instituição aproveitaram as aulas e gostaram de interagir com os gatos, segundo o The National.

“Sempre tivemos um grande número de animais abandonados ao redor das instalações da nossa escola e percebemos que a percepção de nossas crianças sobre os gatos não eram tão positivas como esperávamos”, afirmou.

“Nosso conselho estudantil e os líderes da escola têm apreciado o trabalho de manter a estação de alimentação até agora e de aprender a cuidar de gatos, respeitando os animais e seu ambiente. Esperamos que as crianças compartilhem suas experiências positivas e o que aprenderam com seus familiares e continuem a promover o bem-estar animal”, finalizou.

Gatos cegos resgatados de acumuladora aguardam por ajuda em São Paulo (SP)

Vários animais estão vivendo em condições insalubres na casa de uma acumuladora no Capão Redondo, em São Paulo. Em um cenário de holocausto, cães e gatos dividem o pouco espaço com lixo e entulhos. Muito acabam doentes, debilitados e brigando por comida.

Entre os animais, sete gatinhos precisam de ajuda urgente para sair dessas condições. Cinco gatinhos estão cegos, e passam os dias em cima de uma tábua, sem ter como descer e se alimentar. Os animais estão recebendo ajuda de uma protetora, mas a mesma não tem condições de manter todos os cuidados que os gatinhos necessitam. Ela precisa de doações de ração, areia, medicamentos e auxílio para conseguir atendimento veterinário.
Apesar das limitações, os gatinhos merecem uma chance de ter uma vida tranquila em um ambiente limpo, onde possam se alimentar normalmente e se sentir em segurança.

Caso alguém possa ajudar a protetora oferecendo lar temporário, doações ou queira adotar um gatinho, entre em contato. Outros animais também aguardam por resgate, mas devido a condições críticas em que os gatos estão, eles precisam de uma vida nova, antes que sofram outras atrocidades devido a falta de cuidados.


domingo

Gatos Agressivos : Motivos e Soluções


Segundo Daniela Ramos,Médica Veterinária,em boa parte dos casos, os gatos agressivos apresentam esse tipo de comportamento em função de algum tipo de medo, incômodo ou até querendo brincar – e é necessário identificar o que causa a agressividade do animal para que seja possível contornar a situação e modificar o comportamento; condicionando o felino a um tipo de atitude mais tranquila diante de alguma ocorrência que não lhe agrade.

“Os gatos, por natureza, já brincam de uma forma que pode ser considerada um pouco mais selvagem; e quando brincadeiras com as unhas e com mordidinhas são incentivado pelo dono do pet quando o felino ainda é filhote – e as unhadas e mordidas não machucam – isso pode se tornar um problema no futuro”, explica a especialista.

De acordo com ela, também há casos em que os tutores de gatos extremamente agressivos consideram esse tipo de comportamento muito normal – juntamente pelo fato de os felinos serem mais ‘selvagens’ por natureza – e acabam contribuindo para a violência do animal; já que nenhuma medida é tomada para amenizar ou acabar com o problema.

Em uma pesquisa específica feita com 107 proprietários que levaram seus gatos de estimação para consultas de rotina em clínicas veterinárias, 49,5% dos tutores afirmaram ter felinos agressivos em casa, sendo que as principais situações em que alguns tipos de violência foi apresentado são:


- Enquanto o gato é acariciado
- Enquanto o gato brinca
- Enquanto o gato está protegendo seu território ou comida
- Quando o gato está assustado ou entra em contato com um animal desconhecido
- Quando o felino entra em contato com uma pessoa desconhecida

Em função disso, uma série de testes foi feita para medir os níveis de estresse nos felinos que apresentavam esse tipo de atitude mais arisca, revelando que os gatos que toleravam carinhos por muito tempo sem atacar apresentavam índices altíssimos de estresse – ao passo que os felinos que atacavam quando incomodados pelos carinhos destacavam níveis inferiores nesse sentido.

