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quarta-feira

Use a sua criatividade...

Um monitor que não serve mais pode ser 
transformado numa casinha para seu gatinho.


Ou aquela mala que você não quer mais...


Ou apenas uma caixa de papelão decorada...


Essa ele vai adorar...eles amam subir em árvores!


Gostou??

segunda-feira

Alta em número de antidepressivos dados para pets que ficam o dia inteiro sozinhos em casa


Pets sozinhos em casa e infelizes estão sendo sedados com antidepressivos.

Especialistas estão muito preocupados com a alta no número de antidepressivos que são oferecidos para pets, que por passarem o dia em casa e sem estímulos, desenvolvem problemas de comportamento e uma apatia.

Andrew Knight, professor de bem estar animal e ética na University of Winchester, na Inglaterra, declarou para o Sunday Telegraph:
"O número de problemas comportamentais em cães e gatos, e até mesmo outros pets, como pássaros, vistos em veterinários é enorme.
Nós estamos constantemente vendo animais que são agressivos, muito assustados, descontrolados quando visitam o médico, mesmo que meus colegas e eu façamos o melhor para acalmá-los com um manuseio gentil e com guloseimas.

No lugar de tentar acalmar ou até mesmo sedar nossos pets estressados com remédios, é hora de começarmos a dar ao nossos pets o cuidado e atenção que precisam. Só então nós estaremos realmente elegíveis a nos chamar uma nação de amante de animais.
Em o que nós chamamos de abandono parcial, os pets são deixados sozinhos em casa, sem estímulo físico, mental e emocional por longos períodos de tempo. Analisando tais situações, não é de se espantar que tantos animais estejam desequilibrados e infelizes.

Em um estudo recente realizado pelo People’s Dispensary for Sick Animals (PDSA), mais de um quarto dos tutores caninos deixam seus pets sozinhos em casa por cinco horas ou mais durante os dias da semana, e mais de 250 mil cães não passeiam nunca, levando, obviamente, a problemas de comportamento.

Fonte: Daily Mail

Não deixe seu pet sozinh por muito tempo....dê-lhe atenção!

quarta-feira

Os Benefícios de Se Ter um Gato


Os estudos mostram que as pessoas que têm animais de estimação apresentam, com freqüência, menos estresse do que aquelas que não têm. Ter um gato pode satisfazer um desejo profundamente enraizado de alimentar e cuidar de um outro ser vivo. O gato é sossegado, independente, faz sua própria higiene, é muito carinhoso e bom ouvinte. O companheiro perfeito! Toda pessoa que possui um gato deve saber que:

Sangue do Gato

Os gatos têm grupos sanguíneos A, B e AB, mas o que predomina na maioria dos gatos é o grupo sanguíneo A.

Tempo de Vida do Gato

A maioria dos gatos atinge cerca de 11 ou 12 anos de idade. Sendo que alguns vivem até 18 anos ou mais. A longevidade pode depender do tipo de vida que ele leva, dentro de casa ou fora de casa. Os gatos que vivem fora de casa vivem uma média de oito anos, enquanto que os gatos que vivem dentro de casa podem viver uma média de 15 anos ou mais. 


Os gatos envelhecem 10 anos nos primeiros seis meses de sua vida! Nos seis meses seguintes, eles envelhecem mais cinco anos, ou seja, um ano de vida do gato equivale a 15 anos para o humano. Após este surto de desenvolvimento inicial, o seu gato envelhecerá quatro anos a cada ano de sua vida. Assim, se seu gato tiver três anos de idade na contagem do "tempo de vida das pessoas", ele terá 23 anos de idade.

Urina do Gato

A urina do gato brilha no escuro, então, se você sabe onde ela está, utilize luz ultra-violeta para ajudar a marcar o local. O cheiro da urina é difícil de ser removido. Use um bom xampu se a urina for fresca. Em seguida, ensaboe o local, espere 10 minutos e enxugue. Se isto não funcionar, tente um detergente específico. Certamente, uma bandeja sanitária colocada estrategicamente ajudará a eliminar este problema.

