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terça-feira

Veterinária esclarece mitos e verdades sobre a castração de cães e gatos


Mesmo não se tratando de uma novidade, o tema castração ainda gera muitas dúvidas. É comum ouvir perguntas como: “Meu macho vai perder a masculinidade?” ou então “Minha fêmea vai engordar?” e ainda “Meu gato vai ficar mais dentro de casa?”. Para que os animais possam ter uma vida mais saudável, precisamos responder, de um vez por todas, essas questões. Pensando nisso, a veterinária Gabriela Muniz reuniu algumas sentenças bastante difundidas por aí foram reunidas para, enfim, saber o que é mito e o que é verdade ao se falar de castração de cães e gatos.

A castração é um ato cruel, brutal e perigoso

Mito. Quando realizada corretamente, por profissionais especializados em clínicas veterinárias, o procedimento de castração não causa nenhum sofrimento no animal. A cirurgia é simples e eficaz. No caso das fêmeas, a retirada dos ovários e do útero é feita com apenas um corte no abdômen. Já nos machos, a retirada dos testículos utiliza um procedimento ainda mais superficial, por não invadir a cavidade abdominal. Em ambos os casos, os animais recebem anestesia inalatória geral que garante a segurança da cirurgia e faz com que o animal não sinta nenhuma dor. A recuperação também é bem rápida e, já no dia seguinte, o animal tem vida normal, dez dias após a cirurgia ele deve retornar ao veterinário para a retirada dos pontos.

A esterilização pode ser feita em qualquer idade

Verdade. Não há limite de idade para que um animal possa ser castrado, mas no caso das fêmeas, para melhor prevenir a incidência de câncer e infecções no útero, é recomendado fazer o procedimento antes do primeiro cio. Em animais mais idosos é importante fazer um check-up mais detalhado antes da cirurgia para garantir o sucesso do procedimento, evitando possíveis riscos.

Fêmeas devem ter, pelo menos, uma cria antes do procedimento

Mito. Essa é uma das lendas mais famosa e, ao mesmo tempo, mentirosa. Quanto mais cedo a fêmea for castrada, menor será a chance dela desenvolver algum tipo de tumor. O ideal é que essa esterilização ocorra ainda antes do primeiro cio.

Depois de castrado, o animal tende a engordar

Mito. A castração não é, nem nunca foi, uma sentença de obesidade para cães e gatos. Contudo, além de ser normal o animal ganhar alguns quilinhos com o passar dos anos, vários fatores podem causar a obesidade, como uma dieta inadequada, ingestão excessiva de alimentos, pouca atividade física, hormônios, entre outros. Portanto, se você perceber que seu animal está ganhando peso, reduza a quantidade de ração e procure a orientação de um veterinário.

A castração reduz riscos de problemas de saúde

Verdade. O risco de animais desenvolverem tumores em idade avançada é bastante reduzido com a castração, que também evita a ocorrência de doenças sexualmente transmissíveis. No caso das fêmeas essa redução é ainda mais perceptível. Nas cadelas castradas, por exemplo, a incidência de câncer de mama é de 26%. Quando esterilizadas antes do primeiro cio, essa incidência cai para 0,5%. Já nas gatas, a castração antes dos seis meses de vida previne 90% dos tumores de mama.

Os animais ficam mais educados

Verdade. Muitos problemas de comportamento, como a necessidade de urinar para demarcar território, a agressividade relacionada à disputa pelas fêmeas e as escapulidas noturnas de gatos, são reduzidos ou eliminados com a castração. Isso porque grande parte dessas atitudes são motivadas por questões sexuais que objetivam a disputa por um macho ou uma fêmea. No entanto, a cirurgia não interrompe as manias desses animais, por isso é recomendável fazer o procedimento antes que esses hábitos sejam criados.

Os machos perdem masculinidade depois da cirurgia.

Mito. O animal castrado não perde suas características de guarda, nem de faro, apenas perde o desejo de atividade sexual. Assim, machos castrados não se tornam homossexuais ou “menos machos”. Cães e gatos comprovadamente apenas copulam para procriação e não por prazer. Dessa forma, a castração só contribui para que este instinto seja eliminado.