“O gato é um animal semi-social, e não tem o mesmo repertório do cão para mostrar quando não quer contato, por exemplo. Proximidade demais é algo incompatível com muitos gatos, e a vida em espaços menores e mais fechados contribui para esse tipo de situação de agressividade; já que o felino é obrigado a conviver nesse ambiente e a desenvolver comportamentos sociais que não são naturais para ele, tornando-se agressivo”, esclarece Daniela.


Para resolver o problema, portanto, é fundamental que a complicação não seja subestimada e que o tutor do animal tenha a orientação adequada, estando aberto a mudanças e otimista em relação aos resultados dos seus esforços pra mudar o comportamento do pet.

“Muitas pessoas querem ter um cachorro e, em função da falta de espaço em casa, acabam adotando um gatinho para tratar como cão. Mas isso não é possível na grande maioria dos casos, até por que o tipo de contato que é adorado por um cachorro pode ser uma tortura para um gato”, explica a doutora veterinária.

Segundo ela, gatos agressivos demais também devem ter a possibilidade de doenças ou dores descartadas antes que se feche um diagnóstico de problema comportamental, pois, esse tipo de estado pode influenciar no comportamento do felino, tornando-o impaciente e violento – fazendo com que seja necessária uma visita a um especialista.

Diferenciando brincadeira de agressão



Para identificar se o comportamento de um felino é realmente agressivo ou é apenas uma forma de brincar que está sendo confundida, é preciso se atentar aos seguintes fatores:

Brincadeira


- A predação ou brincadeira direcionada de maneira errada (mordidas, unhadas, etc.)
- O animal segue a linha tocaia > perseguição > encurralamento > ataque; e está sempre quieto
- O animal vai atrás de tons agudos de vozes ou movimentos súbitos
- Há um reforço ou estímulo ao comportamento por parte do dono

De acordo com a especialista, é importante que os donos de um gato que se comporta de forma agressiva não ajam como uma presa nos momentos em que uma brincadeira se torna um pouco violenta, já que isso pode fazer com que o animal fique ainda mais animado com a situação e, consequentemente, continue com o comportamento.

“O ideal é que se conheça bem o animal e que se mude a forma de brincar, tornando-a mais adequada e menos agressiva. Brincar bastante com o felino de outras maneiras – com varinhas ou brinquedos apropriados, por exemplo - e fazer com que ele gaste sua energia também é uma ótima forma de mudar o comportamento”, comenta Daniela.


Agressão Ofensiva

- A postura do felino é inegavelmente ofensiva
- As orelhas do gato ficam para cima e para frente
- O corpo do animal fica elevado (‘como um touro’)
- A causa do gato fica inchada e rígida, balançando de um lado para o outro
- A postura do animal é mais segura
- Os pelos do felino ficam eriçados
- Os bigodes do animal permanecem normais



Agressão Defensiva

- As orelhas do gato ficam posicionadas para trás ou na lateral
- O corpo do animal fica encolhido
- O bigode do felino fica espalhado ou inclinado pra trás
- A cauda do gato fica ao redor do corpo

Identificando o tipo de agressão do felino

Os tipos mais frequentes de agressão felina podem ser divididos conforme exposto a seguir, e apresentam características distintas, conforme apresentado:

- Por medo ou ansiedade
- Por motivos territoriais
- Por frustração
- Induzido por carinhos


Lidando com a agressividade do felino

Embora sejam menos treináveis quando comparados aos cães, por exemplo, os felinos também podem ser condicionados a agir com menos desobediência, e o treinamento dos gatos nesse sentido deve ser focado no relaxamento e na aceitação de determinadas situações; permitindo que o animal não faça uso da violência durante ocorrências rotineiras em que isso costuma acontecer e sem a necessidade do uso de comandos específicos (como é usualmente feito no adestramento de cachorros).

Independentemente do condicionamento do animal, também há uma série de medidas que pode ser tomada para ajudar no sucesso do processo, e o comprometimento dos tutores do pet é fundamental para a obtenção de bons resultados. Junto com isso, mudanças no ambiente também são chave nesse tipo de treinamento, e costumam incentivar respostas positivas e bastante rápidas por parte dos felinos.


