Mostrando postagens com marcador felinos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador felinos. Mostrar todas as postagens

sábado

A Importância do Exercício Para os Gatos


Por que o exercício é importante para os gatos?

Muitas pessoas imaginam que gatos são animais que não precisam se exercitar e também não podem ir passear na rua. Na verdade sair na rua sozinho é bem perigoso, da mesma forma que é perigoso para um cachorro.

Os gatos ficaram famosos por saberem desfrutar de um bom momento de descanso e para eles não importa realmente qual o lugar. Mas apesar de sua reputação de dorminhocos, eles também necessitam esticar as pernas e fazer um pouco de exercício todos os dias. Felizmente para os proprietários de gatos não é preciso muito tempo ou energia para que seu gato consiga se exercitar.


A Obesidade Felina

Estima-se que entre 25 e 40% dos gatos acompanhados por veterinários estão acima do peso, com muitos chegando a ser considerados obesos. Um gato que está acima do peso pode ficar incapacitado de saltar e desta forma não consegue chegar em seus lugares favoritos e também não pode brincar mais como gostaria. A obesidade também está associada a diversos problemas de saúde, incluindo o aumento da chance de artrite, lesão nos ligamentos, diabetes mellitus, dificuldades respiratórias, problemas de fígado, risco cirúrgico e doença do trato urinário.

Embora a redução da ingestão de alimentos (pergunte ao seu veterinário sobre a forma mais segura de fazer isso) seja um caminho para combater a obesidade, aumentando o exercício você conseguirá resultados muito mais saudáveis e significativos. O exercício e deve fazer parte da rotina diária de todos os gatos. Como a maioria dos predadores, gatos naturalmente dormem muito, mas eles também têm explosões de atividade. Eles são velocistas, não maratonistas. Isto significa que você não tem que comprar uma esteira para seu gato ou levá-lo para caminhadas ou para fazer natação. Mas você não pode de forma alguma ignorar que os gatos precisa gastar energia algumas vezes por dia.



Fazendo seu gato se movimentar

Gatos que tem acesso a áreas externas estão mais predispostos a manter a forma. Ou caçando, ou escalando, ou mesmo investigando o mundo a sua volta, mas os perigos inerentes ao permitir que os gatos possam passear, geralmente fazem com que seja impossível permitir uma vida de aventuras para nossos gatos. Uma ótima opção para quem tem condições e mora em casa, é construir passeios para seu gato na área externa.

Se o seu gato vive dentro de casa, você precisa assumir o papel de treinador e encorajá-lo a exercitar-se. gatos que vivem sozinhos com seus donos, sem crianças ou outro gato em casa costumam ser mais preguiçosos, uma boa ideia para quem tem um gatinho paradão em casa é adquirir um novo amiguinho para ele, esta pode ser uma das maneiras mais fáceis de fazer seu gato se exercitar naturalmente. Mas se você não pode ter um segundo gato, terá que incentivá-lo você mesmo a se exercitar. Gatos adoram arranhadores e escalar, você poderia proporcionar uma árvore de gatos e uma diversificada parede de escalada para que ele possa se empoleirar.

Você pode colocar alguns petiscos (ou até mesmo uma pequena refeição de ração seca) em brinquedos interativos que exigem que o gato role o brinquedo para obter o alimento, estes brinquedos são chamados de brinquedos de forrageamento (forrageamento é a busca e a exploração de recursos alimentares. É uma habilidade particularmente importante pois afeta a aptidão do animal, influenciando diretamente a sobrevivência.), estes brinquedos são muito interessantes pois despertam os instintos primitivos do felino e estimulam suas habilidades de caça. Outra alternativa é esconder a comida em casa (lembre-se onde você colocou-a!), para que cada dia ele tenha que “caçar” a sua comida em um local diferente. Ou você pode jogá-la pedacinho por pedacinho para que seu gato corra para buscá-la. Existem diversos brinquedos interativos, como varinhas de pena, varinhas de pesca e ponteiros de luz que também podem proporcionar exercício para seu bichano. Vários brinquedos permitem que o seu gato brinque sozinho quando você estiver fora de casa, promovendo entretenimento e diversão.

Passeando de coleira com seu gato

Uma boa maneira de exercitar o seu gato é levá-lo para um passeio. A maneira mais segura de fazer isso é por andar com ele atrelado a uma coleira especial para gatos. É muito mais fácil ensinar um filhotinho de gato a andar de coleira do que é para um gato adulto, mas não é alguma coisa impossível de fazer com um gato mais velho. Além disso, seu gato depois de compreender que irá fazer companhia para você durante o dia, ficará bastante atraído pela ideia de passear. Inicialmente é possível que seja necessário atraí-lo passo a passo, utilizando petiscos para compensá-lo cada vez que andar um pouquinho, fazendo com que ele tenha mais interesse em seguir você. Deixe a coleira no pescoço de seu gato por algum tempo, para que ele se acostume com isso. Assim que seu gato se acostumar com a coleira e a guia, caminhe com ele durante a casa antes de se aventurar pela rua, quando forem se aventurar pela rua, certifique-se apenas de levá-lo para caminhar em locais seguros, para que ele não acabe cercado de cães por exemplo. E também é muito importante que seu gato esteja com todas as doses de vacina em dia, vermifugado e utilizando coleira ou pipetas preventivas para pulgas e carrapatos.