Cuide bem do seu gatinho...

quinta-feira

Consultas ao Veterinário


Entenda como prevenir que as consultas causem estresse aos cães e gatos

A visita ao médico veterinário deve ser encarada de forma positiva pelo animal, já que é necessário levá-lo às consultas periodicamente. Muitos tutores sofrem quando precisam visitar uma clínica, devido ao estresse que esse procedimento causa no seu pet. Essa insatisfação pode ser fruto de um manejo equivocado realizado pelo tutor nas primeiras idas ao consultório e/ou pela associação negativa do local com procedimentos dolorosos. Em geral, o odor do consultório ou mais comumente, a visão do jaleco branco, já provoca respostas de medo.

A primeira visita ao consultório acontece ao redor da sexta semana de vida. Nesse período, também ocorrem o desenvolvimento social do filhote e a familiarização com novos ambientes. Portanto, o que é aprendido durante esta fase tende a ser duradouro, ou seja, constituirá a base para a estruturação dos padrões de comportamentos típicos de um animal adulto e será determinante para a expressão ou a ausência de futuros problemas comportamentais.

“Promover associações positivas durante a visita ao veterinário e, habituar os animais com os procedimentos indispensáveis para o exame físico, a higiene e a vacinação, é essencial para a construção dos vínculos entre veterinário–tutor, veterinário-animal e tutor-animal”, afirma Dra. Ceres Faraco, veterinária parceira da Comac (Comissão de Animais de Companhia do SINDAN). 

A primeira visita ao consultório acontece ao redor da sexta semana de vida. Nesse período, também ocorrem o desenvolvimento social do filhote e a familiarização com novos ambientes. Portanto, o que é aprendido durante esta fase tende a ser duradouro, ou seja, constituirá a base para a estruturação dos padrões de comportamentos típicos de um animal adulto e será determinante para a expressão ou a ausência de futuros problemas comportamentais. 

“Promover associações positivas durante a visita ao veterinário e, habituar os animais com os procedimentos indispensáveis para o exame físico, a higiene e a vacinação, é essencial para a construção dos vínculos entre veterinário–tutor, veterinário-animal e tutor-animal”, afirma Dra. Ceres Faraco, veterinária parceira da Comac (Comissão de Animais de Companhia do SINDAN). 

Uma vez que os pets serão tocados e inspecionados diversas vezes ao longo da sua vida, é recomendado que a tolerância aos procedimentos fosse adquirida desde filhote, através de manipulação frequente e cuidadosa pelos familiares. O objetivo é que tais momentos se tornem lúdicos, inseridos num contexto de brincadeiras compartilhadas por todos os membros da família. Na prática, o exercício consiste em toques suaves em orelhas, patas, focinho, pele, cauda e pelos.

A primeira visita à clínica veterinária deve ser apenas um passeio, antecedendo a primeira consulta, pois ela visa à familiarização do cão com o local e o profissional. “Em continuidade, antes e depois da primeira vacina, o tutor poderá oferecer uma guloseima para que o filhote associe a vacina com algo positivo”, diz a especialista em comportamento animal. 

Se o animal apresentar comportamentos agressivos como rosnar, morder ou tentar fugir, não deverá receber reforços (consolos) ou broncas. A conduta tranquila do tutor é fundamental para estruturar essa experiência, como um evento merecedor de baixa reatividade. Dessa forma, os animais desenvolvem condutas confiantes e receptivas para com o veterinário, assegurando o bem-estar de todos os envolvidos.


Fonte: Comac

Os Dez Mandamentos da Posse Responsável


1 - Antes de adquirir um animal, considere que seu tempo médio de vida é de 12 anos. Pergunte à família se todos estão de acordo, se há recursos necessários para mantê-lo e verifique quem cuidará dele nas férias ou em feriados prolongados.