Castração custa caro

Mito. Não há dúvidas que o valor pago por uma castração é infinitamente menor do que todo o custo envolvido em criar ninhadas, que ainda poderão acabar no abandono, ou do que os altos custos que envolvem um tratamento ou cirurgia em um animal com um tumor, por exemplo. Além disso, muitos médicos veterinários realizam castrações com preços mais acessíveis para ajudar a população que não possui condições financeiras para realizar o procedimento e ainda contribuir com a diminuição dos animais abandonados.

Vale a pena ressaltar que a castração, além de ser um belo ato de amor, é também uma grande responsabilidade. Por mais que filhotinhos sejam lindos, para o bem de todos, precisamos contribuir com os animais que estão sofrendo com abandono, dando também a eles uma oportunidade de serem vistos e cuidados. Então, pense nisso e faça a sua parte.

domingo

Castração em gatos: o que é e os 10 principais motivos para realizá-la

 
Gatos são animais extremamente carinhosos e divertidos, mas durante o cio, tanto fêmeas quanto machos, podem se tornar extremamente não só inconvenientes, mas com comportamento agressivo entre eles. Isso é sinal de sofrimento, físico e mental, que sofrem os animais privados da atividade sexual. 
Além disto, os gatos se reproduzem de forma exponencial e cujo controle é muito difícil. Uma gatinha com vida reprodutiva pode deixar até 2.000 descendentes em 6 anos, não existindo, obviamente, condições de sobrevida para todos eles.

A castração, então é para o benefício de todos, em especial do próprio animal. Veja um pouco mais sobre castração e os 10 motivos para fazê-lo:
Métodos para controle da reprodução felina 
São 3 as formas de controlar a reprodução de gatos, mas a castração é a mais eficaz
O controle da reprodução em gatos pode ser feito de 3 maneiras, a seguir listadas.
1. Pelo isolamento do animal 
O isolamento dos gatos impede a reprodução mas não o estresse, já que a causa do problema não é eliminada.

Nas fêmeas, o estresse pode acarretar no encurtamento do anestro, isto é, os intervalos entre cios ficam cada vez menores, até quase não existirem. No caso dos machos, o problema assume outras dimensões: o gato marca território (e a urina dos gatos possuem odor extremamente forte e difícil de se eliminar por completo).

2. Com o uso de medicamentos

O uso de medicamentos contraceptivos não é recomendável, visto que acarreta inúmeras e graves complicações de saúde, que diminuem a longevidade do animal e que vão obrigar o proprietário, mais tarde, a tratamentos caros e dolorosos para os animais.

3. Pela esterilização/ castração 
Por fim, quando devem pensar sobre a castração, muitas pessoas têm pena ou acreditam que esse procedimento é nada mais que uma mutilação. O AgendaPet apoia e recomenda a castração de todos os animais de estimação, exceto as matrizes de criadores profissionais.

O que é a castração? 
A castração é um procedimento cirúrgico simples, que dura entre 5 a 15 minutos e consiste na retirada dos órgão produtores de células reprodutivas. 
Castração é o termo mais apropriado a se utilizar, e compreende a retirada cirúrgica dos órgãos produtores de células reprodutivas (testículos, nos machos e ovários, nas fêmeas, sendo que nas fêmeas é retirado também o útero). O termo técnico para estas cirurgias são: orquiectomia bilateral, para os machos e, ovariohisterectomia, para as fêmeas. O termo esterilização vem sendo erroneamente empregado, pois é mais adequado ao processo de eliminação de agentes contaminantes em ambientes, equipamento e materiais cirúrgicos e hospitalares. 
A castração de machos e de fêmeas são cirurgias que impedem a procriação. Deve ser realizada, única e exclusivamente por um Médico Veterinário e existe uma necessidade do mesmo estar sob anestesia geral. 
A castração de machos é mais fácil e mais rápida (a cirurgia, em si, dura em média 10 minutos, porém profissionais treinados a realizam em até menos tempo), e requer menos cuidados no pós-operatório. São retirados os testículos e alguns órgãos adjacentes, enquanto que nas fêmeas, requer alguns dias de atenção pós-operatória até à cicatrização. A cirurgia equivalente, em fêmeas dura em média, 15 minutos.
10 grandes motivos para castrar o seu bichano 
1. A castração previne o aparecimento de doenças, como o câncer de útero. Fêmeas castradas reduzem em até 90% as probabilidades de desenvolver câncer de mama. 
2. As fêmeas e os machos não ganham peso após a castração. Em alguns casos, ocorre aumento do apetite, porém, desde que haja um controle na dieta, após a cirurgia, esse problema não ocorre. 
3. Castrar evita o sofrimento, seja ele físico ou mental, tanto para fêmeas quanto para machos. 
4. Evita que nasçam filhotes indesejados ou para os quais você não está capacitado ou não tem condições financeiras de suportar.
5. Gatos não castrados podem miar ininterruptamente, quando no cio. Ao castrá-los, eles deixam de sofrer e você (e seu ouvido!) também!