Mesmo que seu gatinho esteja gordo ele pode brincar e passear, inclusive é fundamental para gatos obesos, aliarem dietas a exercícios físicos. Gatos mais velhos, normalmente são mais preguiçosos e é muito importante que eles consigam se exercitar, respeitando seus limites. Mesmo para gatos com dificuldades de se movimentar é importante que você possa se esforçar para que ele tenha uma sessão de exercícios ao menos uma vez por dia. É importante que você observe seu gato a fim de reduzir a intensidade dos exercícios fazendo com ele possa fazer todos seus movimento com segurança, isso é realmente muito importante, principalmente no caso de gatos mais velhinhos que já tem alguns problemas ósseos e articulares..Você também pode consultar seu veterinário sobre suplementos comuns, medicamentos para a dor, ou outras coisas que possam ajudar seu gato a ficar mais confortável e disposto a se exercitar.


O exercício é importante para seu gato, não só para mantê-lo em forma e saudável, mas também porque ele precisa estimular sua mente. Gatos, especialmente os jovens, que costumam ficar longos períodos sozinhos durante todo o dia, sem nada para fazer, podem acabar usando coisas que você não gostaria a fim de criar seus próprios brinquedos. Esta pode não ser uma ideia muito apreciada por você, devido ao carinho que você tem pelos seus móveis e objetos de decoração, no entanto, o mais importante é compreender que isto também pode acabar sendo perigoso para seu bichano. Gatos são animais que gostam de se entreter sozinhos e é por este motivo que existem inúmeros brinquedos que foram desenvolvidos especialmente para entretê-los. No entanto, muitos gatos acabam ficando entediados e cabe a você promover entretenimento para seu amiguinho. Não esqueça que um gato que faz exercícios regularmente, certamente será um gato mais saudável e feliz, sem nenhuma tendência a obesidade e com menos predisposição a problemas de saúde.

Como Evitar Arranhões do Seu Gato


Gatos que arranham o tempo todo podem acabar machucando e estragando tudo que passar pela frente. Eles usam as garras para desgastá-las, para escalar, saltar, e na natureza até para se defender e marcar o território. Mas e agora, será que você sabe como evitar arranhões do seu gato?

O hábito de arranhar é saudável para qualquer gato, mas se isso se tornou um problema, chegou a hora de ajudar o seu gato a solucioná-lo. Se os seus móveis estão sendo usados como arranhadores e isso está causando um bom estrago nos seus carpetes sofás e cortinas, é possível que não haja arranhadores apropriados em quantidade suficiente na sua casa. 


Muitas vezes, um único arranhador não é capaz de entreter o seu gato por muito tempo, e em casos assim, é possível oferecer uma boa variedade de superfícies para que ele possa escolher. Procure oferecer a ele diferentes tipos de arranhadores, de diferentes materiais. Alguns gatos adoram arranhar papelão, tecidos e estofados, enquanto outros preferem os tapetes de sisal, madeira, carpetes e arranhadores de corda. Boa parte dos gatos também gostam dos postes verticais de corda.


Procure determinar quais são as superfícies que ele mais gosta, e distribua alguns arranhadores nos lugares onde ele costuma ficar. Se o arranhador escolhido for o poste vertical, certifique-se que seja firme e resistente, e que não caia quando ele estiver brincando. A altura do poste também é importante, pois os gatos adoram os postes altos o suficiente para que eles possam se espreguiçar, esticando o corpo totalmente. Veja abaixo as dicas de como ajudar o seu gato a manter suas garras aparadas, o que certamente será um fator positivo para evitar arranhões do seu gato.

Incentive o seu gato a investigar o arranhador deixando-os com cheiro de catnip. Isso pode ser feito, por exemplo, pendurando um brinquedo com catnip sobre o arranhador.


Apare as unhas do seu gato regularmente. Se você não sabe como fazê-lo, saiba como lendo o artigo Como aparar as unhas do gato.

Desencoraje o seu gato a arranhar os móveis e outros locais indesejados. Cubra os sofás com capas ou colchas, coloque as caixas de som viradas para a parede e procure colocar um arranhador em cada um desses locais, como alternativa.


Jamais force o seu gato a utilizar o arranhador. Nunca segure-o na frente do arranhador e não esfregue suas patas nele na tentativa de ensiná-lo. Isso pode assustar o seu gato, o que pode fazer com que ele passe a temer o arranhador e evitá-lo totalmente.

Não jogue fora o arranhador favorito do seu gato só porque ele está velho e desgastado. Os gatos gostam de objetos arranhados e gastos, com os quais já estão familiarizados. Mesmo quando gastos, esses objetos continuam sendo estimulantes para ele.


Quando aparar as unhas do gato?