2 - Adote animais de abrigos públicos e privados (vacinados e castrados), em vez de comprar por impulso.

3 - Informe-se sobre as características e necessidades da espécie escolhida – tamanho, peculiaridades, espaço físico.

4 - Mantenha o seu animal sempre dentro de casa, jamais solto na rua. Para os cães, passeios são fundamentais, mas apenas com coleira/guia e conduzido por quem possa contê-lo.

5 - Cuide da saúde física do animal. Forneça abrigo, alimento, vacinas e leve-o regularmente ao veterinário. Dê banho, escove e exercite-o regularmente.

6 - Zele pela saúde psicológica do animal. Dê atenção, carinho e ambiente adequado a ele.

7 - Eduque o animal, se necessário, por meio de adestramento, mas respeite suas características.

8 - Recolha e jogue os dejetos (cocô) em local apropriado. 

9 - Identifique o animal com plaqueta e registre-o no Centro de Controle de Zoonoses ou similar, informando-se sobre a legislação do local. Também é recomendável uma identificação permanente (microchip ou tatuagem).

10 - Evite as crias indesejadas de cães e gatos. Castre os machos e fêmeas. A castração é a única medida definitiva no controle da procriação e não tem contra-indicações.

sexta-feira

Cortes em animais de estimação, o que fazer?


Por certo já lhe aconteceu ver um ferimento no seu cão ou gato, resultante de um corte com um vidro, uma lata, um arame, etc… Por vezes a ferida tem um aspecto medonho, parece sangrar bastante e parece-lhe bastante grave. 

A primeira coisa a fazer é tentar ter sangue frio e observar a ferida o melhor possível. Pode começar por tentar limpá-la com água corrente ou soro fisiológico para se aperceber melhor da extensão da mesma. 

Se estiver a sangrar, mas o corte tiver ocorrido num vaso de pequeno calibre, uns minutos de compressão são suficientes para estancar a hemorragia. 

Poderá aplicar depois um desinfectante e fazer um penso com ligaduras para proteger a ferida. 

Se o corte for demasiado grande e/ou não parar de sangrar pode ser necessário suturá-lo, pelo que deverá levar o seu animal ao veterinário. 

O importante é que não entre em pânico para tentar perceber a gravidade do problema e tomar os cuidados básicos de primeiros socorros até conseguir ter ajuda especializada.

Pulgas, como combatê-las!


As pulgas são o parasita externo que mais afeta os cães e os gatos. Elas adoram calor e umidade e são atraídas pelo calor corporal dos animais. Dotadas de pernas muito fortes, são capazes de saltar de um animal para outro com enorme facilidade, especialmente quando muitos animais coabitam no mesmo espaço. 

A sua saliva tem propriedades muito irritantes, dando origem às típicas comichão e irritação cutâneas, tão nossas conhecidas. Alguns animais têm hipersensibilidade à saliva das pulgas, desenvolvendo uma DAPP – Dermatite por Alergia à Picada da Pulga. Se em todos os animais é importante manter estes parasitas afastados dos nossos amigos cães e gatos, naqueles que manifestam DAPP ainda é mais importante pois uma só pulga pode desencadear uma reação alérgica marcada e muito desconfortável para o animal.

Há muitos produtos no mercado, adequados ao controle das pulgas em animais domésticos, sejam sob a forma de pipetas, sprays ou até comprimidos. Mas é também importante controlar o desenvolvimento das mesmas no meio em que o animal se encontra. Uma só pulga consegue pôr cerca de 20 ovos por dia, dando origem a 20 novas pulgas. Se não tivermos o cuidado de eliminar os ovos, estamos a perpetuar o ciclo de vida das pulgas.

Tenha então em conta as seguintes regras:

1. Lave com frequência as camas dos seus animais e mantenha o local que eles habitam o mais limpo possível, de preferência em pisos secos e impermeáveis, não porosos.

