Mostrando postagens com marcador acidentes. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador acidentes. Mostrar todas as postagens

quinta-feira

Saiba como ajudar gatos feridos ou doentes


Por nos depararmos tantas vezes com um animal ferido na rua ou porque o nosso bichano também, não raras vezes, pode apresentar ferimentos preocupantes, seguem algumas dicas:

Como se aproximar de um gato ferido?

A aproximação de um gato (ou qualquer outro animal) ferido deve ser feita com cuidado, pois o fato de estar assustado e sofrendo pode desencadear nele reações de defesa que podem levá-lo a nos morder ou arranhar. 


1º Verifique se o animal está consciente ou inconsciente. Caso esteja inconsciente , mas respire, deite-o sobre seu lado direito, com a cabeça inclinada para trás e ligeiramente mais elevada em relação ao corpo, além de cobrir o animal para manter sua temperatura corporal. Se o animal não respira tente a reanimação boca-nariz (a sério!) e leve-o de imediato ao veterinário. 

2º Veja se o animal está sangrando ou se há sangue no chão. Para estancar uma hemorragia externa pressione diretamente o local da ferida, coloque um pano com gelo no ferimento ou faça uma atadura no local, com força. Se a hemorragia não estancar, leve o animal ao veterinário imediatamente, tentando manter o gato o mais imóvel possível. 

3º Observe se há ferimentos como queimaduras, golpes, perfurações, contusões ou ossos partidos. Como primeiro socorro e caso trate-se de um ferimento superficial, use água ou água oxigenada para limpar a ferida. Quando estiver limpa e seca, aplique uma pomada ou pó antibiótico e cubra a ferida com uma gaze porque os bichanos tendem a lambê-las, prejudicando a cicatrização.

4º Verifique a respiração do animal – se é normal, difícil (rápida ou curta) ou inexistente. Para proceder a reanimação em caso de o animal não respirar, deite-o sobre o lado direito e incline sua cabeça para trás, mantendo a boca fechada. Coloque uma compressa sobre o nariz do animal (por uma questão de higiene) e empurre o ar para dentro algumas (poucas) vezes, tendo em conta que o bichinho tem uma capacidade pulmonar pequena (20 a 30 respirações por minuto).

5º Se o animal estiver em estado de choque, prostrado, com pulsação fraca, gengivas descoradas, respiração rápida, corpo frio, etc, procure mantê-lo quente, cubra-o e leve-o, de imediato, ao médico.

Como tranquilizá-lo se estiver agressivo?

É fácil verificar se um gato está agressivo, já que apresenta os seguintes sinais: sopra de boca aberta, arreganha os dentes, espeta as orelhas para trás, mostra as pupilas dilatadas, eriça o pêlo ou abana furiosamente toda a cauda. A abordagem a um animal ferido deve ser calma. Deve-se falar com ele de modo suave e quase sibilino.

Se ele não reagir mal, devemos afagá-lo na parte de trás da cabeça e “coçar-lhe” as orelhas com suavidade. Se ele estiver imóvel, ver se a posição em que se encontra é confortável e segura, deitando-o sobre o lado direito, como já foi referido. Esta posição facilita a circulação de ar nos pulmões, impede que a língua se retraia e provoque asfixia, permite também visualizar melhor a respiração e pulsação do bichano. 

Se parecer que o animal está frio, enrole-o em um cobertor. Se parecer muito quente ou ofegante, recorra a um ventilador para refrescá-lo. 

O que verificar em um animal ferido?

– As gengivas: se estiverem brancas ele pode estar em estado de choque ou ter alguma hemorragia interna. Vá imediatamente ao veterinário.

– Passe a mão pelo corpo do gato para ver se há alguma ferida, inchaço ou alguma dor. Veja se algum dos membros doem, se estão inchados, ou se algum está deslocado – é importante descartar a possibilidade de fratura ou deslocamento.

– Coloque o gato de pé, para ver se ele consegue andar sobre as 4 patas, ou apenas sobre 3, por exemplo. Se tremer ou miar com sofrimento, respirar com esforço, ou recusar-se a fazer algum movimento, leve-o ao veterinário, coberto por um cobertor – por causa do choque. 

– Como nota final, é importante saber qual é a forma adequada de segurar um gato. De um modo geral, segurá-lo pela pele do pescoço com uma das mãos (como as mães fazem com os gatinhos, com a boca) faz com que fique imobilizado com segurança. Com a outra mão, rodeie-lhe o peito e os ombros. Se não conseguir, o melhor é envolvê-lo em um cobertor ou uma toalha, deixando exposta apenas a parte do corpo que seja necessário tratar.



segunda-feira

Muito cuidado!


Os gatos adoram se esconder nas rodas dos carros que estão estacionados nas ruas, garagens etc. Seja porque não serão vistos nem importunados pelos humanos ou por outro gatos, seja porque eles acham o lugar quentinho e gostoso para um bom cochilo, o fato é que eles o fazem, sem a menor preocupação com o risco que estão correndo. Se você possui carro e o estacionou na praça, na porta da sua casa etc, antes de sair dê uma espiadinha ou peça para alguém, a fim de se certificar se estes peraltinhas não estão escondidos sobre os pneus. Seja cuidadoso (a)! Os animais merecem o nosso respeito!!

*soninha*

beijinhos de alegria!!