Com isso em mente, confira, a seguir, algumas dicas da Médica Veterinária Daniela Ramos para lidar com a agressividade dos gatos em duas situações específicas e bastante comuns na vida de quem tem um felino nervoso em casa – lembrando que, além das mudanças ambientais e comportamentais, também há casos em que intervenções medicamentosas se fazem necessárias para ajudar no processo:
Agressão por frustração ou impulsividade Para modificar o comportamento agressivo de um gato que se descontrola em função de uma frustração ou da impulsividade, é preciso que seja feito o controle de impulsos do animal por meio de interações controladas (incluindo brincadeiras e treinamentos) iniciadas pelo tutor; que, neste processo, deve passar a ignorar as demandas do felino – sendo que a quebra de conexões diretas entre o tutor e os itens valiosos para o felino é uma das mudanças ambientais que podem ser feitas para esse tipo de caso.


Agressão induzida por carinho Neste caso, o contra-condicionamento e a dessensibilização são os grandes focos do treinamento; e é preciso deixar cientes os donos do pet de que este é um processo gradual e que deve ser direcionado de forma positiva – fazendo o uso de carinhos respeitando o nível de tolerância do animal e oferecendo muitas recompensas quando a iniciativa de receber afagos for do felino.

Independentemente do caso, é essencial lembrar que os donos do felino devem ter muita paciência nesse processo, evitando confrontos ou provocações com o animal e qualquer tipo de punição; fazendo o uso de reforços positivos para modificar o comportamento e o ambiente, conseguindo bons resultados no condicionamento do gato a ser menos violento.


segunda-feira

Cientistas afirmam que os gatos vivem mais tempo do que os cães porque são independentes


Os cachorros vivem 12 anos em média e os gatos, 15.anos.

Quando o assunto é a expectativa de vida, os gatos estão ganhando dos cachorros.

Os cães vivem 12 anos em média e os felinos, 15.

E especialistas afirmam que a natureza mais independente dos gatos pode ser o segredo do sucesso para ter uma vida mais longa.

Enquanto os cachorros são mais sociáveis e costumam viver em grupos, os felinos são mais reservados e isso diminui suas chances de adquirir ou propagar doenças.


Além disso, o biólogo Steve Austad alega que os gatos sabem se defender melhor do que os cães, porque estão sempre alertas e são muito ágeis:

Se você já tentou pegar um gato que não queria ser alcançado, você descobriu que eles têm todo tipo de armamento que os cachorros não têm. Os cães podem ser ferozes, mas eles só têm a boca e não podem te machucar com mais nada.

Ele acredita que essas características tenham influenciado a expectativa de vida de cães e gatos durante a evolução das espécies.

Estudos sobre envelhecimento são importantes para descobrir como ajudar nossos pets a viverem mais tempo e com saúde.

sábado

Protetora pede por ajuda para gatos resgatados em estado de saúde crítico em São Paulo (SP)


Uma protetora pede por ajuda para um caso onde uma senhora que viva na região de Interlagos, na grande São Paulo, e cuida de muitos animais. A senhora, mesmo sem ter condições, abriga cerca de 30 gatos, e muitos estavam em estado grave. Após uma visita, a protetora conseguiu que alguns gatos, que estavam em estado mais crítico, fossem levados para clinica veterinária, onde receberam tratamento que necessitavam.


Mas ainda existem muitos animais que necessitam de cuidados e a protetora não tem condições de custear todas as despesas, e ainda mais os gastos com a clinica veterinária. A protetora pede por ajuda, para que os gatinhos possam ter todo tratamento que necessitam. Caso alguém puder ajudar, seja com doação de ração, materiais para limpeza, medicamentos ou de outras formas, entre em contato.

Contato: Sônia Fernandes
(11) 98581-2602 (WhatsApp)

sexta-feira

Casal adota cachorro de 17 anos e dá exemplo de solidariedade


A solidariedade e o carinho de um casal dos Estados Unidos estão comovendo a internet. Eles adotaram Rocky, um cachorro de 17 anos já no fim da vida.

Os novos “pais” do cãozinho vovô resolveram dar a ele uma rotina tranquila e cheia de mimos. Olhem ele preparado para tirar uma soneca:


Como se todo esse amor já não bastasse para nos fazer chorar, a “mãe” de Rocky ainda escreveu uma cartinha super emocionante destinada a ele. Pegue um lencinho e leia a declaração.