2. Utilize produtos insecticidas que atuem nas quatro fases de desenvolvimento destes parasitas: ovos, larvas, pupas e pulgas.

3. Respeite as instruções do fabricante e cumpra a aplicação do produto com a frequência recomendada. Mesmo nos meses mais frios não devemos interromper a aplicação destes produtos pois embora as pulgas apareçam com mais facilidade no tempo quente, elas são resistentes e conseguem resistir mesmo em meses mais frios.

4. Aconselhe-se connosco para saber qual o produto mais indicado para o seu animal de estimação.
** Eu tenho dois poodles e uso periodicamente o "Frontline" sob prescrição da veterinária. 

domingo

Animais domésticos podem apresentar distúrbios parecidos com a depressão


Não é possível explicar exatamente o que acontece no cérebro dos animais melancólicos, mas alguns apresentam um distúrbio muito parecido com a depressão dos seres humanos. Embora os gatos pareçam menos sentimentais, eles também sofrem com problemas desse tipo. A depressão é uma doença “do corpo como um todo”, que compromete o corpo, humor e pensamento. Ela afeta a forma como se alimenta e dorme, e consequentemente todo o relacionamento do animal com o ambiente em que vive, necessitando da intervenção de um terapeuta veterinário para a cura ou melhora do quadro clínico.

Assim como em humanos, fatores dos mais variados levam um animal domesticado a entrar em depressão.
 
- Experiências traumáticas
- perdas por morte ou abandono
- introdução de um novo indivíduo sendo da mesma espécie ou não
- mudança de ambiente ou mesmo de rotina subitamente
- solidão
- fome
- frio
- sede, dentre outras, são fatores que levam os animais a entrar em estado de depressão.


A depressão é uma das áreas mais complexas da medicina veterinária comportamental, tratam das questões relacionadas a medo, fobias, ansiedade e desordens obsessivo-compulsivas que vem sendo diagnosticadas nos animais. A depressão, ou estado depressivo, pode estar relacionada à ansiedade e acontece quando o animal é exposto a situações de estresse, em caráter crônico ou de forma traumática, passando a manifestar sinais de inabilidade em executar suas funções biológicas, apatia, inapetência e isolamento social.

Os cães estão entre as espécies com maior propensão a desenvolver a depressão, em especial aqueles que por algum tempo viveram em casas grandes, fazendas ou sítios, mas depois se mudaram para locais menores, como apartamentos. Mas se engana quem pensa que os gatos não estão sujeitos a desenvolver a depressão. No caso dos felinos, mudanças na rotina do animal, ausência de alguém a quem o gato seja muito apegado ou perda de um companheiro são algumas das causas do estresse e consequente depressão nos gatos.


Geralmente o bicho passa a recusar comida e brincadeiras, muda drasticamente de comportamento e fica arredio. A angústia em cães e gatos geralmente é sinalizada pela mania de se lamberem freneticamente. Alguns, de tanto fazer isso, até ficam com feridas graves nas patas. Entre os felinos, é o dorso que acaba machucado por essa compulsão.

A falta de apetite, apatia e isolamento social são alguns dos sintomas que podem indicar a depressão ou o estado depressivo. O cão busca o isolamento ou desinteresse por atividades que antes eram estimulantes, desconforto ou agressividade ao toque físico, diminuição da interatividade, sendo a intensidade desses sintomas individuais, podendo ser de forma lenta e gradativa. Normalmente esses cães acabam desenvolvendo comportamentos obsessivos potencializados devido à inobservância de seus proprietários.

O melhor remédio contra a depressão, de acordo com os veterinários é levar seu amigo para passear. Além do benefício da atividade física, como a produção de neurotransmissores ligados ao bem-estar no cérebro, as caminhadas estreitam o contato com o dono. E talvez seja sua ausência que tenha provocado o baixo-astral do seu querido bicho de estimação. Então, se ele é mesmo de sua estima, cuide bem dele nesse momento.

Fonte: Cães e Gatos