6. Os animais tornam-se mais dóceis e meigos. 
7. A ausência do interesse sexual reduz a ocorrência das fugas para a rua na busca de fêmeas, de lutas pelo território ou por uma parceira sexualmente ativa.

8. A castração diminui em cerca de 70% o instinto de marcação de território com a micção. Seu gato certamente não ficará mais urinando pela casa, melhorando substancialmente esse comportamento inoportuno.
9. A relação custo-benefício é muito relevante. O preço de um procedimento como este pode variar, mas gira em torno de R$ 70 a R$ 100, sendo que a cirurgia na fêmea é mais cara por ser mais demorado e delicado. Mas não se esqueça que, quando comparado com os custos de repetidas idas ao veterinário para tratar de animais feridos depois de brigas ou de atropelamento quando de fugas, por exemplo, ou os custos referentes aos cuidados necessários à mãe dos filhotes, mais alimentação, vermifugação e vacinação dos filhotes. Isto, com certeza resultará em despesas veterinárias bem mais elevadas. A castração comporta um custo único que é diminuto quando considerados os seus benefícios.

10. para manter o equilíbrio populacional e conter as zoonoses (doenças transmissíveis entre animais e o homem).


Ame seu pet! 

sábado

O que fazer quando sua gata entra no cio?

 
Gatos são animais encantadores. Companheiros, ágeis e, ao mesmo tempo, independentes. Vivem bem em apartamentos ou em casas. Por isso, são escolhidos por muitas pessoas como animais de estimação. Acontece que as fêmeas felinas podem entrar no cio com apenas 5 meses de idade. Aí, surge a pergunta: "O que fazer?".
Quando entram no cio? Como saber? 
A gata pode entrar no cio com apenas 5 meses, fique atento às mudanças de comportamentos e a miados diferentes. 
A partir de 5 meses de idade, a fêmea já pode entrar no cio, e esse ciclo pode se repetir a cada dois meses. Você poderá notar algumas alterações de comportamento: miados diferentes, saídas frequentes à rua, visitas de gatos machos em sua casa etc. Ela fica inquieta, geralmente anda com a cauda e com o bumbum levantados, ao mesmo tempo em que abaixa o corpo.

Sabe aquele lugar pelo qual você acha que ela nunca irá fugir? É bem provável que ela consiga escapar por lá nessas épocas. Dificilmente você conseguira prender uma gata por todo seu cio.

Tentar afastar os demais gatos, para que não ocorra a cópula é necessário, porém muito difícil, pois o instinto de preservação da espécie fará com que a fêmea elabore de tudo para escapar e encontrar o macho. Assim mesmo, o isolamento é uma tentativa válida. Tente prender os animais em locais separados quando houver a presença de um gato macho na casa.
Quanto tempo dura o cio? 

O cio pode durar até 10 dias, mas isso pode variar.

O cio pode durar até 10 dias, porém isso pode variar de animal para animal. Entre 8 e 12 dias, pode ser considerado normal. Caso esse período seja maior, deve ser realizada consulta a um médico veterinário para acompanhamento.