Outra dica importante para evitar arranhões do seu gato é que muita gente não sabe que as unhas dos gatos podem ser aparadas. Em geral, as unhas dos gatos podem ser aparadas a cada 10 dias ou a cada duas semanas. Alguns proprietários optam até mesmo por aparar as unhas toda semana. Para isso, o seu gato precisa estar relaxado a ponto de se sentir tranquilo, nunca assustado ou irritado. Se o seu gato fica agitado e demonstra estar desconfortável quanto a manipulação das patas, procure acostumá-lo aos poucos. Se o problema persistir, considere solicitar a ajuda de um veterinário ou um especialista em comportamento animal.

quarta-feira

Gatos cegos resgatados de acumuladora aguardam por ajuda em São Paulo (SP)

Vários animais estão vivendo em condições insalubres na casa de uma acumuladora no Capão Redondo, em São Paulo. Em um cenário de holocausto, cães e gatos dividem o pouco espaço com lixo e entulhos. Muito acabam doentes, debilitados e brigando por comida.

Entre os animais, sete gatinhos precisam de ajuda urgente para sair dessas condições. Cinco gatinhos estão cegos, e passam os dias em cima de uma tábua, sem ter como descer e se alimentar. Os animais estão recebendo ajuda de uma protetora, mas a mesma não tem condições de manter todos os cuidados que os gatinhos necessitam. Ela precisa de doações de ração, areia, medicamentos e auxílio para conseguir atendimento veterinário.
Apesar das limitações, os gatinhos merecem uma chance de ter uma vida tranquila em um ambiente limpo, onde possam se alimentar normalmente e se sentir em segurança.

Caso alguém possa ajudar a protetora oferecendo lar temporário, doações ou queira adotar um gatinho, entre em contato. Outros animais também aguardam por resgate, mas devido a condições críticas em que os gatos estão, eles precisam de uma vida nova, antes que sofram outras atrocidades devido a falta de cuidados.


domingo

Gatos Agressivos : Motivos e Soluções


Segundo Daniela Ramos,Médica Veterinária,em boa parte dos casos, os gatos agressivos apresentam esse tipo de comportamento em função de algum tipo de medo, incômodo ou até querendo brincar – e é necessário identificar o que causa a agressividade do animal para que seja possível contornar a situação e modificar o comportamento; condicionando o felino a um tipo de atitude mais tranquila diante de alguma ocorrência que não lhe agrade.

“Os gatos, por natureza, já brincam de uma forma que pode ser considerada um pouco mais selvagem; e quando brincadeiras com as unhas e com mordidinhas são incentivado pelo dono do pet quando o felino ainda é filhote – e as unhadas e mordidas não machucam – isso pode se tornar um problema no futuro”, explica a especialista.

De acordo com ela, também há casos em que os tutores de gatos extremamente agressivos consideram esse tipo de comportamento muito normal – juntamente pelo fato de os felinos serem mais ‘selvagens’ por natureza – e acabam contribuindo para a violência do animal; já que nenhuma medida é tomada para amenizar ou acabar com o problema.

Em uma pesquisa específica feita com 107 proprietários que levaram seus gatos de estimação para consultas de rotina em clínicas veterinárias, 49,5% dos tutores afirmaram ter felinos agressivos em casa, sendo que as principais situações em que alguns tipos de violência foi apresentado são:


- Enquanto o gato é acariciado
- Enquanto o gato brinca
- Enquanto o gato está protegendo seu território ou comida
- Quando o gato está assustado ou entra em contato com um animal desconhecido
- Quando o felino entra em contato com uma pessoa desconhecida

Em função disso, uma série de testes foi feita para medir os níveis de estresse nos felinos que apresentavam esse tipo de atitude mais arisca, revelando que os gatos que toleravam carinhos por muito tempo sem atacar apresentavam índices altíssimos de estresse – ao passo que os felinos que atacavam quando incomodados pelos carinhos destacavam níveis inferiores nesse sentido.

“O gato é um animal semi-social, e não tem o mesmo repertório do cão para mostrar quando não quer contato, por exemplo. Proximidade demais é algo incompatível com muitos gatos, e a vida em espaços menores e mais fechados contribui para esse tipo de situação de agressividade; já que o felino é obrigado a conviver nesse ambiente e a desenvolver comportamentos sociais que não são naturais para ele, tornando-se agressivo”, esclarece Daniela.


Para resolver o problema, portanto, é fundamental que a complicação não seja subestimada e que o tutor do animal tenha a orientação adequada, estando aberto a mudanças e otimista em relação aos resultados dos seus esforços pra mudar o comportamento do pet.

“Muitas pessoas querem ter um cachorro e, em função da falta de espaço em casa, acabam adotando um gatinho para tratar como cão. Mas isso não é possível na grande maioria dos casos, até por que o tipo de contato que é adorado por um cachorro pode ser uma tortura para um gato”, explica a doutora veterinária.

Segundo ela, gatos agressivos demais também devem ter a possibilidade de doenças ou dores descartadas antes que se feche um diagnóstico de problema comportamental, pois, esse tipo de estado pode influenciar no comportamento do felino, tornando-o impaciente e violento – fazendo com que seja necessária uma visita a um especialista.