“Te adotamos sabendo que teríamos de ter um cuidado extra contigo. Sabendo que um dia você não conseguiria esperar para passear e “usar o banheiro” e nós teríamos que limpar. Sabia que um dia teria de te carregar nas escadas quando você não tiver mais forças para fazer isso. Sabia que eventualmente você perderia a audição e a visão e nós teríamos que gastar dinheiro extra deixando a casa mais segura para você.

Eu sabia que um dia eu teria que me despedir de você. Mas até isso acontecer, você é o melhor presente que eu tive e estou triste porque não pude te dar os 17 anos que você merecia. Mas eu prometo que você vai ter uma vida maravilhosa a partir de agora até o dia em que eu tiver de dizer adeus!”


segunda-feira

Mulher arremessa gato pela janela de veículo e causa revolta em Piripiri (PI)


Uma mulher, ainda não identificada, foi vista arremessando uma gata pela janela de um carro, próximo à Agência Caixa Econômica Federal, no centro de Piripiri, localizado a 166 Km de Teresina.

Um senhor afirma que testemunhou o momento em que a mulher parou o carro e arremessou a gata pela janela do veículo.

A Associação Protetora dos Animais foi acionada e está tentando saber a identidade da mulher. Estão verificando se algum prédio nas imediações do local do ocorrido possui câmera que tenha registrado o ato que causou revolta em quem testemunhou o episódio.

Casal é detido por mutilar gatos indefesos em Palotina (PR)


A Polícia Militar de Palotina atendeu na manhã deste domingo (17), uma situação de maus-tratos a animais.

O caso aconteceu após os militares receberem uma denúncia de que em uma residência no Bairro Habita Bem, um cidadão estaria mutilando alguns felinos. No local os Policiais se deparam com seis gatos feridos, com as orelhas cortadas.

A equipe da Associação São Francisco de Assis (ASFA), foi avisada sobre o ocorrido e chamada para comparecer ao local recolher os animais.

Eles foram acolhidos em um Lar temporário e na sequência serão encaminhados para adoção, já os moradores da casa, um casal, foi apreendido e encaminhados a Delegacia da Polícia Civil para as devidas providências.

terça-feira

Por que alguns gatos dormem muito?


Descubra que tipo de fator pode influenciar no sono felino e entenda por que há alguns gatos que dormem tanto

Quem é dono de um felino ou é familiar com os hábitos desse animal já sabe que o sono dos bichanos é um tema que pode render muita discussão.Dono de hábitos noturnos,  os felinos podem passar a noite toda em busca de novidades e atividades para se ocupar e, no entanto, durante o dia os gatos dormem por muitas e muitas horas a fio, chegando a preocupar seus tutores com tantas horas de sono e descanso.



Embora a introdução deste artigo possa parecer um tanto exagerada para quem não conhece bem a vida e os costumes dos felinos, basta dizer que alguns gatos dormem por até 20 horas para dar uma ideia do tamanho do amor dos bichanos pelo sono. Mas se engana quem pensa que esse tempo todo de descanso ocorre de uma só vez, já que os felinos, na realidade, são capazes de tirar uma série de pequenos cochilos que, somados, completam até 20 horas, mas não de adormecer totalmente por todo esse período.



Esse instinto caçador pode ser notado em muitos outros aspectos do comportamento e das atitudes de um felino, que vão além do sono, incluindo o estilo das brincadeiras que consideram favoritas e incluem atos como rastejar nas sombras; ficar a espreita do dono e até pular em cima de pessoas ou objetos sem aviso. Gastando energia com as brincadeiras do dia-a-dia, os felinos sentem a necessidade de descansar e guardar sua força para a caçada da noite, que mesmo que não ocorra terá o gato acordado e alerta.