Se a gata não ficar prenhe, é mais frequente ter um cio a cada dois meses, mas esse tempo não é fixo, pode se tornar menor ou maior.

Se sua gatinha teve filhotes, saiba que, em menos de um mês após o parto, ela pode entrar no cio novamente.
Medicamentos para inibir o cio 
O uso de medicamentos não é recomendado e pode trazer riscos à saúde do seu animal.

Diversos medicamentos para retardar ou cortar o cio estão disponíveis no mercado. Nenhum deles deve ser dado sem consulta prévia com um médico veterinário.

As injeções para o animal não entrar no cio são à base de hormônios e podem trazer diversos problemas à saúde.

Utilizados quando ainda se pretende destinar o animal à reprodução, esses produtos são administrados com a intenção de retardar o cio, porém o risco de o animal desenvolver alguns problemas graves é aumentado substancialmente.

Dentre essas enfermidades, ocorre uma maior incidência de processos infecciosos e tumores no útero e nas mamas, posteriormente à administração desse tipo de produto. Além disso, se forem administrados em um período inadequado (após a gata já ter cruzado, por exemplo), podem ocorrer vários tipos de transtornos, como abortos espontâneos, ou o abandono dos filhotes pós parto da mãe. Isso trará complicações a sua gata e, na maioria dos casos, a intervenção cirúrgica se faz necessária. Nunca use esses medicamentos sem consultar um médico veterinário, pois estará colocando em risco a vida do seu animal.
Castração é a melhor solução
A castração diminui os riscos de tumores e faz com que seu animal não entre no cio
A castração é, sem dúvida, a melhor maneira de evitar o cio. Trata-se de um procedimento cirúrgico, feito exclusivamente por médicos veterinários, no qual o útero e ovário são retirados. 
O animal pode ser submetido à castração, em qualquer idade, até mesmo em período anterior à ocorrência do primeiro cio, com 5 ou 6 meses de idade. Entretanto, é mais indicado realizar esse procedimento após se passarem, pelo menos, os três primeiros episódios de cio, se possível, para que o animal se desenvolva plenamente. Proporcionar essa cirurgia é um bem que você estará fazendo ao seu animal.

O pós-cirúrgico requer alguns cuidados, como limpeza da ferida cirúrgica e administração de medicamentos que serão orientados pelo profissional que fizer o procedimento.

É verdade que deixar ter pelo menos um cria é importante para a saúde do meu animal? 
Não precisa deixar seu animal ter filhotes, isso é um mito. 
Não. Ao contrário do que se fala, não há necessidade nenhuma de deixar o animal cruzar, ou ter sua primeira cria, ou, ainda, esperar o primeiro cio. A saúde do animal é perfeita e a castração antes do primeiro cio diminui as chances do seu animal ter tumor de mama. A castração pode ser feita com o animal jovem, antes de partos ou de cios. O médico veterinário irá fazer a avaliação e indicar a melhor data para o procedimento cirúrgico.

A castração é benéfica para seu animal e faz com que você não tenha que conviver, em média a cada dois meses, com as alterações de comportamento de sua gata. Além disso, não corre o risco de ela ter diversos filhotes (a maioria das vezes entre 4 e 5) a cada gestação. Os gatos proliferam muito rapidamente e dificilmente você terá condições de ficar com todos ou de arrumar donos responsáveis para todos eles.

A necessidade de deixar seu animal cruzar é mito! Faça um bem ao seu animal, opte pela castração.

Possui graduação em Medicina Veterinária pela Universidade Federal do Paraná (1996) e Mestrado em Ciência Animal pela Universidade Paranaense - UNIPAR (2011). 
Cuide bem da sua gatinha...

terça-feira

"qual a idade mais adequada para castrar o meu gato?"


Antes da castração, por natureza, o gato macho assume um comportamento de marcação territorial que poderá tornar-se numa verdadeira dor de cabeça. A título de exemplo, eles repetem o ato de espalhar jatos de urina pelos cantos da casa para marcar território. Por isso a castração é um passo que permitirá ao animal viver em harmonia numa (qualquer) casa.