Diferenciando brincadeira de agressão



Para identificar se o comportamento de um felino é realmente agressivo ou é apenas uma forma de brincar que está sendo confundida, é preciso se atentar aos seguintes fatores:

Brincadeira


- A predação ou brincadeira direcionada de maneira errada (mordidas, unhadas, etc.)
- O animal segue a linha tocaia > perseguição > encurralamento > ataque; e está sempre quieto
- O animal vai atrás de tons agudos de vozes ou movimentos súbitos
- Há um reforço ou estímulo ao comportamento por parte do dono

De acordo com a especialista, é importante que os donos de um gato que se comporta de forma agressiva não ajam como uma presa nos momentos em que uma brincadeira se torna um pouco violenta, já que isso pode fazer com que o animal fique ainda mais animado com a situação e, consequentemente, continue com o comportamento.

“O ideal é que se conheça bem o animal e que se mude a forma de brincar, tornando-a mais adequada e menos agressiva. Brincar bastante com o felino de outras maneiras – com varinhas ou brinquedos apropriados, por exemplo - e fazer com que ele gaste sua energia também é uma ótima forma de mudar o comportamento”, comenta Daniela.


Agressão Ofensiva

- A postura do felino é inegavelmente ofensiva
- As orelhas do gato ficam para cima e para frente
- O corpo do animal fica elevado (‘como um touro’)
- A causa do gato fica inchada e rígida, balançando de um lado para o outro
- A postura do animal é mais segura
- Os pelos do felino ficam eriçados
- Os bigodes do animal permanecem normais



Agressão Defensiva

- As orelhas do gato ficam posicionadas para trás ou na lateral
- O corpo do animal fica encolhido
- O bigode do felino fica espalhado ou inclinado pra trás
- A cauda do gato fica ao redor do corpo

Identificando o tipo de agressão do felino

Os tipos mais frequentes de agressão felina podem ser divididos conforme exposto a seguir, e apresentam características distintas, conforme apresentado:

- Por medo ou ansiedade
- Por motivos territoriais
- Por frustração
- Induzido por carinhos


Lidando com a agressividade do felino

Embora sejam menos treináveis quando comparados aos cães, por exemplo, os felinos também podem ser condicionados a agir com menos desobediência, e o treinamento dos gatos nesse sentido deve ser focado no relaxamento e na aceitação de determinadas situações; permitindo que o animal não faça uso da violência durante ocorrências rotineiras em que isso costuma acontecer e sem a necessidade do uso de comandos específicos (como é usualmente feito no adestramento de cachorros).

Independentemente do condicionamento do animal, também há uma série de medidas que pode ser tomada para ajudar no sucesso do processo, e o comprometimento dos tutores do pet é fundamental para a obtenção de bons resultados. Junto com isso, mudanças no ambiente também são chave nesse tipo de treinamento, e costumam incentivar respostas positivas e bastante rápidas por parte dos felinos.


Com isso em mente, confira, a seguir, algumas dicas da Médica Veterinária Daniela Ramos para lidar com a agressividade dos gatos em duas situações específicas e bastante comuns na vida de quem tem um felino nervoso em casa – lembrando que, além das mudanças ambientais e comportamentais, também há casos em que intervenções medicamentosas se fazem necessárias para ajudar no processo:
Agressão por frustração ou impulsividade Para modificar o comportamento agressivo de um gato que se descontrola em função de uma frustração ou da impulsividade, é preciso que seja feito o controle de impulsos do animal por meio de interações controladas (incluindo brincadeiras e treinamentos) iniciadas pelo tutor; que, neste processo, deve passar a ignorar as demandas do felino – sendo que a quebra de conexões diretas entre o tutor e os itens valiosos para o felino é uma das mudanças ambientais que podem ser feitas para esse tipo de caso.


Agressão induzida por carinho Neste caso, o contra-condicionamento e a dessensibilização são os grandes focos do treinamento; e é preciso deixar cientes os donos do pet de que este é um processo gradual e que deve ser direcionado de forma positiva – fazendo o uso de carinhos respeitando o nível de tolerância do animal e oferecendo muitas recompensas quando a iniciativa de receber afagos for do felino.

Independentemente do caso, é essencial lembrar que os donos do felino devem ter muita paciência nesse processo, evitando confrontos ou provocações com o animal e qualquer tipo de punição; fazendo o uso de reforços positivos para modificar o comportamento e o ambiente, conseguindo bons resultados no condicionamento do gato a ser menos violento.


terça-feira

"O Acasalamento dos Gatos"

Como já contamos, as fêmeas começam a atrair os machos mesmo antes de estarem completamente receptivas ao coito, e podem recusar as investidas dos gatos em algumas ocasiões. Em alguns casos, determinadas fêmeas recusam qualquer tipo de investida dos machos para o acasalamento, portanto, é importante que os parceiros sejam familiarizados um com o outro antes das primeiras tentativas, facilitando o processo.
Assim como no caso do cio, as gatas demonstram claramente para os machos quando estão receptivas à cruza, se colocando em posição de acasalamento, onde fica deitada, com a traseira levantada e a cauda de lado.