Obviamente, fatores como a raça, a idade, o estado de saúde e até o temperamento do animal também podem influenciar no nível e nas horas de sono de um felino, e assim como nós, humanos, o sono dos gatos também pode ser afetado pelas mudanças climáticas. Porém, mesmo vindo de uma origem mais selvagem e caçadora, os felinos tem uma grande capacidade de adaptação, e podem se condicionar a modificar parte dos seus hábitos de descanso para conseguir passar mais tempo com a sua família, se for do seu desejo.


Outro item que também pode causar mudanças no sono dos bichanos é a sua alimentação. Sabendo quais são os momentos em que recebe comida, o animal que vive dentro de casa acaba se ajustando à rotina de refeições da família, podendo acabar dormindo ainda mais em função disso, ao contrário dos felinos de rua que, justamente por precisarem se mexer para conseguir se alimentar, podem ficar acordados por mais tempo.

Saúde dos gatos: o segredo está no ambiente


-Abaixo seguem pontos fundamentais que você deve ter em conta se tem um gatinho:

*******************

- Mantenha locais altos como árvores de gato para que se sinta seguro

- Mantenha sua caixa de areia sempre limpa, eles não gostam de locais sujos

- Coloque sempre uma caixa de areia a mais em relação ao número de gatos

- Coloque potes de água espalhados pela casa

- Os potes de água e comida devem ser de boca larga: eles se incomodam em encostar os bigodes na parede da vasilha, pois são muito sensíveis

- Mantenha água fresca na vasilha

- Vasilha de água de preferência de cerâmica para manter o frescor

- Mantenha brinquedos pelos locais onde eles trafegam na casa para evitar destruição de objetos proibidos

- Cuidado com fios e cabos de equipamentos elétricos

- Apartamentos sempre com tela

- Ração controlada em quantidade, mas à vontade, eles comem de pouco em pouco o dia todo

- Ração apropriada para gatos, balanceadas de acordo com as exigências nutricionais da espécie

Por Danielle Bohnen
* Danielle é jornalista e editora do site 

sábado

Banho em Gato Persa


Fofinho!

Gato obeso é resgatado após ficar preso em portinhola nos EUA


Sobreviver na natureza pode ser um grande desafio para gatos acostumados desde pequenos às facilidades da vida doméstica. Mas um gato gigante que sempre teve um lar de repente se viu na rua, e não só conseguiu sobreviver, como também manter sua forma de nada menos de 20kg.

Goliath ficou famoso na internet em 2007, após ser resgatado ao ficar preso na portinha de cachorro da casa onde se alimentava escondido. Goliath conseguiu manter seu peso exatamente por isso, porque comia a comida do cachorro. Ao ficar preso na portinha, a dona da casa pediu ajuda da OHS, que foi até lá para resgatá-lo e o levou para o abrigo.

Após chegar no abrigo, ele ganhou o nome Goliath e na mesma noite, ficou famoso após aparecer no noticiário local.

“Não é sempre que temos um gato desse tamanho”, contou Barbara Baugnon, da OHS, “Ele é um bom garoto, e ama atenção e comida! Eu não sei bem por que, mas ele se tornou uma sensação aqui em Portland, as pessoas aqui parecem amar gatos gordos”.

“Quando seu tutor chegou, descobrimos que seu nome de verdade era Hercules”, Disse Barbara, que também ficou sabendo da história por trás da separação de Hercules de seu lar.

Há seis meses, o tutor de Hercules precisou viajar ao Canadá para um transplante de pulmão. Enquanto estava fora, Hercules ficou sendo cuidado por uma pet sitter em casa, e acabou fugindo.

Apesar de Hércules ter ficado no abrigo por apenas uma noite, ele e seu tutor começaram a frequentar o local, dando palestras e participando de ações para alertar sobre a importância de ajudar os abrigos, e claro, de manter seu gato em forma.

Infelizmente, Hércules faleceu algum tempo depois, mas graças à internet, sua história será contada por muitos e muitos anos.

segunda-feira

Depressão Felina - Como identificar e tratar


Nos dias de hoje, a incidência de problemas de cunho psicológico em humanos é cada vez mais frequente, e se engana quem pensa que esse tipo de complicação não afeta a vida dos animais. Pesquisas específicas chegaram a ser feitas para identificar e provar a existência de tristezas profundas em cães, mas a depressão felina também é uma doença real, e quem tem um gatinho em casa também deve ficar ligado no comportamento do seu pet para evitar um quadro depressivo.