Como evitar acidentes domésticos

Gatos são animais muito curiosos e inquietos. Sempre estão indo investigar tudo e adoram ver como tudo “funciona”. Por isso é fundamental que você tome alguns cuidados em casa para que seu gato não sofra nenhum acidente
Cuidados em casa para evitar acidentes com seu gato
- Evite deixar líquidos e alimentos quentes ao alcance do gato. 
- Quando estiver cozinhando mantenha o gato fora da cozinha. Mesmo após desligar o fogão, cuidado com a superfície que ficou quente: pode queimar a patinha ou o focinho de seu felino. Gatos mais peludos podem facilmente “pegar fogo”, ao pularem sobre o fogão quando estiver aceso. 

- Não utilize produtos em spray (perfumes, desodorantes, etc.) perto do gato – podem causar alergias respiratórias no bichinho. Use inseticida à base do ácido crisântemico (olhar a embalagem). Nunca aplicar perto do lugar onde ele costuma comer, andar e deitar; 
- Cuidado com desinfetantes e ceras – podem intoxicar o bichinho. Use água sanitária diluída em água ou Herbalvet.
- Jamais medicar o gato sem consultar o veterinário (obs.: muitos remédios humanos são tóxicos para eles)
- Enforcamento – coleiras para gato são diferentes das dos cães, pois possuem uma parte elástica. Mas, mesmo assim, ao sair, retire a coleira do gato – ele pode pular, ficar preso e se enforcar; 
- Use protetores de tomadas, e evite que o gato leve choques, que podem ser fatais; 
- Deixe a máquina de lavar e outros aparelhos fechados ou tampados; 
- Gatos gostam de entrar em gavetas, armários, etc. Se ficar trancado, o animal pode sufocar-se. Cuidado também com geladeiras, freezers e armários com produtos de limpeza; 
- Portas internas devem ter apoiadores, pois podem bater, com risco de esmagar a cauda e/ou patinhas; 
- Cuidado com sacos plásticos – gatos “gostam” de mastigar e engolir pedaços do saco, o que pode ser fatal. Além do que podem se esconder dentro do saco, podendo sufocar; 
- Mantenha linhas, barbantes, fios de lã e fio dental longe do alcance dos gatos. Se engolidos podem afetar o intestino e o gato necessitar de uma cirurgia de emergência; 
- Mantenha alfinetes e agulhas longe do alcance dos gatos – eles podem engolir e ser fatal. 
- Não permita que seu gato fique no banheiro enquanto você toma banho – isso pode favorecer o aparecimento de fungos, pois ele ficará úmido com o vapor. 

- Cuidado com agulhas, facas, tesouras e pequenos objetos. Mantenha-os sempre longe do alcance do gato; 
- Mantenha os produtos de limpeza longe do alcance dos animais, assim como das crianças; 
- Não deixe que o gato pise em assoalho molhado com produtos químicos; 
- Não borrife nenhum produto em aerosol na presença do gato ou próximo ao seu comedouro e bebedouro;

sexta-feira

Cuidado!


Se o seu gatinho é peralta tenha muito cuidado porque este aqui subiu no telhado, caiu e ficou 3 horas dependurado na antena de TV.
Ele havia subido para caçar passarinho e...PIMBA!!
 
O vizinho, com o auxílio de uma escada, resgatou o danadinho... 
Isto aconteceu na Inglaterra.


Gatinhos bebês - I


CORIZA

É uma infecção das vias respiratórias. Uma das versões mais comuns da coriza é um vírus da família do herpes que ataca as mucosas (o tecido que reveste a garganta e o nariz por dentro). Neste caso há 2 problemas: 

- o vírus que faz com que as mucosas produzam muito muco - o gatinho pode acabar por morrer sufocado quando os pulmões ficam cheios de líquido.

- as bactérias oportunistas que aproveitam o estado enfraquecido das mucosas para infectar o gatinho. Isto acontece nos olhos e na garganta.

Tratamento: o melhor é não arriscar e levar o animal ao veterinário para o tratamento do vírus, porque a versão da doença pode ir variando de ano para ano.

Pergunte SEM FALTA ao veterinário como limpar o nariz ao gato, porque ele pode ficar com o nariz muito entupido de um momento para o outro e sufocar. Uma boa técnica é deitar soro fisiológico por uma narina, o que obriga o gato a espirrar e a expulsar o muco. Faça isto suavemente para não danificar os tecidos moles dentro do nariz do gatinho.

EM GATOS PERSAS ESTA DOENÇA É ESPECIALMENTE PERIGOSA JÁ QUE ELES TÊM O INTERIOR DO NARIZ COM UMA CONFORMAÇÃO MUITO COMPRIMIDA, DEVIDO AOS CRUZAMENTOS PARA NASCEREM COM O NARIZ ACHATADO. PODEM SUFOCAR MUITO RAPIDAMENTE.

PATAS TORCIDAS, INCHADAS

Se os gatinhos tiverem algum problema, como patas inchadas, torcidas, coxearem, feridas e arranhões, deve levá-los ao veterinário, que lhes dará uma injeção de antibiótico na dose apropriada para o peso do gatinho. Mesmo as fraturas nesta fase cicatrizam muito facilmente e podem nem deixar marcas, desde que o gatinho esteja tratado com um antibiótico e tenha uma tala colocada da maneira correta.