O macho rapidamente agarra em seu pescoço, imobilizando-a, monta na gata e a cópula é iniciada. Imediatamente após a ejaculação, o macho tende a sair de perto da fêmea e manter-se longe, já que ela pode apresentar comportamento bastante agressivo e dar uma série de patadas no seu companheiro, já que o pênis dos gatos é áspero e pode machucar a vagina da fêmea na sua retirada.

"Cruza de Gatos"


Tidos como animais bastante independentes, discretos e até sorrateiros, os felinos nem parecem eles mesmos quando o assunto é a cruza de gatos, já que, quem está nas redondezas de onde acontece o acasalamento dificilmente não vai notar miados altíssimos – que se assemelham a um choro de criança.

No caso dos donos de bichanos, o período mais propício para a cruza também não passará desapercebido, pois, tanto as fêmeas como os machos tem uma tendência a mudar de comportamento nessa fase, mostrando mais interesse pelos animais do gênero oposto e praticando ações típicas que indicam a sua preparação para a cruza de gatos. 

No entanto, quem é proprietário de um pet felino deve saber de alguns detalhes em relação ao acasalamento dos bichanos e, antes de se animar para receber uma ninhada de gatinhos fofos, é importante que o dono do bichinho de estimação já tenha definido qual será o destino dos filhotes.

Além disso, questões referentes à saúde, raça e porte dos bichanos que vão se reproduzir também devem ser levadas em conta para que tudo ocorra da maneira mais segura para os pets, evitando problemas durante a gestação e o parto das gatas. Conheça, nesse artigo, mais detalhes sobre a cruza de gatos e, caso deseje novos amiguinhos, comece a planejar a chegada dos filhotes de seu pet.


"O Momento Ideal Para a Cruza de Gatos"

Embora diversas medidas possam ser tomadas para ajudar a diminuir riscos e facilitar o processo, quem vai definir o momento ideal para o acasalamento das gatas são elas próprias, já que isso acontece quando a fêmea entra no cio. Apesar de não exibir sangramentos - como no caso das cadelas - as gatas apresentam um comportamento bastante típico nessa fase, que pode ocorrer a partir de seus seis meses de idade.

Os primeiros sinais da maturidade sexual nas gatas aparecem até os seus dez meses de vida, na maioria dos casos; no entanto, não é recomendado que as fêmeas muito novas acasalem, sendo indicado que se reproduzam apenas as felinas com mais de um ano de idade ou a partir do seu terceiro ciclo.

O período em que ocorre o cio das gatas varia de acordo com fatores distintos, incluindo a época do ano, o clima (na maioria das vezes, mais quente) e a raça da gata, sendo que as que possuem pelagem mais curta normalmente ciclam antes das que tem pêlos compridos; que tendem a chegar ao cio apenas após os doze meses de vida.

Andar se enfregando no chão, em móveis e nas pessoas são alguns dos indicadores de uma gata no cio, assim como rolar muito no chão, ronronar demais e emitir miados com som mais rouco e diferente do normal. Durando uma média de 4 a 7 dias, o cio do animal é a hora exata para que aconteca o acasalamento e, em alguns casos, esse período pode ser um pouco maior.

Tendo isso esclarecido, não é difícil saber que os donos que querem acasalar seus pets devem escolher os candidatos ideais para a cruza com antecedência, já que, o tempo é relativamente curto quando a fêmea entra nesta fase (embora o cio vá ocorrer novamente em cerca de 15 a 20 dias). No caso dos gatos machos, a maturidade sexual chega um pouco depois da fêmea, por volta de um ano de vida. No entanto, a partir disso, basta haver uma fêmea disponível para que ele faça a fecundação, podendo acasalar até 15 vezes em um período de 24 horas, sendo que o tempo de duração na cruza pode variar entre 10 segundos e 5 minutos.

Embora não entrem no cio, os machos também exibem alguns comportamentos típicos quando percebem uma fêmea na fase por perto. Atraídos pelo odor característico que as gatas liberam durante o período para atrair os machos, os gatos marcam seu território com borrifos de urina, que deixam um cheiro bem forte no local.

Mas nem só a urina marcando território “conquista” o coração das fêmeas, e tanto o odor como os miados que elas liberam (mesmo quando ainda não estão totalmente receptivas ao acasalamento, mas se aproximando do momento) servem para atrair vários machos, que vão entrar em uma batalha para decidir quem será o escolhido e mais viril entre eles - nos casos em que a cruza de gatos que não tiver sido previamente planejada pelos donos.


sábado

Gatos são resgatados da rua e vivem aventuras com tutoras

Foto: Reprodução/
KAYLEEN VANDERREE

Quando Kayleen VanderRee foi jogar algumas coisas em uma lata de lixo em um parque, em julho, ela pensou ter ouvido algo. Era o som inconfundível de um gato miando. VanderRee viu uma pequeno gatinho sair de trás de um arbusto e caminhar em direção a ela, diz o The Dodo.

Então ela viu um segundo gatinho e chamou sua melhor amiga, Danielle Gumbley. “Eles estavam claramente abandonados. “Há muitos pumas, ursos e águias na área e decidimos levá-los conosco porque não queríamos que fossem presas desses animais”, disse VanderRee.

