Mostrando postagens com marcador estresse. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador estresse. Mostrar todas as postagens

domingo

Conheça 10 sinais que podem indicar que seu gato está sob estresse


O estresse é um sinal muito comum de que as coisas não vão bem para nós humanos, mas também para os animais. Nos gato ele poderá durar alguns minutos ou longos meses, o importante é saber identificar os sinais de estresse.

A parte complicada é quando a ansiedade e o medo associado ao estresse afeta nossos gatos, a maioria dos gatos tendem a esconder e mascarar a sua agitação interna. Pior ainda, o estresse pode ser uma indicação de seu gato tem um problema de saúde. Aqui estão alguns sinais de estresse que você deverá ficar de olho caso ocorra com seu gato, especialmente se eles ocorrem de repente:

Urinar fora da caixa de areia: cheiros novos em sua caixa, assim como a caixa suja pode fazer seu gato urinar fora da caixa, porém se seu gato estiver fazendo isso sem motivos aparentes como esses citados ele poderá estar tentado te avisar de algo que não está bem com ele, nesse caso consulte um veterinário.

Diarreia, constipação ou outros problemas digestivos: esses sintomas poderão indicar diversos problemas de saúde, e deixará seu gato bastante incomodado, qualquer sinal desses vá ao veterinário.

Lamber excessivamente: os gatos são conhecidos por se limparem bastante, porém se isso ocorrer a ponto do animal ficar com falhas nos pelos ou feridas, isso não é um bom sinal. Fique de olho.


Coçar excessivo: Como o lamber compulsivo, coçar excessivo pode ser um indicativo de várias questões de saúde e comportamentais.

Isolamento: Os gatos gostam de se esconder, porém se ele ficar o tempo todo escondido, ou fugindo de você e pessoas conhecidas, isso pode não ser um bom sinal.

Miado excessivo: Esse pode ser um sinal difícil para alguns tutores de gatos, pois existem muitos gatos “faladores” que miam bastante, porém muitos tutores sabem identificar o que seu gato “quer”, se você notar um miado diferente, ou se seu gato não é tão falante e passar a ser, leve no veterinário para um check up.

Pouco ou nenhum interesse pelo alimento: os gatos não ficam de dieta como nós fazemos, eles podem comer poucas porções ao longo do dia, porém parar de comer completamente, ou perder o interesse pelo alimento pode indicar que algo não está bem com ele.


Dormindo demais: alguns gatos podem dormir até 20 horas por dia, mas não é por esse motivo que você deverá se despreocupar. Normalmente o tutor de gatos sabe os horários que seu gato dorme mais e os horários que ele fica mais ativo, se isso mudar procure auxilio, e se perceber ele mais letárgico também.

Brigas e agressões com outros animais: uma briga ou um “chega pra lá” é natural quando se tem mais de um animal em casa, o que deve ser levado em consideração é uma mudança no comportamento, aquele gato tranquilo passar a ficar agressivo e intolerante, isso pode ser sinal de algum problema comportamental ou doença.

Agressividade com pessoas: Um gato estressado ou doente também pode apresentar agressividade para com as pessoas, mesmo com seu próprio tutor. Novamente, é melhor consultar o seu veterinário se isso começar a ocorrer “do nada”.


Sempre procure um médico veterinário para diagnosticar melhor o problema.

quinta-feira

Comportamento compulsivo nos gatos


A compulsão pode se manifestar de diversas maneiras e em diferentes graus. Basicamente, o comportamento compulsivo se define como repetitivo e sem função. Um exemplo são gatos que ficam se lambendo mais do que o razoável até mesmo para um felino. Outros podem desenvolver uma compulsão por arrancar os pêlos do próprio corpo. O animal parece não se saciar. Quanto mais faz mais quer fazer.

O comportamento compulsivo ocorre com maior freqüência quando os animais passam por um período de ansiedade ou por uma situação de estresse. Devemos lembrar que para alguns gatos, a mudança de casa, o dia de faxina ou a presença de animais ou pessoas estranhas no ambiente podem ser situações altamente estressantes. O tédio é outro fator que pode facilitar o aparecimento da compulsão. Gatos que não possuem espaço suficiente para brincar e se exercitar na maioria das vezes, se tornam animais entediados.

Já se sabe que o comportamento compulsivo pode ter origem genética. Por isso, não é recomendado que gatos com este problema sejam reproduzidos.

O tratamento para a compulsão não apresenta resultados satisfatórios. Mesmo quando retiramos o animal de uma situação de estresse ou quando proporcionamos ao gato um ambiente maior ou mais atividades, é difícil que os sintomas compulsivos desenvolvidos cessem.

Neste caso, o melhor é sempre prevenir. Gatinhos devem ser muito bem socializados e o ambiente deve ser preparado para entretê-los.

Dra. Vanessa Mollica Caetano Teixeira
Médica veterinária – UFV
Especialização em clínica e cirurgia – UFV
Mestrado em cirurgia – Unesp – Jaboticabal