A castração, para além de eliminar este comportamento, traz outros beneficios como a diminuição do comportamento errante para conquistar território e fêmeas. Após a castração cerca de 90% dos gatos reduzem imediatamente este instinto.

A altura ideal para castrar o seu gato Manel será entre os 6-7 meses de idade, altura em que ele ainda não desenvolveu as caracteristicas sexuais secundárias, como o espessamento da pele da face (bochechas), espiculas (pequenos espinhos de carne) no pénis e um corpo musculado mas, contudo, já atingiu o tamanho de adulto.

Deverá obter junto do seu médico veterinário, informações sobre os cuidados a ter para preparar esta pequena intervenção de risco mínimo. Ele também a ajudará a perceber como deverá tratar do seu Manel depois da cirurgia que, normalmente, é feita em ambulatório podendo o animal ter alta umas horas depois.

Ressalvo um factor muito importante após a castração: a escolha do alimento correto. Um animal castrado tem tendência a comer mais pelo que deverá encontrar um alimento com restrição de calorias e com um teor proteico adequado, que o ajude no controlo do peso. Por outro lado, um gato esterilizado apresenta um risco sete vezes superior de desenvolver problemas urinários, pelo que o alimento também deverá ajudar na prevenção de cristais na urina. 

Informe-se com o seu médico veterinário!



quinta-feira

Benefícios da esterilização ou castração de cadelas e gatas

A castração é uma cirurgia feita sob anestesia geral, onde nas fêmeas são retirados os ovários, trompas e útero impedindo assim a procriação.

A castração garante uma vida adulta bastante saudável para os animais e bem mais tranquila para os donos. Especialmente no caso das fêmeas caninas, que após castradas, deixam de apresentar sangramento característico do cio, o qual geralmente é bastante incomodo para a maioria dos proprietários. Já as gatas, param de emitir a vocalização (gritos) e comportamento alterado característicos do cio e diminuem o acesso a rua.

Animais esterilizados deixam também de perpetuar doenças geneticamente transmissíveis como epilepsia, displasia coxofemoral, catarata juvenil, sarna negra entre outras.
Em resumo, os maiores benefícios da esterilização de fêmeas são:
- As fêmeas não têm mais cio, gravidez psicológica e nunca ficarão prenhes (grávidas). 
- Evita crias indesejadas que resultarão em superpopulação e em conseqüência, a eutanásia de animais abandonados em ruas e abrigos. 
- Diminui a chance de surgimento de tumor de mama principalmente quando a castração ocorre antes dos dois anos de idade e de preferência entre o primeiro e segundo cio. 
- Evita complicações de gestação e parto. 
- Evita a piometria que é uma grave infecção uterina que acomete fêmeas adultas e que muitas vezes necessita a realização de uma intervenção cirúrgica de emergência. A afecção se não tratada a tempo, pode levar o animal a óbito. 
- Pesquisas demonstram que animais castrados têm uma expectativa de vida de 4 anos a mais do que os não castrados. 
- Ajuda a controlar a população de animais e a diminuir a quantidade de animais abandonados que geram problemas de saúde pública.
Ao contrário do que muitas pessoas pensam fêmeas NÃO precisam ter tido uma cria para serem esterilizadas. Ter cria não acrescenta saúde ao animal que poderá ter uma vida saudável sem nunca ter cruzado ou gerado filhotes.

Nunca se esqueça que para cada filhotinho que nasce em sua casa, outro está sendo abandonado, sofrendo maus tratos pelas ruas ou mortos nos canis da prefeitura.

A superpopulação de cães e gatos é um problema que acontece em várias partes do mundo. As conseqüências dessa situação são trágicas, tanto para os animais, quanto para a população humana, que enfrenta uma séria questão de saúde pública. Vale lembrar que a presença de cães e gatos soltos nas ruas pode provocar acidentes de trânsito, sujeira e a transmissão de doenças. Além disso, é vergonhoso constatar que, nos centros de zoonose são sacrificados milhares de animais todos os anos. Isso sem contar outros tantos milhares que morrem nas ruas, atropelados, submetidos a atos criminosos e cruéis ou vitimados por doenças (zoonoses).
Coopere!