Como o abrigo local SPCA foi fechado, elas decidiram levar os gatinhos para a viagem no fim de semana. Foi assim que suas aventuras começaram na sua cidade natal Victoria, no Canadá, além das montanhas e nos lagos.


Foto: Reprodução/
KAYLEEN VANDERREE

O gato Keel foi adotado por VanderRee e Bolt por Gumbley. “Eles definitivamente se conectaram a nós imediatamente e não tiveram problemas em vir conosco Uma vez na trilha, eles pareciam se sentir em casa.”, contou VanderRee.


Foto: Reprodução/
KAYLEEN VANDERREE

Os gatos provavelmente são irmãos e um veterinário disse que estavam muito saudáveis quando retornaram de sua primeira viagem. Os dois gatos e as tutoras nunca ficam muito tempo longe uns dos outros.


Foto: Reprodução/
KAYLEEN VANDERREE

As tutoras levam os gatos em caminhadas e outras atividades como canoagem, caiaque e vela. Eles tem seus próprios sacos de dormir, mas preferem dormir com VanderRee e Gumbley. Eles também tem coleira, arreios e colete salva-vidas para excursões na água.


Foto: Reprodução
/KAYLEEN VANDERREE

Alguns dias, os gatos só querem ser carregados. “Para nós, é óbvio quando eles não gostam de algo, por isso, nos certificamos de que estamos fazendo isso para os gatos e não apenas forçando-os a ir junto conosco”, explica VanderRee.


segunda-feira

Gato selvagem da Escócia está à beira da extinção

Foto: Mark Bridger/Shutterstock

Ele se parece com um felino doméstico, mas o gato selvagem escocês (“Scottish wildcat”) é uma espécie nativa que chegou na região da Escócia antes dos humanos se estabelecerem nas Ilhas Britânicas. E, pelo que parece, eles não estarão no local por muito mais tempo.

O Scottish wildcat é uma população isolada dos felinos selvagens europeus (european wildcats), e também é conhecido por ser feroz. Há velhas lendas de que esses animais podiam até matar humanos, uma crença que durou até o século 20. Por isso, o apelido da espécie é “tigre Highland”.

Apesar deles não serem tão perigosos quanto se divulgou no passado, eles podem se comportar de modo agressivo quando precisam se defender. Relatórios confiáveis das últimas décadas incluíram avistamentos desses gatos atacando a outras espécies, segundo a organização Save the Scottish Wildcat.

Mas o Scottish wildcat teria chances de lutar contra a extinção?

A população declinou acentuadamente durante centenas de anos de perseguição por caçadores, e também devido à perda de habitar, hibridização com gatos domésticos. Estima-se que haja de 35 a 400 indivíduos puros da espécie restantes na natureza, e eles são considerados um dos mamíferos mais ameaçados da Grã Bretanha.

Mas, por eles serem solitários, elusivos, e por haver um grande número de híbridos, a estimativa exata de quantos indivíduos puros ainda existem é uma tarefa difícil.

Foto: Bildagentur Zoonar GmbH/Shutterstock

Embora por enquanto ainda seja algo pontual, o vírus da imunodeficiência felina foi recentemente confirmado em uma das áreas onde eles vivem, e a hibridização com gatos ferais é motivo de grande preocupação no momento.

“O gato selvagem escocês é um sobrevivente contumaz e prefere cruzar com felinos de outras espécies, e como o número deles é reduzido, o cruzamento com gatos domésticos é inevitável. Isso significa que dentro de poucas gerações, os genes desses animais estarão perdidos, e haverá um número considerável de gatos ferais e semi selvagens”, disse o cientista Paul O’Donoghue, da Wildcat Haven, à BBC.

Pesquisadores acreditam que gatos selvagens geneticamente puros somente existem nas regiões mais remotas das montanhas ocidentais e, por isso, alguns conservacionistas estão concentrando os seus esforços nessa região.

A Wildcat Haven estabeleceu um plano de ação para tentar salvar a espécie. Seus objetivos são ambiciosos, incluindo a reserva de áreas de preservação e a remoção de todos os gatos ferais dessas áreas, bem como a restauração do ambiente natural das florestas, entre outros.

Foto: davemhuntphotography/Shutterstock

Pela captura e castração de gatos ferais, e com a identificação de felinos selvagens como rádio colares, o projeto está alcançando progressos em criar um lugar seguro para recuperar o número de Scottish wildcats nas montanhas do país. Atualmente, o plano cobre mais de 800 milhas quadradas em torno das zonas nas quais se sabe que essas populações vivem.

O projeto enfrenta uma enorme batalha, como todos os que já tentaram proteger uma espécie de felinos selvagens. Mas, desde 2008, os organizadores vêm se engajando com a comunidade local para obter apoio e assistência na implementação do plano de ação. A Wildcat Haven espera continuar a expandir a “zona de segurança” para os felinos selvagens até que a mesma venha a abranger 7.000 milhas quadradas.

Enquanto isso, a Scottish Wildcat Action lançou em janeiro a maior pesquisa já realizada sobre felinos selvagens. “O grupo instalou câmeras sensíveis a movimento para registrar quaisquer gatos vivendo em áreas prioritárias de Strathpeffer, Strathbogie, Strathavon, North Strathspey e Angus. O trabalho irá continuar em Morvern até o final do ano. Mais de 130 voluntários irão checar as câmeras, reunindo dados que irão direcionar as medidas de proteção”, reporta o The Scotsman.