Assim como no caso das pessoas e dos cães, fatores como a perda de alguém querido e períodos de solidão muito longos fazem parte da lista de causas da depressão felina. No entanto, os motivos do desenvolvimento de uma doença desse tipo em animais podem ser muitos e, pelo fato de os gatos serem bastante independentes, os sinais podem levar mais tempo até que sejam notados pelos proprietários do bichano – piorando o quadro de tristeza do pet e, possivelmente, dificultando o tratamento dos sintomas.

Embora os sinais clínicos dos felinos deprimidos sejam, no geral, bastante parecidos com os dos cães acometidos pela doença, o comportamento agressivo e a vocalização exagerada (com miados altos e frequentes) são mais comuns entre os sintomas dos bichanos, que mudam um pouco até a sua fisionomia quando afundados em um estado depressivo.

Conforme sempre ressaltamos, é muito importante que, ao notar qualquer tipo de alteração de comportamento ou sinal atípico no seu pet, um profissional veterinário deve ser consultado, pois, assim como no caso dos cães com depressão, a hipótese de qualquer outro tipo de doença deve ser totalmente descartada para que um diagnóstico preciso seja feito – permitindo que o tratamento ideal seja elaborado e executado no animal.

As causas da depressão felina

Como citamos anteriormente, as razões que levam um gato à depressão podem ser variadas. No entanto, tanto para cães como para os felinos, as mudanças súbitas e bruscas de ambiente ou rotina estão entre os fatores que tem mais chance de incentivar a tristeza profunda nos bichanos.

Mudar de residência ou alterar móveis nos ambientes em que o gato circula já pode ser razão para a tristeza do animal, e a rotina à qual o gato está acostumado deve ser seguida. Perder alguém muito próximo ou um amiguinho felino também são itens de grande relevância para o aparecimento da depressão em gatos, que também podem apresentar sintomas de tristeza nos casos em que um novo bicho de estimação é incluso à família.

O nervosismo dos gatos ao visitar pet shops pode ser um fator de risco para o surgimento da doença e, por serem muito sensíveis, os bichanos que convivem em ambientes e com pessoas de grande nível de estresse também podem ser prejudicados; já que captam todo tipo de vibração ao seu redor.

A ausência de uma dieta balanceada não fica de fora da lista de engatilhadores da depressão felina, pois, a falta dos nutrientes necessários para a saúde dos gatos pode influenciar em alterações hormonais e orgânicas do animal – e este cenário é tido como um facilitador do surgimento de problemas psicológicos. Por considerarem a alimentação como um tipo de entretenimento, os gatos com refeições monótonas e sempre iguais também podem desenvolver um quadro de tristeza.

A falta de liberdade e de passeios tidos como habituais também se apresenta como desencadeador da depressão em gatos, e nos casos de bichanos não castrados, o risco aumenta – já que é muito mais difícil para que o espírito independente dos felinos se acostume em ficar dentro de casa por muito tempo sem a castração.

Bichanos que ficam sozinhos por períodos muito longos de tempo e sem estímulos podem ser igualmente afetados por complicações psicológicas, e os donos de pets devem se atentar a estes fatores para evitar o aumento dos riscos da depressão felina.




Como prevenir a depressão em gatos

Nem sempre é possível prevenir a aparição da depressão felina – tendo em vista que boa parte dos fatores que desencadeiam a doença não podem ser controlados pelos donos do pet. Entretanto, diversas ações podem ser feitas para que se diminuam os riscos do desenvolvimento do problema, e dar atenção constante por meio de carinhos e brincadeiras é o primeiro passo para manter seu bichano alegre.

Apostar na variedade de alimentos (de acordo com uma dieta balanceada, é claro) também pode ser uma boa opção, assim como realizar atividades divertidas junto ao animal com frequência. Manter uma rotina pré-determinada é outro fator importante para a prevenção da tristeza profunda, e evitar mudanças muito grandes de casa e ambiente (quando for possível) é igualmente indicado.