O futuro do Scottish wildcat depende dos esforços contínuos de dedicados conservacionistas. Mas somente o tempo dirá se o trabalho terá sido suficiente para impedir a extinção da espécie.

Mulher arremessa gato pela janela de veículo e causa revolta em Piripiri (PI)


Uma mulher, ainda não identificada, foi vista arremessando uma gata pela janela de um carro, próximo à Agência Caixa Econômica Federal, no centro de Piripiri, localizado a 166 Km de Teresina.

Um senhor afirma que testemunhou o momento em que a mulher parou o carro e arremessou a gata pela janela do veículo.

A Associação Protetora dos Animais foi acionada e está tentando saber a identidade da mulher. Estão verificando se algum prédio nas imediações do local do ocorrido possui câmera que tenha registrado o ato que causou revolta em quem testemunhou o episódio.

terça-feira

Por que alguns gatos dormem muito?


Descubra que tipo de fator pode influenciar no sono felino e entenda por que há alguns gatos que dormem tanto

Quem é dono de um felino ou é familiar com os hábitos desse animal já sabe que o sono dos bichanos é um tema que pode render muita discussão.Dono de hábitos noturnos,  os felinos podem passar a noite toda em busca de novidades e atividades para se ocupar e, no entanto, durante o dia os gatos dormem por muitas e muitas horas a fio, chegando a preocupar seus tutores com tantas horas de sono e descanso.



Embora a introdução deste artigo possa parecer um tanto exagerada para quem não conhece bem a vida e os costumes dos felinos, basta dizer que alguns gatos dormem por até 20 horas para dar uma ideia do tamanho do amor dos bichanos pelo sono. Mas se engana quem pensa que esse tempo todo de descanso ocorre de uma só vez, já que os felinos, na realidade, são capazes de tirar uma série de pequenos cochilos que, somados, completam até 20 horas, mas não de adormecer totalmente por todo esse período.



Esse instinto caçador pode ser notado em muitos outros aspectos do comportamento e das atitudes de um felino, que vão além do sono, incluindo o estilo das brincadeiras que consideram favoritas e incluem atos como rastejar nas sombras; ficar a espreita do dono e até pular em cima de pessoas ou objetos sem aviso. Gastando energia com as brincadeiras do dia-a-dia, os felinos sentem a necessidade de descansar e guardar sua força para a caçada da noite, que mesmo que não ocorra terá o gato acordado e alerta.


Obviamente, fatores como a raça, a idade, o estado de saúde e até o temperamento do animal também podem influenciar no nível e nas horas de sono de um felino, e assim como nós, humanos, o sono dos gatos também pode ser afetado pelas mudanças climáticas. Porém, mesmo vindo de uma origem mais selvagem e caçadora, os felinos tem uma grande capacidade de adaptação, e podem se condicionar a modificar parte dos seus hábitos de descanso para conseguir passar mais tempo com a sua família, se for do seu desejo.


Outro item que também pode causar mudanças no sono dos bichanos é a sua alimentação. Sabendo quais são os momentos em que recebe comida, o animal que vive dentro de casa acaba se ajustando à rotina de refeições da família, podendo acabar dormindo ainda mais em função disso, ao contrário dos felinos de rua que, justamente por precisarem se mexer para conseguir se alimentar, podem ficar acordados por mais tempo.

Saúde dos gatos: o segredo está no ambiente


-Abaixo seguem pontos fundamentais que você deve ter em conta se tem um gatinho:

*******************

- Mantenha locais altos como árvores de gato para que se sinta seguro

- Mantenha sua caixa de areia sempre limpa, eles não gostam de locais sujos

- Coloque sempre uma caixa de areia a mais em relação ao número de gatos

- Coloque potes de água espalhados pela casa

- Os potes de água e comida devem ser de boca larga: eles se incomodam em encostar os bigodes na parede da vasilha, pois são muito sensíveis

- Mantenha água fresca na vasilha

- Vasilha de água de preferência de cerâmica para manter o frescor

- Mantenha brinquedos pelos locais onde eles trafegam na casa para evitar destruição de objetos proibidos

- Cuidado com fios e cabos de equipamentos elétricos

- Apartamentos sempre com tela

- Ração controlada em quantidade, mas à vontade, eles comem de pouco em pouco o dia todo

- Ração apropriada para gatos, balanceadas de acordo com as exigências nutricionais da espécie

Por Danielle Bohnen
* Danielle é jornalista e editora do site 

Saiba mais sobre FIV e Felv, vírus que mais afetam os gatos


O FIV (Vírus da Imunodeficiência Felina) e o Felv (Vírus da Leucemia Felina) são vírus que afetam os gatos, levam à deficiência do sistema imunológico e deixam os bichanos suscetíveis a diversas doenças secundárias.

Conhecido por desencadear a “AIDS felina”, o FIV é um vírus que pertence à família do HIV, causador da imunodeficiência humana. “A forma mais comum de transmissão é por meio de brigas entre gatos, especialmente por mordidas”, diz Cléber Fontana, veterinário do hospital Pet Care. A contaminação também pode ocorrer em transfusões de sangue, durante o ato sexual, o parto e a amamentação.

Já o Felv é um vírus do gênero oncornavírus que provoca a “leucemia felina”. A transmissão ocorre entre animais infectados, da mesma forma que acontece com o FIV. O simples contato com a saliva, a lágrima, as secreções nasais, além de fezes e urina, é o suficiente infectar um gatinho saudável.

O contágio só acontece entre gatos, nunca entre felinos e humanos ou outros animais.

Por isso, a melhor maneira de prevenir o FIV e o Felv é evitar o contato entre gatos saudáveis e infectados. “É muito importante que os gatos não tenham acesso à rua”, explica a veterinária Renata Camozzi, do hospital Pet Care.

Como saber se o seu bichano tem um desses vírus? “Gatos que ficam doentes com frequência, apresentam infecções recorrentes, anemia de origem desconhecida ou certos tipos de tumor são passíveis de desconfiança”, afirma Camozzi.

No entanto, os gatos infectados podem passar anos sem apresentar nenhum sintoma. O diagnóstico preciso só pode ser feito por meio do exame de sangue.

Não há cura para a AIDS nem para a leucemia felina. “O tratamento consiste em melhorar as condições gerais do animal, fortalecer o sistema imunológico e tratar as doenças secundárias”, explica a veterinária.

Benção das bruxas aos gatos


Bastet de beleza e de graça,
Protetora da raça felina,
Proteja o meu gato de estimação de todos os males e danos,
E mantém-o sempre seguro e acolhido.
Assista ao(nome do gato) todos os dias,
E oriente-o se de casa ele / ela se perder.
E conceda-lhe muita felicidade,
E uma boa vida livre de conflito e stress”.

*AD*

Por que os gatos preferem mulheres a homens


A despeito de quem acha que gato não gosta de ninguém, uma pesquisa recente descobriu que felinos têm propensão a gostar mais de mulheres que de homens. Entenda por que isto acontece e se isto é realmente verdade.

A co-autora de um estudo que aborda o comportamento dos gatos em relação aos humanos, Dorothy Gracey, explica um pouco sobre a teoria, primeiramente, se referindo à relação 'gatos-humanos': 
“O relacionamento entre um gato e um humano pode envolver atração mútua, compatibilidade de personalidade, facilidade de interação, brincadeira, afeto e apoio social. O humano e seu gato podem mutuamente desenvolver interações ritualizadas que mostram uma compreensão substancial e mútua das inclinações e preferências de cada um.”
O estudo, publicado no Jornal de Estudos Comportamentais, de São Paulo, explica - em resumo - que mulheres são mais atentas aos detalhes e naturalmente mais carinhosas. O gato, por ser um animal detalhista e arisco, prefere esta atenção aos detalhes que as mulheres costumam ter em maior parte em relação aos homens. Isto cria uma natural afinidade entre os felinos e as mulheres.

Ou seja: um simples e sutil balançar de rabo do gato, que indique que ele quer carinho, por exemplo, já é o suficiente para uma mulher entender sua vontade e fazê-la. O homem, sendo um ser mais literal, não compreende estes 'pormenores' e, na maioria das vezes, não satisfaz a vontade do felino. Segundo os pesquisadores, é um exercício que leva tempo, paciência e, principalmente, força de vontade para aprender.

domingo

Por que gatos são mais flexíveis que cachorros?


Conhecido, entre outras coisas, por sua flexibilidade, os felinos são seres pra lá de independentes até mesmo em sua forma óssea e muscular. Isto porque, com sua habilidade de pular de lugares altos e de se esticarem, dispensam a ajuda dos humanos para muita coisa.

O gato, em especial - de nome científico 'felis catus' - é um mamífero carnívoro, quadrúpede, pertencente à classe Felidae (de origem "felina"). É um animal domesticável e costuma caçar ratos e ratazanas, insetos e outros bichos menores - e por isso é tão requisitado por quem mora em casa térrea.

De suas características mais conhecidas, o felino apresenta ouvidos e olfato super sensíveis - mais que cachorros -, visão noturna notável e um corpo flexível, musculoso e compacto. Sua flexibilidade permite que este animal pule de alturas até sete vezes maior que a própria e se estique até três vezes o seu tamanho, o que facilita sua caça e sua sobrevivência em locais estranhos. 

Sobre sua flexibilidade: em relação aos cachorros, gatos têm mais flexibilidade porque seus ossos são menores e, normalmente, são mais leves que a raça canina. Seus músculos são, também, naturalmente mais finos e permitem a locomoção mais ágil dos felinos. Enquanto cães não pulam de locais tão altos - a menos que recebam treinamento -, gatos pulam de locais altíssimos.

Gatos são, também, animais com ótima memória e com capacidade de aprender por meio da observação, não só da experiência. Não se sabe com exatidão qual foi o primeiro povo a domesticar os gatos, mas sabe-se que a domesticação do animal sempre esteve associada aos egípcios a partir do gato africano, há mais de 3000 anos a.C.