É recomendado que se passe, pelo menos, 30 minutos por dia realizando algum tipo de atividade com o gato e, na ausência de uma companhia durante o dia, pode ajudar bastante que as janelas da casa fiquem abertas (se você morar em apartamento, siga isto somente após proteger as janelas com telas) e o rádio ligado, dando uma sensação mais agradável ao pet. Em conclusão, o que há de mais importante a observar é que, com muito carinho, chamegos e atenção, fica bem mais difícil que o seu felino desenvolva algum tipo de doença psicológica e; portanto, os mimos para seu pet nunca devem cessar.

Sintomas da depressão felina

Boa parte dos sintomas que se manifestam em cães com depressão também podem dar sinais nos gatos que tem a doença, e ficar atento às mudanças de comportamento do seu bichano é fundamental para que seja feito o reconhecimento e o tratamento do problema. Os miados podem ser um bom indicador de alguma complicação relacionada à tristeza na vida dos gatos e, por isso, é preciso prestar atenção no caso de ele passar a miar com uma frequência muito maior (ou menor) que o de costume.

A falta de apetite e a recusa de alimentos também fazem parte dos principais sinais de depressão felina, assim como o uso errado da caixa de areia. Os bichanos – que são tidos como animais extremamente limpos e preocupados com a higiene – passam a urinar e defecar por toda a casa quando estão deprimidos.

Evitar brincadeiras, antigamente adoradas, permanecer isolado e apresentar comportamentos extremamente agressivos também podem ser sinais de alerta para a depressão nos gatos, que também podem passar a se esconder das pessoas e desenvolver doenças de pele em função do seu estado. Em muitos casos, gatos muito tristes passam a lamber sem parar determinadas regiões de seus corpos (como as patas, que são de acesso mais fácil), causando a perda de pêlos na região e, com o passar do tempo, podem aparecer feridas sérias e que precisam de tratamento.

Embora esse conjunto de sinais possa indicar a presença de uma tristeza profunda no bichano, é sempre necessário que uma visita seja agendada com um veterinário para confirmar o diagnóstico e iniciar qualquer tipo de tratamento.

Há casos em que os gatos se isolam, simplesmente, por ser de seu costume, e fazem suas necessidades no lugar errado por outros tipos de problema e doenças; portanto, exames clínicos e laboratoriais devem ser realizados para excluir outras anormalidades antes que uma conclusão seja apresentada, e somente um profissional pode fazer isso da maneira mais adequada.




Tratamento de gatos deprimidos

Embora a adição de um novo pet à família seja tida como um fator de risco para o desenvolvimento da depressão felina, tal ação também pode ser indicada, justamente, para tirar o animal desse estado; já que ter a companhia de outro bichano para brincar pode elevar bastante o nível de felicidade dos gatinhos.

Medicamentos homeopáticos e alopáticos – incluindo antidepressivos - também podem ser indicados para os felinos acometidos pela doença; no entanto, a prescrição de qualquer tipo de medicação deve ser feita, somente, por um veterinário, evitando causar ainda mais problemas para a saúde do pet que já está tristonho.

Cada caso de depressão felina deve ser analisado individualmente para que um tratamento possa ser definido. No entanto, com ou sem a ajuda de remédios; aumentar os carinhos, os mimos e o tempo passado com seu pet é indicado para todos os casos de tristeza em animais, sendo que, em alguns casos, o simples fato de agradar um pouco mais o seu bichano com muito amor e privilégios adicionais (como novos brinquedos e petiscos) já pode ser o suficiente para que ele se sinta bem melhor. 

Médico Veterinário (CRMV- SP 10.687), formado pela Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia - Unesp com Pós Graduação em Oncologia Veterinária pelo Instituto Bioethicus e Pós Graduação em Clínica Médica e Cirúrgica de Pequenos Animais pelo Instituto Qualittas. Responsável pelo setor de Oncologia Médica e Cirúrgica do Hospital Veterinário Cães e Gatos 24h. Dr. Toyota é integrante da equipe de Veterinários do portal CachorroGato e também responde por dúvidas na ferramenta Dr. Responde.